ESTADOOUTUBRO2026
ESTADO E METAMATERIALISMO HISTÓRICO
A <globalização liberal pós-modernista> enviou para as calendas gregas os estudos acadêmicos sobre o Estado em geral. O ocaso desta globalização vem sendo estudo por mim em vários livros, por exemplo, no “Além da época posmoderna. Assim procurei restaurar o campo de investigação do capital cultural Estado. Aqui, se inicia o estudo do Estado como ontologia e fenomenologia de uma cultura mundial da atualidade. Esses estudos incluem a análise metamaterialista histórica das Américas, especialmente Brasil e EUA:
BIG TECH E ELEIÇÃO DE OUTUBRO
No Brasil, A intervenção das big techs na eleição de outubro de 2026 põe repõe o seguinte problema? É uma invasão da eleição por uma empresa econômica capitalista internacional? Já publiquei livros mostrando que, na ontologia química libidinal das paixões políticas, a BIG tech age como um Estado da técnica virtual secular, apaixonado. Este agir químico produz efeitos políticos favoráveis à extrema-direita e é, ao mesmo tempo, um modo de extrair mais-valia química metamaterialista do usuário cibernauta.
A big tech pode decidir a eleição contra Lula da Silva e, portanto, a favor de Flávio Bolsonaro. Assim, ela aparece como uma força metamaterialista da stásis da bárbarie contra a civilização no Brasil e nos EUA. As big techs se fundiram com a ditadura hiper-patrimonialista de Donald Trump contra a república universal nos EUA e no Brasil. Elas fazem parte da estratégia virtual de tornar o território dos americanos em barbárie tecnológica do fim dos tempos para as Américas.
A estratégia trump-Big Tech consiste em aprofundar a crise territorial do Brasil. A crise do uno territorial se tornará uma realidade irrevogável com exércitos de países da América do Sul. sob comando militar dos EUA, invadindo a Amazônia brasileira. A estratégia de transformar, juridicamente, o PCC e o Comando Vermelho em organizações terroristas tem como META a legitimação de uma polemos, em território brasileiro, contra o PCC, Comando Vermelho e narcootráfico latino-americano, todos como uma economia política química de exploração das riquezas da Amazônia. O Brasil vai restaurar a crise do uno territorial do século XIX imperial? Crise agora do uno republicano territorial de 1988? A esperada internacionalização americanista do território brasileiro está prestes a acontecer? As big techs querem a riqueza mineral rara existente na Amazônia?
COLAPSO DO LIBARALISMO POLÍTICO - 2026
A Constituição de 1988 é uma plurivocidade de gramática de Estado. O Estado republicano iluminista-barroco faz pendant com o Estado liberal-político barroco, pois este é um Estado da cultura liberal patrimonialista do capital e das elites de Estado. A burocracia pública acaba sendo estruturada e organizada e movida pelo poder d'ars do liberalismo patrimonialista. O STF do liberalismo político atravessa uma crise irrevogável. O Congresso do liberalismo patrimonialista é uma caixa de pândora, a ser aberta pela crise do Estado liberal político.
Como trata-se de um colapso catastrófico da cultura política patrimonialista, a solução da crise estrutural e orgânica requer que forças do capital cultural da sociedade civil e do Estado fabriquem uma nova cultura política para o Estado repúblicano. Essa cultura tem que ser aquela dos valores metamaterialistas republicano. Há necessidade de uma economia política da libido da química das paixões políticas populares iluminista-barroca radical. O Brasil tem um general intellect gramatical na universidade e institutos acadêmicos e governos que podem ser agenciados para a fabricação de uma cultura política republicana. É claro que se trata do surgimento de um hegemonikon republicano ilustrado capaz de ligar quimicamente elite e massa, em um modo de parecer psíquico republicano. Tal fato iniciaria uma nova época de republicanismo que passaria de valores virtuais para valores atuais. Se Flávio Bolsonaro vencer a eleição presidencial de 2026, o projeto químico republicano deixará de existir no território republicano, inclusive virtualmente.
DO GOVERNO DE FLÁVIO B
O governo Lula já se sabe o que seria em 2027. Porém, não têm textos sobre o governo Flávio B 2027. Flavio B começou sua ascensão ao poder d'ars eleitoral com 12% dos votos do Pai. Há menos de 3 semanas aparece nas pesquisas como um possível presidente da República. Ele já disse que não acabará com o bolsa-família. O SUS, ele apronfundará a parceria Estado/capital. Um modo de transferir o mais-gozar fiscal para a burguesia local e internacional. Ele diz que vai fazer 4 ministros do STF. Ele vai governar com o Orçamento Secreto do b.b.b; bancadas boi, bala e bíblia. Seu chanceler do Itamaraty seria o irmão Eduardo Bolsonaro. Acessores econômicos pragmáticos falam de uma política de integração com os EUA, China e Europa. Flávio b prometeu para Rúbio um alinhamento automático com Trump e Rúbio. Flávio b. diz que imitará Milei e seu anarcocapitalismo. Com efeito, seria provável ele se encaminhar para o pós-capitalismo anarcomercantilista de Trump?
O governo de Jair Bolsonaro foi a estratégia de aterrorizar e ser aterrorizado como mostra a lógica da "guerra cultural" contra o marxismo do PT, esquerda em geral, e contra a política editorial marxista pura da Editora Boitempo. FLávio crê que a universidade federal é marxista. Só restaria desintegrá-la na guerra cultural governamental. Tarcísio fará o mesmo com a USP e a UNICAMP? Ora. a derrota do PT significará o fim da esquerda do materialismo histórico nacional? Com Haddaed, a derrota do PT [no primeiro turno, em São Paulo] determinará a desorganização lulista do partido? Viveremos o fim da esquerda na nova conjuntura bolsonarista. O STF resolveu dar um presente a Flávio B linchando , com a morte simbólica em vida, o juiz Moraes (como diz o jurista Pedro Serrano) - como pediu um notavel jurista da extrema-direita paulista. Moraes não pode ser presidente do STF no governo Flávio b. Flávio B repetirá os erros do Pai, Jair Messias Bolsonaro?
Haverá vingança contra os inimigos - no governo do clã jurídico de Estado jairbolsonaro?
O SEGUNDO ASSASINATO NACIONAL DO JUIZ MORAES
No livro "As leis", Platão proibiu o assassino de ser funcionário do Estado republicano. O juiz Moraes não é um assassino como tantos políticos bolsonaristas. O jornalismo em geral diz que o juiz Moraes tem que pagar por ilegalidades cometidas no cargo de juiz do STF. A ilegalidade não é ilegalidade jurídica até que o tribunal diga que é ilegalidade. Assim, o juiz Moraes foi condenado peloas jornalistas [inclusive Dani Lima}, sobretudo por uma campanha abjeta da jornalista Andrea Sadi da TV Globo. É um fato que o juiz Moraes tem que ser punido quando o juiz Toffole foi perdoado pelo STF por seu envolvimento no caso Master? O juiz Fachin convocou uma plenária para julgar o juiz Moraes. Ele transforma o STF nos "processos de Moscou stalinista"? Fachin é ersatz do procurador geral da URSS Andrey Vyshinsky? Um fósforo que incendiou o Estado jurídico republicano soviético. Fachin poderia ter bloqueado a lógica do golpe de Estado bolsonarista do juiz terrivelmente golpista cristão Mendonça. Não o fez. Ele deixou nas mãos incendiárias de Mendonça o caso Master. Ele quer julgar o juiz Moraes sem julgar o juiz Mendonça também denunciado. O juiz Moraes é um criminoso político? Mendonça é um criminoso político cristão-bolsonarista?
A história do juiz Moraes deve ser evocada para se sair das armadilhas do efeito de realidade do jornalismo mau-caráter, que apaga as determinações históricas da vida pública e privada da família Moraes. Donald Trump procurou assassinar o juiz Moraes sufocando-o com cortes de sua renda familial. Não consegui pois o juiz resistiu com todas as suas forças e vontade de poder fenilestético. Encurralado por Trump, a família de Moraes se tornou presa fácil do banqueiro crminoso Vorcaro. Aí está a explicação para a advogada mulher de Moraes defender Vorcaro. A questão posta é: quem é o juiz Moraes? O governo de Bolsonaro fez um plano para assassinar o juiz Moraes no empreendedorimo do golpe de Estado dos oficias do Exercito brasileiro kids pretos. Este seria o primeiro assassinato de Moraes que levou à condenação penal de Jair Bolsonaro e generais golpistas. O segundo assassinato é o do presidente do STF com sua plenária que julgará Moraes sem se saber qual é o crime jurídico dele, que só pode ser estabelecido como verdade no STF ao final de um julgamento com amplo direito de defesa. Ora, o juiz Moraes está sendo pego como bode espiatório do colapso do Estado liberal-político patrimonialista cristão da bancada da bala cristã no congresso. A TV Globo foi perdoada por seu crime político que consistiu em fazer parte da DITADURA MILITAR e reproduzir essa forma de governo por 21 anos. Então, por ter salvo bravamente a República 1988 de sua destruição pelo governo de Jair Bolsonaro, por que a NAÇÃO não esquece e perdoa o juiz Moraes por ter sido um <sujeito> como efeito da gramática do poder estético do Estado liberal-patrimonialista cristão do dominante burguês do regime fático de 1988?
DA ELEIÇÃO QUÍMICA LIBIDINAL 2026
Lula e o PT fazem campanha eleitoral na superestrutura ideológica brasileira. Flavio Bolsonaro faz campanha na infraestrutura ideológica libidinal das paixões químicas das massas eleitorais. O evangelismo bolsonarista é libido químico das paixões políticas religiosas das massas. A CNN e o SBT fazem campanha bolsorarista na infraestrutura ideológica das massas católicas e seculares. A TV Globo e a Globo News fazem campanha bolsonarista na infraestrutura ideológica da libido química das afeccções da audiência. A TV Globo ignora os fatos jurídicos do inquérito master do juiz Mendonça - do clã jurídico de Jair Bolsonaro e Michele Bolsonaro. Este inquérito permite a Polícia Federal investigar por lavagem de dinheiro, evasão de divisa e corrupção e outros crimes correlatos o candidato Flávio Bolsonaro. Para caminhar, a investigação teria que ordenar diligências e quebra de sigilo em Flávio B. A lógica do golpe de Estado do clã jurídico bolsonarista impede esta ação lógica e natural. As pesquisas do Instituto Quaest usadas pela TV Globo dão vitória de Flávio B no segundo turno. Como a TV Globo se sente obrigada a transformar os fatos jurídicos do juiz Mendonça em fatos jornalísticos, as outras TVs - excetuando a CNN - se sentem na obrigação de seguir os fatos mendonças. logicamente as próximas pesquisa teriam que registrar queda de Flavio B e crescimento de Lula. Se não o fizerem é porque elas são a antessala da fraude do golpe de Estado bolsonarista na cúpula do Estado jurídico liberal-político patrimonialista-cristão...
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OUTUBRO - CIVILIZAÇÃO OU BARBÁRIE
A menos de duas semanas para a eleição de outubro de 2026, as pesquisas eleitorais da eleição presidencial apontam para uma possível vitória do candidato filho de Jair Bolsonaro. As pesquisas parecem fraudar a libido química das paixões eleitorais? Haveria metade da soberania popular disposta a votar em um candidato do qual a TV diz ser corrupto 100%? Este é um problema da história, alucinante. Jair Bolsonaro já governou o Brasil. Como prometeu, procurou desintegrar o Estado republicano democrático ´para instalar uma ditadura teológica cristã-militarizada. Foi condenado pelo STF à cerca de 23 anos de càrcere. Hoje, a situação mudou? O Estado jurídico 1988 do STF foi o agente da defesa da civilização brasileira contra a barbárie do clã jair bolsonaro. O guru nacional da desintegração brasileira foi o Olavo de Carvalho.
Há hoje um guru internacional na presidência da república dos EUA: Donald Trump. Este ataca as Emendas constitucionais e apenas os tribunais defendem a república democrática do governo ditatorial macabro de Trump. Ele rasgou a <liberdade de imprensa> ao proibir jornais de cobrirem a casa Branca. Um tribunal setenciou contra a quebra da liberdade, mas Trump continua impedindo que os jornalistas entrem na Casa Branca. A crise da constitucionalidade do sistema de tribunal é um estado avançado da destruição do Estado republicano americano. Como a globalização neoliberal pós-modernista substituiu o significante república pelo de semiodemocracia audiovisual, os americanos e o Ocidente falam em crise da democracia, não falam da crise da república dos Pais Fundadores.
O clã jairbolsonaro é a ontologia da barbárie, coisa dita por eles próprios. Eles querem destruir a ontologia da civilização brasileira que começou a ser fabicrada desde o século XIX - com o general intellect gramatical de um D. pedro II e os poetas e, também, romancistas como José de Alencar e Machado de Assis. Este criou a ABL que é uma síntese, por época cultural, da civilização brasileira. Lula da Silva fez do sistema de universidade federal uma síntese da nossa da civilização de hoje do Estado nacional, territorial, republicano. O filho de Jair anuncia a destruição das ciências humanas. Vai investir o capital do Estado em tecnologia e IA. O clã jairbolsonaro tem Jair e Michelle Bolsonaro e o pastor ministro do STF como signos de DEUS, de Jesus acima do Estado republicano e sua Constituição republicana 1988. Tal fato é a bárbarie cristã contra a civilização laica republicana? Michelle e o juiz do STF representam o desejo químico ardente de pôr um Estado teológico cristão no lugar da república secular brasileiríssima. Jornalistas da velha guarda dizem que essa análise do Brasil como cultura política é fenomenologia. Pois na ontologia da política, o clã jairbolsonaro representa a barbárie do banditismo das elites do capital - que tomou conta de grandes cidades: com um Bolsonaro novamente no governo federal, o gangsterismo trumpista completará sua obra marron de destruição da civilização republicana?
O FIM DO BRASIL?
A eleição de outubro presidencial de 2026 tem dois candidatos na frente das pesquisas eleitorais. Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. Lula é profundamente e intensamente identificado quimicamente com o Brasil. Flávio usa os simbolos da Nação como o verde e amarelo, mas tem como heró Donald Trump. O clã jairbolsonaro é profundamente e intensamente identificado com os EUA. Se Lula é o Brasil, Flávio ´´e o fim do Brasil.
A vitória de Flávio B põe problemas que a esquerda procura não levar a sério. O Nordeste vota em peso no Lula assim como o Sul vota em Flávio. O Nordeste é uma região geográfica econômica muito voltado para seu desenvolvimeto econômico e civilizacional. Trata-se de uma cultura política muito antiga e identificada quimicamente com o Brasil-nação do século XIX de d. Pedro II e do cearence josé de Alencar. A elite intelectual do Nordeste sempre foi um general intellect gramatical nacional exuberante. Se Flávio B se tornar governo de Brasília as comportas se abrião em contradições econõmicas, políticas e na contradição civilização nordestina brasileira contra a barbárie bolsonarista do eixo Rio/São Paulo. O governo de Flávio Bolsonaro quer desintegrar a civilização brasileira e o Nordeste sintetiza essa civilização na atualidade contra um Rio/São Paulo de elites trumpistas. Este é um problema prático e real que a vitória de Flávio B trás para o país...
TRUMP E O ESTADO NACIONAL
Vive-se uma época do ocaso do Estado nacional provocado pela metaideologia da globalização liberal pós-modernista? Trump encontrou uma função histórica para o Estado nacional dos EUA na acumulação de capital? Trump faz das Forças Armadas um meio de controle de terrotórios nas Américas? Países da América do Sul se agregaram à estratégia de Trump de usar o soldado como parte da geopolítica do capital americano. Parece que a direita latino-americana quer seguí-lo na guerra ao narcotráfico caracterizado por lei americana como organização terrorista. Trump propõe aos governos da direita lutar por recursos naturais com o narcotráfico do Brasil e latino-americano. Não é sandice. A big tech precisa dos minerais raros existentes no Brasil e na América Latina. A guerra ao narcoterrorismo assinala o fim do Estado nacional [ou seu enfraquecimento caso suas forças armadas não sejam capazes de defender o território e o Estado nacional. Essa é a ontologia fenomenológica das Américas nessa história que decreta o fim da soberania nacional como ontologia fenomenológica da história das Américas. O Brasil se tornou a bola da vez o tesouro de minerais raros e de outros recursos naturais a serem explorados pelos países do grupo trumpista. A nossa eleição de 2026 decide se haverá resistência à Trump ou se as elites do Brasil dividirão, pacificamente, o Brasil com ele e vizinhos latino-americanos.
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A ontologia de Hobbes define o Estado como efeito da gramática da libido química das paixões [movimentos involuntários] da multidão pelo medo do terror pânico:
“O <medo> sem se saber por que ou de que se chama <terror pânico>, nome que lhe vem das fábulas que faziam de <Pan> seu autor. Com efeito, existe sempre em quem primeiro sente esse medo uma certa compreensão da causa, embora os restantes fujam devido ao exemplo, cada um supondo que seu companheiro sabe porquê. Portanto, esta paixão só ocorre numa turba ou multidão de pessoas”.
(Hobbes. Leviatã. SP: Abril Cultural, 1974, 40).
A fenomenologia da segurança da multidão faz o Estado na gramática das paixões da libido química como ontologia da multidão como uno:
“As formas de linguagem através das quais se exprimem as paixões [...]”. (Hobbes. Idem: 42).
Como Deus mortal hobbesiano, o Estado é a multidão como plurivocidade de gramática das paixões libidinais químicas:
“Cedo e transfiro meu direito de governar-me a mim mesmo e este homem, ou a esta assembleia de homens, com a condição de transferires a ele teu direito, autorizando de maneira semelhante todas as suas ações. Feito isto, à multidão assim unida numa só pessoa se chama ,Estado>, em latim <civitas> É esta a geração daquele grande <leviatã>, ou antes (para falar em termos mais reverentes) daquele <Deus mortal>,, ao qual devemos, abaixo do Deus mortal, nossa paz e defesa. Pois graças a esta autoridade que lhe é dada por cada indivíduo no Estado, é-lhe conferido o uso de tamanho poder e força que o terror assim inspirado o torna capaz de conformar as vontades de todos eles, no sentido de paz em seu próprio país, e da ajuda mútua contra os inimigos estrangeiros”. (Hobbes. IdeM; 109-110).
O Estado é a ontologia fenomenológica de um poder d’ars de governar realista fantástica, pois, pelo aterrorizar e ser aterrorizado pelas massas. O Estado Deus mortal é uma gramática química… de organizar o ethos e pathos, eros e tanatos, fazer o bem e o mal, ser o bom e o mau como fenomenologia da prática política em geral não generalizável, portanto com exceção. A fenomenologia política de Donald Trump procura hoje destruir o Estado como Deus mortal ontológico dos outros. O Estado de Trump é uma ontologia do Deus mortal que quer o monopólio da mortalidade sagrada. É um Estado pós-capitalista da química libidinal das paixões mercantilistas do capital americano como o protecionismo e o monopólio do poder d’ars realista fantástico internacional.
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BLOCO HISTÓRICO E OUTUBRO
A eleição de outubro de 2026 aparece como um combate entre dois blocos históricos em torno dos dois candidatos ao governo nacional? Um bloco histórico é o de Lula da Silva e o outro do clã jurídico de Estado jairbolsonaro? Qual a diferença ontológica fenomenológica entre eles? O bloco lulista procura ser uma prática política como revolução barroca-iluminista dentro da ordem republicana de 1988. O bloco jairbolsonarista se caracteriza por ser uma vontade de poder fenilestética de desintegração da república democrática de 1988.
O senador Flávio Bolsonaro é a síntese biográfica do Brasil profundo do Rio de Janeiro. (Bandeira da Silveira. Brasil profundo. amazon, 2021). Trata-se de um bloco histórico do crime organizado metamaterialista como prática política no território e na práxis política da big tech, economia, política e ideologia química. A Meta está envolvida com a campanha de Flávio B tanto quanto o juiz Mendonça do STF. Então, o bloco subpolítico criminoso abrange desde a cúpula doo judiciário até a Faria Lima como organização criminosa do Banco Mater de Vorcaro, que está sendo investigado por inúmeros crimes do código penal. Vorcaro é associado pela imprensa e pelo governo nacional ao PCC. Vorcaro se encontra em prisão preventiva aguardando seu julgamento. O bloco subpolítico quimiocriminoso tem como meta dar o perdão presidencial a Jair Bolsonaro e a seus generais comparsas do golpe de Estado de Janeiro de 2023. O bloco histórico jairbolsonarista tem base na economia brasileira, seja com a big tech Meta, seja com empresários e Banco da Faria Lima. Na cena política, ele junta os partidos da bancada b.b.b. [boi, bala, bíblia) e a facção jairbolonaro do Congresso. No campo das ideologias, ele parece trabalhar na infraestrutura ideológica da libido química das paixões eleitorais criminosas do pathos, tanatos, fazer o mal para o inimigo PT-lulista e para o Brasil.
Como o bloco histórico de Lula representa o Brasil-nação, o bloco de Flávio Bolsonaro o fim do Brasil-nação, isto é, o fim do Brasil como civilização republicana nos trópicos. O bloco PT-lulista quer aprofundar a civilização da revolução barroca-iluminista iniciada pelos constituintes da Constituição de 1988. Já o bloco subpolítico flavista b. quer não deixar pedra sobre pedra da civilização brasileira barroca-iluminista-republicana.
Outubro de 2026 decidirá o que será do país!
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A ontologia fenomenológica de Charles Tilly define o Estado como ontologia e a forma de governo como fenomenologia:
“Definimos os estados como aquelas organizações que aplicam coerção, distintas das famílias e dos grupos de parentesco e que em alguns aspectos exercem prioridade manifesta sobre todas as outras organizações dentro de extensos territórios. O termo abrange, portanto, as cidades-estado, os impérios, as teocracias e muitas outras formas de governo, mas excluiu como tais as tribos, as linhanges, as firmas e as igrejas”. (Charles Tilly. Coerção, capital e Estados europeus. SP:edusp, 1996, 46).
Como Tilly trabalha com o capital sua ontologia fenomenológica requer um suplemento crítico:
“O que faz desaparecer o sistema de Estado da antiguidade é o modo de produção escravista estabelecendo a afecção quimilato aura sacra famme como superconsumo, e como consumo louco de luxo; o que faz desaparecer o Estado territorial nacional é a auri sacra fame como capital que na sua expansão tem o Estado como obstáculo. Por outro lado, o Estado republicano protege as afecções quimilato como direito fundamental individual e o direito político das massas como revolução barroca republicana. O capital tem que desintegrar o Estado republicano, e, por conseguinte, as massas republicanas. O capital é a contradição viva com o republicanismo das massas revolucionárias”. (Bandeira da Silveira. Ciência política metamaterialista…amazon, 2026, 29).
A ontologia fenomenológica de Engels faz pendant com o capital, e,assim, ela permanece com o Estado como aparelho repressivo em um território extenso?
“Em nenhuma parte melhor do que na antiga Atenas podemos observar como o Estado se desenvolveu, ao menos na primeira fase da sua evolução, com a transformação e substituição parciais dos órgãos da constituição gentílica, até completamente instauradas autoridades com poderes realmentes governamentais - quando uma ‘força pública’ armada, a serviço dessas autoridades (e que, por seguinte, podia ser dirigida contra o povo), usurpou o lugar do verdadeiro ‘povo em armas’, que havia organizado sua autodefesa nas gens, nas fratrias e nas tribos. Morgan descreve principalmente as modificações formais; as condições econômicas que as produziram, tive eu mesmo que acestentá-las, em grande parte”. (Engels. Origem da família, da propriedade e do Estado. RJ: Civilização brasileira, 1979, 120
Engels diz (que o governo como poder d’ars) só existe a partir do estabelecimento do Estado-aparelho. O poder governamental já está além do modo de produção tribalista. Assim, ele, enquanto aparelho, pode ser dirigido pelo dominante contra as massas populares e indivíduos (líderes carismáticos) dessas massa. O governo depende do Estado jurídico do dominante? No modo de produção tribalista, há as massas em armas nas guerras metamaterialistas tribalistas. Neste modo de produção, a lógica econômica do materialismo histórico da guerra faz pendant com a lógica da gramática libidinal química das paixões hobbesianas com causas da guerra.
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Em Marx, a ontologia fenomenológica do Estado se contrapõe à sua metaideologia do Estado - como suprestrutura
“A prática do trabalho objetivado em capital é um poder realista fantástico de domínio sobre o trabalhador. A relação governante/governado, dominante/dominado, desaparece no sistema fabril. A forma de governo despótica do capital é um poder realista fantástico criado pelo trabalho objetivado como valor do capital. Não são as leis econômicas (Duménil: 1978) do capitalismo, e sim uma tela de gramática do trabalho objetivado produtor de mais-valor: De te fabula narratur!( Sur toi c’est ici rapporté!)”. (Bandeira da Silveira. Ciência política metamaterialista…, 131-32).
O modo de produção capitalista cria uma fenomenologia de forma de governo que não é superestrutural. O capital capitalista produz uma fenomenologia do Estado na infraestrutura econômica, isto é, no sistema fabril:
“O Estado hegeliano de Gramsci é aparelho de Estado e aparelho de hegemonia. É uma concepção quase idealista. Marx pensa o Estado na gramática do capital como Estado jurídico que articula o direito de propriedade capitalista à prática econômica do proprietário capitalista [...] A propriedade fundada no próprio trabalho seria isso um efeito do poder realista realista da não separação completa entre propriedade e trabalho, entre riqueza e trabalho. A separação completa já é o efeito de um poder realista fantástico do capital como proprietário do Estado jurídico? Diz Marx, Estado burguês como comitê do capital” (Bandeira da Silveira. ciência política…138-139).
A democracia representativa cria a ilusão metamaterialista, química libidinal, de que o Estado é propriedade do representante a partir da soberania popular do presidencialismo nas Américas. O poder de Estado não existe como poder do aparelho de Estado? O poder é aquele da fenomenologia despótica do capital na infraestrutura do sistema fabril. A partir daí verifica-se o território das ideologias químicas do capital que se contrapõe às ideologias superestruturais, retóricas:
“A propriedade fundada no próprio trabalho seria isso um efeito dd poder realista realista da não separação completa entre propriedade e trabalho, entre riqueza e trabalho. A separação completa já é um efeito de um poder realista fantástico do capital como proprietário do Estado jurídico como comitê do capital [...] O Estado do capitall não estabelece uma igualdade entre capital e trabalho. O Estado do capital jamais será uma forma de governo republicana. Assim, a prática política da modernidade petrificada é esse antagonismo permanente entre o Estado do capital e o Estado republicano. A riqueza produzida pelo trabalho excedente jamais será republicana. Uma outra superfície da prática política é a apropriação do mais-valor público, fiscal, entre as classes sociais de uma república em subsunção ao Estado jurídico do capital”. (Bandeira da Silveira. Ciência política…, 138, 139, 141).
Como a realidade mundial é aquela da acumulação de capital, seja do pós-capitalismo mercantilista, seja do capital com mais-valia relativa e absoluta, este modo de produção de acumulaã de capital tende a produzir um Estado cesarista mercantilista pós-capitalista como hegemônico no sistema das relações internacionais. Como comparação, ver, na ontologia fenomenológica de Rosa, a relação com o Estado nacional cesarista na acumulação de capital do neomercantilismo capitalista europeu. (Rosa Luxemburg. Acumulação de capital. RJ: Zahar, 1970, capítulo XXXI). Em Rosa, a acumulação de capital cria um território econômico mundial [paraconsistente de Newton da Costa] entre acumulação mercantilista e acumulação capitalista, isto é, livre cambista. A ontologia fenomenológica do Estado cesarista europeu deve ser observado à partir da acumulação de capital mercantilista capitalista.
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