JOSE DE ALENCAR (2026)
LÓGICA QUIMÍCA METAMATERIALISTA
A lógica começa com Aristóteles, ela é o princípio da realidade da não contradição, é o realismo realismo puro. Com Milton da Costa, ela chega á lógica paraconsistente, com o poder d'ars realista fantástico da realidade objetiva que suporta a paraconsistência. A lógica moderna segue a razão clássica e a teologia dualista na qual o Estado territorial nacional encontra-se separado do mundo privado do capital. Com a big tech Aristóteles e a paraconsistência passam a conduzir a realidade do pós-capitalismo mercantilista virtual mundial fazendo pendant com a lógica moderna do capitalismo republicanista. A metaideolgia do mundo atual combina capitalismo e pós-capitalismo em uma realidade da lógica química da afecção. É o fim da teologia metafísica dualista na qual o Estado é o espaço público e o capital é o mundo privado? Esse processo histórico está acontecendo, mas ele depende das lutas e guerra civil entre o Estado republicano territorial nacional e o capital da big tech. As américas se tornaram o território geográfico virtual dessa história química metamateriaista.
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A Revolução Francesa cria uma metaidologia do Estado republicano iluminista-barroco (Tocqueville. L’ancien régime et la Révolution. Gallimard. 1967) como ethos e pathos, eros e tanatos, fazer o bem e fazer o mal ao mesmo tempo. Ela é lógica química metamaterialista das massas revolucionárias. Nela, a ideia de Platão é fenilideia. Desce do celestial das ideias à terra pagã do banho de sangue: virtude e terror. No Brasil, a fenilideia aparece no romance e Machado de Assis:
“A fenilideia gramatical existe em uma tela fenilgramatical do cérebro que afeta as afecções, emoções e podem provocar a produção de mais-gozar fenilgramatical, e este pode levar o modo de ser psíquico do indivíduo ao colapso total [...]”. (Bandeira da Silveira. Língua - Fenilato. Amazon, 2025: cap. 2, 13)).
Na atualidade de 2026, o jornalismo audiovisual domina a cena estética da cultura brasileira. Ele tece uma teia de aranha sobre a realidade objetiva dos objetos químiosubjetivos estéticos substitutos do objeto quimiosubjetivo do romance do poder estético. A estrutura reficcional do tempo narrativo tik tok é ampliada para o tempo narrativo de um dia a três. Narrativa de novelo curto como laço estético da audiência que aparece como objeto quimiosubjetivo totalizante do Brasil profundo. (Bandeira da Silveira. Brasil Profundo. amazon). Portanto, a estética da superfície profunda do aterrorizar/ser aterrorizado audiovisual é soberana no espaço público das massas analíticas mass media.
No século XIX, o jornalismo era linha auxiliar estética da soberania do artista da poesia e do romance do poder estético (Frederick Karl. O moderno e o modernismo. Imago: 1988) do império de d. Pedro II na fabricação do Estado republicano territorial nacional iluminista-barroco. É o Uno da realidade do século monárquico como “potência e ato em ato plotiniano. (J-M Narbonne. La métaphysique de Plotin. J. Vrin: 1994: 31) D Pedro II foi hegemonikon que com objeto quimiosubjetivo repubicanizou a vida nacional da capital, o Rio de Janeiro. Na atualidade de 2026, o jornalismo audiovisual é o ersatz de artista como pastiche do poder estético que faz a novela de tempo narrativo tik tok extenso que vícia uma parte da cultura nacional do cosmopolitismo falso, falseado, em falsete.
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Há ciência política metamaterialista em José de Alencar da fenilideia machadiana?
“A palavra, esse dom celeste que Deus deu ao homem e recusou a todos os outros animais, é a mais sublime expressão da natureza; ela revela o poder do Criador, e reflete toda a grandeza de sua obra divina”.
[...]
“Mensageira invisível da ideia, íris celeste do nosso espírito, ela agita as suas asas douradas, murmura ao nosso ouvido docemente, brinca ligeira e atravessa na imaginação, embala-nos em sonhos fagueiros, ou nas suaves recordações do passado”.
“Reveste todas as formas, reproduz todas as variações e nuanças do pensamento, percorre todas as notas dessa gama sublime do coração humano, desde o sorriso até a lágrima, desde o suspiro até o soluço, desde o gemido até o grito rouco e agonizante”.
[...]
“O sentimento faz dela a chave dourada que abre o coração ás suas emoções do prazer, como o raio do sol que desata o botão de uma rosa cheia de viço e de fragrância”. (Jose de Alencar. Obras Completas. v 4. Cartas sobre a Confederação dos Tamoios. RJ: Nova Aguilar: 812-813).
Por analogia gramatical, a palavra alencariana é fenilpalavra como expressão da natureza da vida química da afecções. Ela pode ser a expressão do sentimento que a dota de emoção no metamaterialismo da realidade do objeto quimioestetico. Há uma analogia possível entre o fenilconceito de Chaïm Perelman e a fenilpalavra alencariana:
“Tout définition d’une notion fortement colorée au point de vue affectif transporte cette coloration affective sur le sens conceptuel qu’on décide de lui attribuer [...] Chaque fois qu’un tel transfert s’opère, la définition n’est ni analytique ni arbitraire car, par son intermédiaire, om affirme un jugement synthétique, l’existence d’un lien unissant un concept à une émotion”. (Chaïm Perelman. Éthique et Droit. Editions de L’Universite de Bruxelles. 1990: 15).
O liame metamaterial sentimental entre o juízo sintético e a emoção, isto é, um conceito e uma emoção, também, ocorre como liame metamaterial entre a fenilpalavra e a realidade da vida química afeccional no romance do poder estético barroco.
Alencar:
“O mestre, o magistrado, o padre, o historiador, no exercício do seus respeitável sacerdócio da inteligência, da justiça, da religião e da humanidade, devem fazer da palavra uma ciência; mas o poeta e o orador devem ser artistas, e estudar no vocabulário humano todos os seus segredos mais íntimos, como o músico que estuda as mais ligeiras vibrações das cordas de seus instrumento, como o pintor que estuda todos os efeitos da luz nos claros e escuros”. (José de Alencar. Idem: 813).
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