quarta-feira, 20 de maio de 2026

JOSÉ DE ALENCAR (2026)

 JOSE DE ALENCAR (2026)


LÓGICA QUIMÍCA METAMATERIALISTA 


A lógica começa com Aristóteles, ela é o princípio da realidade da não contradição, é o realismo realismo puro. Com Milton da Costa, ela chega á lógica paraconsistente, com o poder d'ars realista fantástico da realidade objetiva que suporta a paraconsistência. A lógica moderna segue a razão clássica e a teologia dualista na qual o Estado territorial nacional encontra-se separado do mundo privado do capital. Com a big tech Aristóteles e a paraconsistência passam a conduzir a realidade do pós-capitalismo mercantilista virtual mundial fazendo pendant com a lógica moderna do capitalismo republicanista. A metaideolgia do mundo atual combina capitalismo e pós-capitalismo em uma realidade da lógica química da afecção. É o fim da teologia metafísica dualista na qual o Estado é o espaço público e o capital é o mundo privado? Esse processo histórico está acontecendo, mas ele depende das lutas e guerra civil entre o Estado republicano territorial nacional e o capital da big tech. As américas se tornaram o território geográfico virtual dessa história química metamateriaista.

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A Revolução Francesa cria uma metaidologia do Estado republicano iluminista-barroco (Tocqueville. L’ancien régime et la Révolution. Gallimard. 1967) como ethos e pathos, eros e tanatos, fazer o bem e fazer o mal ao mesmo tempo. Ela é lógica química metamaterialista das massas revolucionárias. Nela, a ideia de Platão é fenilideia. Desce do celestial  das ideias à terra pagã do banho de sangue: virtude e terror. No Brasil, a fenilideia aparece no romance e Machado de Assis:

“A fenilideia gramatical existe em uma tela fenilgramatical do cérebro que afeta as afecções, emoções e podem provocar a produção de mais-gozar fenilgramatical, e este pode levar o modo de ser psíquico do indivíduo ao colapso total [...]”. (Bandeira da Silveira. Língua - Fenilato. Amazon, 2025: cap. 2, 13)).   

Na atualidade de 2026, o jornalismo audiovisual domina a cena estética da cultura brasileira. Ele tece uma teia de aranha sobre a realidade objetiva dos objetos químiosubjetivos estéticos substitutos do objeto quimiosubjetivo do romance do poder estético. A estrutura ficcional ficcional do tempo  narrativo tik tok é ampliada para o tempo narrativo de um dia a três. Narrativa de novelo curto como aço estético da audiência que aparece como objeto quimiosubjetivo totalizante do Brasil profundo. (Bandeira da Silveira. Brasil Profundo. amazon). Portanto, a estética da superfície profunda do aterrorizar/ser aterrorizado audiovisual é soberana no espaço público das massas analíticas mass media.
No século XIX, o jornalismo era linha auxiliar estética da soberania do artista da poesia e do romance do poder estético (Frederick Karl. O moderno e o modernismo. Imago: 1988) do império de d. Pedro II na fabricação do Estado republicano territorial nacional iluminista-barroco. O Uno da realidade do século monárquico como “potência e ato em ato plotiniano. D Pedro II foi  hegemonikon que com objeto quimiosubjetivo repubicanizou a vida nacional da capital, o Rio de Janeiro. Na atualidade de 2026, o jornalismo audiovisual é o ersatz de artista como poder estético que faz a novela de tempo narrativo tik tok extenso que vícia uma parte da cultura nacional do cosmopolitismo falso, falseado, em falsete.  

  

   

      


 

  




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