MODERNIDADE2026
Com Descartes, a revolução moderna é revolução contra a forma geral e universal do romance RSI (Real, Simbólico, Imaginário). A revolução produz a <subjetividade moderna>:
“La conception moderne de la raison comme conscience de soi subjective, conception formulée au moyen de représentation quai-mathématiques du monde , fut au départ proposée comme véhicule de l1émancipation dans un certain nombre de domaines. Aux yeux de Descartes, la raison devait fournir les moyens grâce auxquels l’homme pourrait se ,rendre maître et possesseur de la nature>; de même, elle commandait à l’homme de se hisser au-dessus des paissions naturelles et de se maîtriser conformément aux lois propres de cette raison”. (Cascardi: 31).
A modernidade deve romper como o romance RSI da tradição ocidental greco-romana-medieval da gramática, da história, da poesia, da retórica (Descartes. 1973: nota 5, p. 38):
“Fui nutrido nas letras, desde a infância, e por me haver persuadido de que, por meio delas, se podia adquririr um conhecimento claro e seguro de tudo o que é útil à vida, sentia extraordinário desejo de aprendê-las. Mas, logo que termineiesse todo esse curso de estudos, ao cabo do qual se costuma ser recebido na classe dos doutos, mudei inteiramente de opiião. Pois me achava enleado em tantas dúvidas e erros, que me parecia não haver obtido outro proveito, procurando instruir-me, senão cada vez mais na minha ignorância [...] E, enfim, o nosso século parecia-me tão florescente e tão fértil em bons espíritos como qualquer dos precedentes. O que me levava a tomar a liberdade de julgar por mim todos os outros e de pensar que não existia doutrina no mundo que fosse tal como dantes me haviam feito esperar”. (Descartes. Idem: 38-39).
Fundar a <subjetividade> no lugar da alma/corpo dos antigos…, eis o projeto da modernidade:
“E entre as várias opiniões igualmente aceitas, escolhia apenas as mais moderadas; tanto porque são sempre as mais cômodas para a prática, e verossimilmente as melhores, pois todo execesso costuma ser mau, como também a fim de desviar menos do verdadeir caminho, caso eu falhasse, do que, tendo escolhido um dos extremos, fosse o outro vo que deveria ter seguido. E, particularmente, colocava entre os excessos todas as promessas pelas quais se cerceia em algo a própria liberdade”. (Descartes. Idem: 50).
A contrarrevolução pós-modernista procurou desintegrar a gramática subjetividade, não deixando sequer a poeira da verossimilhança do romance RSI da <verdade> matemática do mundo como modernidade. A liberdade da subjetividade de pensar o mundo sem o passado estético, eis o que a contrarrrevolução pós-modernista enterrou em um sepulcro eterno. A nova modernidade só pode existir retomando a subjetividade com passado de uma tela de plurivocidade de poder estético.
2
A subjetividade modernista é um corte de um novo tipo gramatical com o passado das línguas da antiguidade, não é um corte barroco de conciliação da antiguidade com a modernidade:
“Descartes proposait un programme d’autocritique qui exigeait que soient rejetées la sagesse des Anciens et l’expérience cumulée du passé en faveurs des vérités de la raison que ouvait certifier l1espriti réfléchissant sur lui-même”. (Cascardi: 34).
Verdades da tradição e verdades da razão cartesiana, eis o kid da gramática de Descartes:
“Ela culmina em uma dúvida universal que põe em questão a verdade de todas as representações e, portanto, a realidade atual de todos os conteúdos de consciência, mas não os atos conscientes (as diversas maneiras de pensar), em particular o ato de representar”.
“Ao apresentar o conteúdo que exibe na consciência como uma coisa, a ideia o distingue de qualquer outro conteudo que podeeria ser interpretado como uma afecção do próprio sujeito: <o que> ela apresenta, ela apresenta como coisa, isto é, como um conteúdo de determinado que não é nem uma afecção nem a mera consciência de uma afecção (ou a consciência de um ‘estado subjetvo; o que ela apesenta como um conteúdo determinado está ,diante> e, por isso, se opõe ao próprio sujeito. assim, as ideias como representações têm a função de opro [<obversari>] ao sujeito na consciência os conteudos que ela tornam presentes”. (Landim Filho: 60).
A subjetividade moderna rechaça a ligação com a língua qumilato da metamatéria das afecções hobbesianas. (Hobbes; Capítulo 5). A pós-modernidade implodiu todas as categorias da língua cartesiana como; sujeito/objeto, consciência individual etc. Na nova modernidade do século XXI, a subjetividade não é desligada da língua phenylato das afecções. (Bandeira da Silveira. Língua -Fenilato, marco/2025).
A subjetividade modernista se desenvolve com a economia política e a crítica da economia política do capitalismo da sociedade industrial. As línguas de Adam Smith e Marx estabelecem um poder estético realista realista do capital sem ligação com a língua da metamatéria phenylato?
O Cogito ergo sum é um ato de consciência que envolve uma ideia que torna o sujeito consciente de seu ato de consciência”. (Landim: 58).
O cogito ergo sum é um hegemonikon capitalista que ignora a relação da língua do capital industrial com a língua phenylato natural da população trabalhadora? Nem Adam nem Marx observaram tal fenilatofenômeno do capitalismo moderno? o poder estético realista realista do capital moderno exclui da civilização capitalista a língua quimilato metamaterial da população trabalhadora produtora de valor de troca como riqueza material e espiritual da sociedade capitalista?
3
Nenhum comentário:
Postar um comentário