segunda-feira, 24 de abril de 2017

AMÉRICA: “THE TIME IS OUT OF JOINT”


AMÉRICA: “THE TIME IS OUT OF JOINT”
                                                             (HAMLET)

José Paulo 
                                                  O ESQUECIDO PETER

Peter Drucker lançou o conceito de sociedade pós-capitalista certo de que ele seria o início de uma revolução na língua da sociedade do capital mundial. Nessa revolução cultural fracassada, a administração tomaria o lugar de rainha das ciências humanas. Como o conceito não foi absorvido pela cultura universitária e jornalística em extensão, a sociedade pós-capitalista permaneceu descansando, esquecida, em uma gaveta da escrivaninha do papa das teorias da organização P. D., chefe absoluto do departamento de sociologia das organizações de Harvard. Peter D. tem cerca de dez livros traduzidos no Brasil, mas seu pensamento não foi além das salas de aula dos inócuos e invisíveis departamentos de teorias da administração.

Peter D. considerou que o fim da URSS e do socialismo real do leste europeu significava o fim de uma espécie de história do comunismo ocidental e do marxismo, nos anos 1989-1990. (Drucker: XVI). De fato, a adesão da China comunista ao Ocidente capitalista significava o início claro de uma sintetização capitalismo e comunismo como o ponto de partida de um novo mundo pós-capitalista e pós-comunista?

Meu intento é retomar as ideias de Peter depois de mais de duas décadas de sua feitura e esquecimento.
.                                                                                                      II

Hoje, está se tornando cada vez mais claro que a língua da sociedade e da política mundial não se coaduna com os fatos da sociedade dos artefatos políticos mundiais. Cai bem evocar o falecido filósofo egípcio Derrida e o seu tempo louco da língua que define uma época Shakespeariana - com conjuntura gramatical indeterminada?

King. It shall be so: Madness in great ones must not un watch’d go [Exeunt]. (Shakespeare. 1982: 813). (Rei. Assim será feito. A loucura dos grandes precisa ser vigiada [saem]). (Shakespeare: 1988: 570).

Mas e se o próprio tempo gramatical enlouquece na América - o que fazer?

Trata-se então:
“Agora os espectros de Marx. Mas agora sem conjuntura. Um agora dasajuntado ou desajustado, ‘out of joint’, um agora desencaixado que sempre corre o risco de nada manter junto, na firme conjunção de algum contexto, cujas bordas seriam ainda determináveis).

Os espectros de Marx. Por que esse plural? Haveria mais de uma? Mais de um, isso pode significar uma multidão, quando não massas, a horda ou a sociedade, ou então uma população qualquer de fantasmas com ou sem povo, tal comunidade com ou sem chefe – mas também o menos de um da pura e simples dispersão”. (Derrida. 1994: 17; 1993: 21 ).

O fantasma da dissipação da sociedade mundial capitalista do americanismo hoje é um impossível freudiano como os impossíveis: governar, educar e analisar? (Freud. V. XXIII: 282). A dissipação menos de um de Peter Drucker não é o grau zero do significante gramatical sociedade capitalista? 

Trata-se da dissipação além do laço social lacaniano no real do ser de nosso tempo, pois, é a dissipação do laço gramatical real da sociedade dos fatos do americanismo de agora e do futuro. Desaparecimento no horizonte de qualquer fantasma do futuro americano?  

A dissipação do laço gramatical do americanismo como efeito de sentido do real na realidade mundial não significa que The time is out of joint? O tempo do Significante-mestre gramatical capitalista (S1gc) está fora do eixo do mundo, ou melhor, é a gramática da sociedade ‘out of joint’, sem conjuntura política gramatical.  Então, os espectros da física da sgrammaticatura da dissipação jogam seu louco jogo dissipativo com os habitantes da terra, a flora e a fauna no espaço espectral que é a aparência da semblância do que se parece com política nacional ou mundial.

Act I. Scene V. The time is out of joint.

Ato I. Cena 5. Hamlet – Acalma-te, acalma-te, espírito inquieto! (Horácio e Marcelo juram). Assim, cavalheiros, com toda minha amizade eu me recomendo a vós. E tudo que puder fazer um homem pobre como Hamlet, para mostrar-vos seu amor e sua fidelidade, sendo vontade de Deus, será feito. Entremos juntos e conservai, sempre, o dedo nos lábios, é o que vos peço. O mundo está fora dos eixos. Oh! Maldita sorte... Porque nasci para colocá-lo em ordem! Mas, vinde, entremos juntos.  [Saem]. (Shakespeare. 1988: 551).

Peter se viu como nosso Príncipe Drucker da Dinamarca do colapso do americanismo?  Por que sua nova língua e seu novo tempo foram desacreditados, imolados, desossados?
                                                                                             III

O nosso Príncipe do Egito parisiense Derrida anteviu nosso século XXI:
“Blanchot não nomeia aqui Shakespeare, mas não posso entender ‘desde Marx’, desde Marx, sem entender, como Marx, ‘desde Shakespeare’. Manter junto o que não se mantém junto, e o disparate mesmo, o mesmo disparate, isso não se pode pensar, voltaremos incessantemente a referir-nos a isso como à espectralidade do espectro, senão em um tempo do presente deslocado, na junção de um tempo radicalmente dis-junto, sem conjunção assegurada. Não em um tempo de junções negadas, quebradas, maltratadas, disfuncionantes, desajustadas, segundo um dis de oposição negativa e de disjunção dialética, mas em um tempo sem junção assegurada nem conjunção determinável.  O que se diz aqui do tempo é válido também, por conseguinte, ou por isso mesmo, para a história, mesmo se esta última pode consistir em consertar, nos efeitos da conjuntura, e se trata aqui do mundo, a disjunção temporal: ‘The time is out of joint’, o tempo está desarticulado, demitido, desconjuntado, deslocado, o tempo está desconcertado, consertado e desconcertado, desordenado, ao mesmo tempo   desregrado e louco. O mundo está fora dos eixos, o mundo se encontra deportado, fora de si mesmo, desajustado. Diz Hamlet. (Derrida. 1994: 34-35: 1993: 41-42).     

Um tempo de transdialética gramatical sgrammaticatura negra, portanto, se segurando na tábua de salvação de um ersatz de gramática conjuntural da sociedade da política mundial do americanismo ‘out of joint’.            

O nosso tempo está louco, diz o nosso Hamlet Derrida, pois, a língua do capitalismo não tem mais efeito gramatical real na realidade da sociedade dos fatos mundial.  A língua está loucamente enlouquecida na alta cultural (universidade, digitalis das belas-letras e nas ciências naturalis do Prêmio Nobel) e na baixa-cultura prosaica, vulgar ou não, das mídias virtuais eletrônica e digital enlouquecida? Eis a interrogação que a ignorada sociedade pós-capitalista não deixa de pôr e repor - todo santo dia - para nós? Afinal, qual a junção que a física do Nobel faz do nosso tempo com a língua mundial do capital: Linguagem da oligarquia política financeira mundial?         

                                                 O PRÍNCIPE NEGRO PETER    

O esquecimento de Peter se deve a sua profecia racional weberiana (Weber: 316) inconsistente, imaginada e materializada na escrita publicada sobre a sociedade pós-capitalista; A profecia racional weberiana de um pós-capitalismo burocrático é distinto da de Peter: “Portanto, é o Estado racional que assegura ao capitalismo as possibilidades de subsistência; enquanto não cede seu lugar a um império mundial, o capitalismo pode perdurar”. (Weber: 297).

Peter diz também que seu livro é o efeito do fim da dialética capitalismo americano versus comunismo da URSS:
“Só então um livro como este tronou-se possível: um livro que não é uma previsão, mas uma descrição, que não é futurista, mas um apelo à ação aqui e agora”. (Drucker: XV).

Na sociedade pós-capitalista desaparece qualquer forma de sociedade de classes sociais? A sociedade pós-capitalista não é a passagem da forma do capital material-industrial moderno para o capital industrial simbólico no comando da economia mundial? Este caminho foi percorrido com muita cautela pelo Marxista Pierre Bourdieu em vários livros. Veja leitor, o Raisons pratiques. Sur la théorie de l’action. Bourdieu diz: “A reprodução da estrutura de distribuição do capital cultural se dá na relação entre as estratégias das famílias e a lógica específica da instituição escolar”. (Bourdieu. 1996: 35; 1994: 39).

Com Bourdieu, o leitor não pode imaginar uma sociedade sociológica de classes gramaticais com o burguês cultural no comando da política mundial fazendo pendant com a oligarquia política financeira mundial? Tal acontecimento já não enuncia o momento da sociedade pós-capitalista? A oligarquia financeira não é aquela do capital fictício que não faz laço gramatical como efeito de sentido realidade de sociedade capitalista? A roda da fortuna está girando, sim, senhor!    

Trabalhando com o significante cultura como recurso (que faz pendant com o significante capital cultural), George Yúdice diz, em 2004, que a alta cultura e a baixa-cultura do cotidiano são gerenciadas e coordenadas tanto local quanto supra nacionalmente por corporações e pelo setor não-governamental internacional (por exemplo, UNESCO, fundações, ONGS). “Apesar da circulação global, ou talvez por casa dela, emergiu uma nova divisão internacional do trabalho cultural que imbrica a diferença local com a administração e investimento transnacionais. Isto não significa que os efeitos dessa cultura transnacional crescente – evidente nas indústrias do entretenimento e na assim chamada sociedade civil global das ONGS – sejam homogeneizados. Diferenças regionais e nacionais, entendidas como campo de forças diferentemente estruturados que formam o sentido de qualquer fenômeno – de uma canção pop ao ativismo ambiental e anti-racista – são funcionais para o comércio e o ativismo global”. (Yúdice: 17). 

Hoje, tal gramática yudiciana envelheceu?   

Este sujeito gramatical de Yúdice (o Significante Cultura yúdice) articula a realidade do real e articula-se como o agir político do burguês americano democrata (na política mundial com o partido democrata e através de uma fração aristocrática cultural do partido republicano) fazendo pendant com o significante poder na gramaticalização habermasiana (para o poder político do americanismo) do inconsciente do discurso do político de Hannah Arendt.

Trata-se de um poder que articula os de baixo através do agir de uma classe simbólica (classe social gramatical cultural) que funda, refunda e mantém o campo de poder mundial da comunicação intersubjetiva gramaticalmente habermasiana:
“Enquanto Gehlen investiga o circuito da ação instrumental como o mais importante mecanismo de reprodução da espécie, H. Arendt analisa a forma de intersubjetividade gerada na práxis linguística como a característica fundamental da vida humana culturalmente reproduzida. A ação comunicativa é o meio em que se forma um mundo vital (Lebenswelt) intersubjetivamente partilhado. Esse é o ‘espaço de manifestação’ (Erscheinungsraum) em que os atores aparecem, se encontram, são vistos e ouvidos”. (Habermas: 104).

O poder advém de um “pacto” sintetizado em ação comum na cultura, isto, é, ele depende da conjuntura gramatical do uso linguístico da língua da política normativa juridicamente na sociedade liberal-democrática:
“Mas Weber definiu o poder como a possibilidade de impor a própria vontade ao comportamento alheio. Hannah Arendt, ao contrário, concebe o poder como a faculdade de alcançar um acordo quanto à ação comum, no contexto da comunicação livre de violência. Ambos veem no poder um potencial que se atualiza em ações, mas cada um se baseia num modelo de ação distinto”. (Habermas: 100).

Todo o uso da violência sgramamaticatura sem limite na II Guerra Mundial saturou o uso do modelo de poder weberiano na democracia americana pós-guerra. O modelo de Hannah será metabolizado pelo burguês democrata realisticamente adaptado a uma sociedade democrata de massas habitada por massas que são o sujeito grau zero das massas ativamente politizadas originais da revolução da democracia dos Federalistas.

Repetindo - A América já se encontra em um tempo de transdialética gramatical sgrammaticatura negra, portanto, se segurando na tábua de salvação de um ersatz de gramática conjuntural desconjuntural da sociedade da política mundial ‘out of joint’?

Habermas diz:
“Naturalmente a dominação totalitária que H. Arendt investiga, tomando como exemplo o regime nazista e o stalinismo, não é apenas a forma moderna da tirania. Se assim fosse, limitar-se-ia a paralisar o movimento comunicativo do espaço político. Sua característica específica consiste exatamente na mobilização das massas despolitizadas, do Estado total”. (Habermas: 106).

Para não deixar dúvidas, Habermas acrescenta:
“Somente por razões tipológicas pode a dominação totalitária do regime nazista ser concebida como uma forma radicalizada de tirania; historicamente, ela brotou no solo de uma democracia de massas”. (Idem: 106). 

O rumo da sociedade pós-capitalista bürokratische (Marx) é aquele do tempo louco do esquecimento da gramática que fazia a junção da libertação com a liberdade política. (Arendt: 24).
Habermas resume tal dizer supracitado de um jeito simples:
“A midiatização da população através de administrações públicas, partidos, associações e parlamento, altamente burocratizados, completa e consolida as formas de vida privatistas, que possibilitam a mobilização do apolítico, ou seja, que fornece as condições sócio-políticas da dominação totalitária. Jefferson, o radical democrata entre os pais da constituição americana já: ‘suspeitava que poderia ser perigoso limitar ao processo eleitoral a participação do povo na vida política’ ”. (Habermas: 106-107).

O processo eleitoral representativo pode ser comparado a era biográfica do homo clausus-eleitor fazendo pendant com o homo clausus (homem psicológico) da psicanálise americana?

No após II Guerra, a América já é pós-capitalista em uma superposição com a sociedade de mercado! A societas bürokratische política (cuja a origem do sujeito gramatical encontra-se no jovem Marx) faz pendant com a sociedade de consumo? Tudo isso na gramaticalização do inconsciente burocrático do discurso do político do homem-consumista igualitarista burocratizado como definiu Baudrillard a ideologia gramatical de tal sociedade:
“O princípio democrático acha-se então transferido de uma igualdade real, das capacidades, responsabilidades w possibilidades sociais, da felicidade (no sentido pleno da palavra) para a igualdade diante do objeto e outros signos evidentes do êxito social e da felicidade. É a democracia do standing, a democracia da TV, do automóvel da instalação estereofónica, democracia aparentemente concreta, mas também inteiramente formal, correspondendo para lá das contradições e desigualdades sociais à democracia formal inscrita na Constituição. Servindo uma à outra de muito álibi, ambas se conjugam numa ideologia democrática global, que mascara a democracia ausente e a igualdade impossíveis de achar”. (Baudrillard: 52).

Na Era da Transição da sociedade capitalista democrática para a sociedade pós-capitalista bürokratische, o inteligente e culto povo americano dos Federalistas passa: Pour opérer avec ce noued d’une façon qui convienne, il faut que vous fondiez sur un peu de bêtize.  Le mieux est encore d’en user bêtement, ce qui veut dire d’en être dupe (Lacan. Seminário R.S.I.), ser tolo no uso da ideologia democrática gramaticalmente igualitariamente bürokratische.    
                                                              IV
   
   
Yúdice me diz que o campo de poder mundial habermasiana sofreu uma spaltung (quebra do mundo do burguês democrata americano) com o novo governo americano de Donald Trump. Estamos diante de uma falta de conjuntura gramatical, pois, o burguês cultural (de Bourdieu a Yúdice) perderam o comando da política mundial. Aí se dá o ‘The time is out of joint’, a desconjuntura gramatical do mundo!                         

Podemos ver claramente que Peter pôs o carro à frente dos bois?

Peter diz:
“Entretanto as mesmas forças que destruíram o marxismo como ideologia e o comunismo como sistema social também estão tornando obsoleto o capitalismo. Por duzentos e cinquenta anos, a partir da segunda metade do século dezoito, o capitalismo foi a realidade dominante. Nos últimos duzentos anos o marxismo foi a ideologia social dominante. Ambos estão sendo rapidamente substituídos por uma nova sociedade, muito diferente. (Drucker: XVI).

CALMA aí como o andor, o santo é de barro!

Peter fez um mapa-agenda de questões para serem observadas seriamente e trabalhadas (planejamento público e/ou privado, cálculo administrativo rigoroso, uso da razão da ideologia democrática gramaticalmente bürokratische) pela elite de poder cultural mundial no século XXI. Quanto ao estado-nacional, ele diz:
“A nação-estado não irá desaparecer. Ela poderá permanecer como o órgão político mais poderoso ainda por muito tempo, mas não mais será indispensável. Ela irá dividir cada vez mais seu poder com outros órgãos, outras instituições, outras entidades criadoras de políticas. O que continuará sendo domínio da nação-estado? O que será realizado dentro do estado por instituições autônomas? Como definimos ‘supranacional’ e ‘transnacional’? O que deverá continuar ‘separado e local’? (Drucker: XIX).  Note-se que o problema da sintetização das fronteiras assedia Peter!

Mas o que pode fazer a nação-estado em uma era com falta de conjuntura gramatical mundial? Confiar no jornalismo mundial e sua pauta baseada na repetição diuturno bürokratische virtual eletrônica de notícias noticiareiras (consoladoras) de que o mundo é assim mesmo indeterminado?  

O jornalismo mundial ainda não metabolizou o processo de sintetização físico-químico da língua que está sendo criada e recriada (diuturnamente na praxis da gramatica do pós-capitalismo em comum com o terceiro-mundo) objetivando a persistência no real do ser da sociedade pós-capitalista bürokratische? O jornalismo não consegue subjetivar a modelagem da sociedade mundial pós-capitalista bürokratische, modelagem para ser vivida intencionalmente através da razão da ideologia democrática gramaticalmente bürokratische da elite de poder cultural mundial pós-capitalista?

ENCORE, espera-se que a América aponte o caminho para fora do “The time is out of joint”

ARENDT, Hannah. Da revolução. SP/Brasília: Ática/UNB, 1988
BAUDRILLARD, Jacques. A sociedade de consumo. Lisboa: Edições 70, 1981
BOURDIEU, Pierre. Raisons pratiques. Sur la théorie de l’action. Paris: Seuil, 1994
----------------------   Razões práticas. Sobre a teoria da ação. Campinas: Papirus, 1996
DERRIDA. Spectres de Marx. Paris: Galilée, 1993
-----------  Espectros de Marx. RJ: Relume Dumara, 1994
DRUCKER, Peter. A sociedade pós-capitalista. SP: Pioneira, 1993
FREUD. Obras completas. cv. XXIII. Análise terminável e interminável (1937). RJ: Imago, 1975
HABERMAS. Sociologia. O conceito de poder de Hannah Arendt. SP: Ártica, 1980
LACAN. R.S.I. Le Seminaire. 1974/1975.
SHAKESPEARE, William. The Complete Illustrated Works. Great Britain: Chancellor Press, 1993
----------------------------- Obra Completa. v. 1. RJ: Nova Aguilar, 1988
WEBER, Max. História geral da economia. SP: Editora Mestre Jou, 1968
Yúdici, George. A conveniência da cultura. Usos da cultura na era global. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2004  


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