segunda-feira, 6 de março de 2017

CORRUPÇÃO E REVOLUÇÃO GRAMATICAL DEMOCRÁTICA



Vou mostrar por que só restou um caminho para lidar com a peste da CORRUPÇÃO DA ELITE DO PODER DE BRASÍLIA. 

1)      

        José Paulo 21: 40, 06/03/2017                                                                   
        
                           CRIMINOSTAT NAZISTA MAFIOSO DO PAPA PIO XII

Em março de 2017, posso do dizer que a maioria silenciosa brasileira é o que Lacan chama de la bete. Ela deseja escutar besteira e falar besteira.

Como tal fato/artefato foi fabricado?

O Estado militar nazista CRIMINOSTAT 1968 fez da cultura de massa a arma cultural e ideológica de controle das massas das grandes cidades, especialmente Rio e São Paulo.

No Estado militar criminostat nazista 68 nasceu o Grupo Globo (do maior criminoso político em era democrática, Dr. Roberto em crime Marinho) como uma força prática bürokratische de subjugação e alienação das massas. O Grupo Globo foi a força prática cultural bürokratische de massa essencial na prolongação da DITADURA MILITAR por mais de duas décadas.

Na queda dos governos dos generais nazistas, na luta democrática de massas e classes sociológicas puras contra a DITADURA, Roberto criminoso nazista, esse Roberto Doc. confrontou, até o último minuto, as massas democratizantes.

O Estado nazista militar de doc. Marinho caiu em 1985. E aí o presidente civil saído do movimento de massas direta já ficou doente e morreu no hospital. As massas democratizantes ficaram desesperadas.

O paulista Ulisses Guimarães era o presidente do PMDB e havia conquistado uma posição de confiança de líder civil das massas por ter enfrentado os cães da Polícia Militar no Rio.  Quando Tancredo Neves morre e se torna Tancredo Never (uma maldição jogada sobre ele pelo presidente-general carioca witz-nazista João Figueiredo), FHC (em uma roda com o Estado-maior da política tancredista) apoia a fala do general comandante oligárquico tancredista.

O general semianalfabeto em política diz que o vice José Sarney (José Sir Ney) de Tancredo Never deveria assumir o cargo vago de presidente da República, pois esta era a ordem da Constituição de 1967.

FHC sabia que se tratava de um golpe de Estado na própria Constituição do Estado militar liberal 1967 tout cour. Mas FH não queria que o poder nacional caísse como um abacate maduro (já açucarado) na boca de Ulisses Guimarães. FHC, então, fez do maranhense (com complexo de inferioridade) José Sarney presidente ilegal, de um governo inconstitucional, governo fático que usou o poder militar para evitar por 5 anos o início governamental da democracia liberal 1988.

O complexo de inferioridade maranhense foi servilmente até o doc. Marinho e implorou que ele servisse ao regime autocrático de José maranhense com a mesma paixão que servira aos generais nazistas.

De conspiração em conspiração, o sonso notável psicótico ersatz da gramática FHC assumiu o poder econômico no governo Itamar Franco e, depois, se tornou presidente da República durante quase toda a década de 1990.

Nesse período, o impressionante chefe da sociologia de Londres Anthony Giddens estabeleceu uma ligação com o departamento de sociologia da USP para provar que o Estado territorial nacional teria que conviver com um Estado [desterritorializado] internacional:
“Um Estado pode ser definido como uma organização política cujo domínio é territorialmente organizado e capaz de acionar os meios de violência para sustentar esse domínio. Tal definição é próxima daquela de Weber, mas não destaca uma reivindicação ao monopólio dos meios de violência ou fator de legitimidade”. (Giddens: 45).

Giddens convenceu, a patuleia da sociologia paulista e mais FHC da consistência no real do ser da sociedade mundial do duplo Estado. FHC só podia governar 4 anos, de cada vez, como estipulava a Constituição liberal democrática 1988.

Giddens convenceu FHC a organizar e desferir um golpe de Estado presidencial – no Congresso - para alterar a Constituição. Assim, o parlamento aprovou uma lei que alterou a essência competitiva liberal econômica de 88, pois, permitiu que o presidente pudesse se reeleger por mais 4 anos. 
Giddens despois explicou a FHC que a SUBTRAÇÃO da imagem liberal democrática (fantasia memorial biográfica do túmulo familial nobre) de FHC era o único jeito de fabricar o Segundo Estado no Brasil.

Então, FHC criou por decreto presidencial a Okhrana carioca. Tratou-se de uma reedição do SNI nazista (órgão de espionagem e terrorismo) do Estado nazista dos generais 68.


FHC criou o Segundo Estado 1999, Estado Okhrana civil 99. 

Sobre esse novo SNI, o burguês americano do Partido Democrata de Henry Truman ergue o Criminostat nazista mafioso 1948 Ítalo-americano PIO XII como Criminostat Mafioso Nazista Roberto doc. Marinho carioca.

Em 1948, o Papa nazista Pio XII se tornara o chefe real da Cia e da máfia ítalo-americano. Seus notáveis cardeais e padres jesuítas cultos nazistas, especialistas em sociologia da política internacional, forjaram a ideia de criação do primeiro CRIMINOSTAT MAFIOSO NAZISTA INTERNACIONAL. 

                                                                    GRAMSCI - SOCORRO!  

NO Brasil de 88, a discussão era sobre as duas formas de política governamental: populismo e partidocracia – esta aqui, no dizer de Weber, é o domínio governamental dos partidos na política nacional.       

A partidocracia é uma política racional e, secundariamente, se ligando à política-paixão, em uma traduzindo livre para a gramática da terminologia de Gramsci. Temos a política-paixão de Croce que exclui o partido político. Já que não se pode pensar em paixão organizada e permanente:
 “a paixão permanente é uma condição de orgasmo e de espasmo, que determina a incapacidade de agir. Exclui os partidos e exclui todo ‘plano’ de ação concertado antecipadamente. Todavia, os partidos existem e planos de ação são elaborados. Aplicados e frequentemente realizados em notável medida; há, portanto, um ‘vício’ na concepção de Croce”. (Gramsci. 2014: 25.  )   

A política-paixão de Croce é útil para pensar o populismo argentino e brasileiro. Peron e Getúlio governam com a paixão das massas pelo carisma do líder populista e desprezavam, foracluiam,  os partidos políticos, quando isso se tornava necessário.

O Estado 88 foi criado em uma atmosfera cultural da política dominada por uma paixão antipopulista da classe política constituinte puzzle de Gaetano Mosca. A puzzle queria um quebra cabeça partidocracia em um presidencialismo populista de massas.

A política partidária em Gramsci é do duplo partido em um mesmo organismo político. OU se trata de um xifópago, ou mais, provavelmente, de uma ideia de Partido-Esquizo. Não há moleza na política gramsciano: ela não é o jardim das delícias sexuais da política representativa moderna. Onde nos levará essa ideia de partido esquizo no Brasil?

Tudo na arte política tem que ser cotejado com a arte da guerra:
“Também a guerra em ato é ‘paixão’, a mais intensa e febril, é um momento da vida política, é a continuação, sob outras formas, de uma determinada política; é necessário, portanto, explicar como a ‘paixão’ pode se tornar ‘dever’ moral, e não dever da moral política, mas de ética”. (Gramsci: 25).

A política representativa da modernidade tem que ser uma sintetização de dominação cum articulação da hegemonia entre os grupos partidários [para que o partido governante possa governar). Tal fato torna possível que um partido habite um lugar de comando hegemônico junto às massas de eleitores e de rua. Estou falando de uma vida política em uma conjuntura gramatical normal, claro!

No Brasil, a terminologia gramsciano de dever moral como dever de ética não é passível de ser metabolizada, em 2017, nem pela classe dirigente [classe política + classe simbólica = intelectual de Gramsci + poder simbólico de Bourdieu).

O Criminostat bürokratische Pio XII sintetizou a política-paixão com o poder político da partidocracia. Como ele fez tal engenharia que a ciência política universitária de Harvard considerava um impossível freudiano: governar, psicanalisar e educar. (Freud: 382).

O Criminostat Pio XII fez da política-paixão a invasão do território da subjetividade irracional territorial eletrônica virtual das massas agramaticais nacionais. Eis, então a fabricação da política-paixão do desejo sexual das massas que determina a incapacidade dessas massas de agirem contra o Estado 99, e a total capacidade de manipular, manietar, imbecilizar as massas eletronicamente virtulizadas permanentemente.

A cultura de massas inventou que a corrupção da elite no poder é um fenômeno de perda do dever moral, ou seja, ético como a NAÇÃO. Governo da CLEPTOCRACIA sistêmica.

O Sargento Paulo é a gramática de Gramsci para a cultura da política nacional italiana continuada por meios do campo de saber fundado pela revolução gramatical da cultura europeia do século XX. José Paulo é o sujeito gramatical ($gjp) como efeito do significante gramatical sargento paulo (Sgsp). O lugar de existência do Sgsp é a internet.

O Sgsp já mostrou, sobejamente, em detalhes, que não existe sociedade capitalista ou sociedade de mercado, entre nós. Hoje, está claro que não existe economia política burguesa e sociedade do burguês carioca e paulista. 

O que consiste no real da physis do ser da sociedade nacional?

                                                        O CRIMINOSO Na MINHA COLA

A propósito, tem um sujeito espião de sociologia da UFRJ ligado ao Criminostat bürokratischenazista News 99, que roubou meu livro A Revolução Brasileira de Caio Pardo JR, onde se encontram as anotações sobre a gramática da nossa economia nacional bürokratische força prática na nossa vida econômica da era da sociedade nacional 88.

Tal indivíduo é um criminoso profissional universitário a serviço do Criminostat bürokratische PIO XII Nazista Mafioso News 99. O Plano do Criminostat bürokratische PIO XII é me assassinar para o criminoso sociólogo deles formado pelo IFCS da UFRJ, então, aparecer como herdeiro do Sargento Paulo.   Esse relato é uma gramaticalização do real no qual estou vivendo desde que o sociólogo mafioso nazista pôs uma bomba no meu carro em 2003.   Entrou na minha casa roubou meus livros e cadernos escritos à mão.

Criminostat bürokratische PIO XII grampeou minha televisão, todos os telefones da casa e mantém, é uma intuição, criminosos assalariados em meu edifício. 
                       

                  DA ECONOMIA bürokratische MUNDIAL OLIGÁRQUICA DO PÓS-CAPITALISMO

Caio Prado diz:
“Realmente é isso que vem ocorrendo no que respeita a orientação política de esquerda no Brasil.  Desde o desaparecimento de Getúlio Vargas, em cujo governo constitucional (1950-1954) o capitalismo burocrático se consolidara e adquira livre trânsito em todas as esferas do poder político e da administração, desde então se pactuara a aliança entre o setor ‘estatal’ da burguesia e as forças de esquerda”. (Prado Jr: 111).

DE fato, não existe e nem nunca existiu capitalismo no Brasil. O capitalismo é uma fantasia terminológica ficcional psicótica (pois sem nenhum laço gramatical com o real) da esquerda marxista em livros como Nelson Werneck Sodré (Capitalismo e revolução no Brasil), Florestan Fernandes (A revolução burguesa no Brasil), Octávio Ianni (O ciclo da revolução burguesa).

A nossa ideologia capitalista (falsa consciência da realidade que não é capitalista, é uma criação marxista do PCB e da sociologia marxista da USP.

O sociólogo Guerreiro Ramos escreveu um livro (ignorado, esquecido, pois, combatido pela USP) no qual ele faz uma discussão brilhante sobre o marxismo mundial. No debate sobre a fantasia psicótica capitalismo burocrático, ele diz:
“A burocracia, em seu sentido pejorativo de aparelho com as conotações autoritárias, não é propriamente característica da má organização, mas sequela inevitável de toda organização que, seja qual for sua natureza, tende necessariamente para a oligarquia na proporção direta de seu tamanho. A organização (Sgb = significante gramatical burocracia) molda à sua imagem a psicologia dos que a servem ($gb = sujeito gramatical burocrata), impõe-lhes uma personalidade básica, cuja tipologia Robert Merton procurou descrever em famoso estudo”. (Ramos: 162).      

No próximo texto vou usar a intuição de Guerreiro Ramos da existência de um Sg economia política bürokratische oligárquica para pensar a economia política da sociedade de classes bürokratische mundial -que faz pendant como o Criminostat bürokratische Mafioso Nazista Pio XII.

Caio Prado fala de uma corrupção sistêmica patologicamente destruidora do sistema político representativo liberal democrático. Ele também fala de uma corrupção normal para o sistema, pois, todo sistema tem uma certa taxa de corrupção.

Parece que os inúmeros países em uma lista de corrupção tomaram a sábia decisão de não se autodestruir considerando a corrupção econômica deles  uma corrupção normal para o sistema, pois, todo sistema tem uma certa taxa de corrupção.

A complexa força prática bürokratische sistêmica que se constitui para lutar contra a corrupção da política 88 nada faz para combater a corrupção (corrosão no sentido grego da antiguidade) do Estado 99 que luta com o objetivo de criar as condições de autodissolução do Estado 88.

A força prática bürokratische que já corrompeu (corroeu) a ideia de soberania popular e de classe política dirigente é a cultura analfabeta de massa que infelizmente, não faz só a cabeça das massas ignaras (maioria da população), mas também as cabeças togadas do sr. Janot e dos juízes do STF ingênuos (capturados e possuídos por esse ersatz, absurdo, de ideia ficcional da cultura de massa, ideia psicótica fantasiosa CLEPTOCRACIA da elite no poder 88) de Juiz Sergio Moro comandante absoluto da força tarefa policial-política Lava Jato.
                                                         
                                                     O QUE SE PASSA?

A corrupção fantasia eletrônica virtual da cultura de massa PIO XII foi o caminho mais curto encontrado para a luta das facções políticas clânicas do Estado 1988. Janot, Moro, LavaJato, Criminostat Pio XII News   participam da luta sgramaticatura (agramaticatural) para derrubar o governo Michel Temer-Meireles.

Ninguém decente e de bom senso no país sabe o que virá depois da deposição de Temer.

Janot, Moro, LavaJato, Criminostat Pio XII News participam da luta sgramaticatura (agramaticatural) da política do CAOS na vida política nacional.

Trata-se obviamente das lutas da sociedade classes sgramaticatural brasileira. Tal luta é de uma total irresponsabilidade, desprezo pela nação e pelo povo (das camadas mais pobres até as classes médias urbanas carioca e paulista, funcionário públicos- e empresários, fazendeiros e agricultores:
   “No entanto, se se pode afirmar que um ‘espírito estatal’ assim compreendido está em todos, é necessário lutar permanentemente contra suas deformações ou desvios. O ‘gesto pelo gesto’, a luta pela luta, etc., e especialmente o individualismo estreito e mesquinho, que não passa de uma satisfação caprichosa de impulsos momentâneos, etc. (na Realidade, o ponto é sempre aquele do ‘apoliticismo’ italiano, que assume estas várias formas pitorescas e bizarras).
O individualismo é apenas apoliticismo animalesco; o sectarismo é ‘apoliticismo’ e efetivamente, se se observa bem, o sectarismo é uma forma de ‘clientela’ pessoal, na medida em que está ausente o espirito de partido, que é o fundamental do ‘espirito estatal”. (Gramsci: 332).

A política se torna coisa de ˂pazzo> a partir do momento que não faz mais sentido a ideia de Léon Blum:
“§ 40. A fórmula de Léon Blum: O poder é tentador, mas só a oposição é confortável [1]”. (Gramsci: 121). 

Com efeito, a sociedade de classes dominante agramaticultural talvez tenha chegado à conclusão hiper-realista de que o governo 88 não é capaz de pensar uma saída para o caos econômico no qual o CRIMINOSTAT bürokratische PIO XII CULTURA DE MASSA nos meteu.

Aí a solução é o Segundo Estado 99 canibalizar todo o Estado nacional liberal democrático 88.

                                                               BRASIL 2017

O   Criminostat Pio XII nazista mafioso 99 News (GloboNews, BandNews etc) estabeleceu para as massas a política da cultura e massa News 99. Esta cultura expatriou a cultura científica universitária pública e privada com sua terminologia delirantemente fantasiosa de que o Brasil é uma sociedade de economia política capitalista, dotada de uma sociedade de mercado liberal-econômico.

Na televisão, os economistas psicóticos mercenários [que sustentam tal delírio ficcional, pois, incapaz de gramaticalizar o real da realidade da economia política nacional] são ardentes defensores de um neoliberalismo Naif de elite ariana que dissolva, de um só golpe governamental, o Estado nacional de massas 88.

GIDDENS, Anthony. O Estado-Nação e a violência. SP: EDUSP, 2001
GRAMSCI, Antonio. Cadernos do Cárcere. RJ: Civilização Brasileira, 2014
FREUD. Obras Completas. RJ: Imago, 1975
PRADO JR, Caio. A revolução brasileira. SP: Brasiliense, 1972
RAMOS, Guerreiro. Mito e verdade da revolução brasileira. RJ: Zahar, 1963      
          
         
 



                                                                


 
 
  
     

  

  

        

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