domingo, 5 de fevereiro de 2017

SOCIOLOGIA GRAMATICAL DO ESPAÇO TEOLÓGICO DA POLÍTICA


José Paulo Bandeira 




A origem desse meu texto foi a reclamação de uma página do FACEBOOK de sociologia paulista. O administrador pediu para que eu parasse de publicar, pois, estava bloqueando a manifestação da opinião dos membros da página,
Imediatamente me veio à consciência a auto interrogação um tanto e quanto descabida: será que Marx (e Lenin) estava apenas desejando manifestar sua opinião?  SUBLIMAR!

Resumo da ópera gramatical teológica secular do burguês da modernidade industrialis:
1). Marx não se exilou em Londres para viver na mais absoluta miséria e viver intencionalmente sua família ser abatida pelo reino da necessidade do burguês londrino, só para os pobres.
2) O Tzar Alexandre III havia perdido o direito theologica naturalis de enforcar o universitário brilhante e idealista irmão de Lenin. Infelizmente vou fazer dessa questão um outro texto.
                                                                           II
Em 1843, a Gazeta Renana foi fechada após publicar uma série de ataques ao governo prussiano. Tendo perdido o seu emprego de redator-chefe, Marx mudou-se para Paris. Lá assumiu a direção da publicação Anais Franco-Alemães. Aí fez laço gramatical com diversas sociedades secretas de socialistas: maduros hegelianos de esquerda e/ou jovens hegelianos.

Antes de mudar Paris, Marx casou-se, em junho de 1843, com Jenny von Westphalen.
Jenny era filha de um barão da Prússia, e com Jenny Marx mantinha noivado desde o início dos seus estudos universitários. (Noivado que foi mantido em sigilo durante anos, pois as famílias Marx e Westphalen não concordavam com a união.)
                                                                             
“Do casamento de Marx com Jenny von Westphalen, nasceram sete filhos, mas devido às más condições de vida que foram forçados a viver em Londres, apenas três sobreviveram à idade adulta.
As crianças eram: Jenny Caroline (1844-1883), Jenny Laura (1845-1911), Edgar (1847-1855), Henry Edward Guy ("Guido"; 1849-1850), Jenny Eveline Frances ("Franziska"; 1851-52), Jenny Julia Eleanor (1855-1898) e mais um que morreu antes de ser nomeado (Julho, 1857). Parece que Franziska, Edgar e Guido morreram na infância, provavelmente pelas péssimas condições materiais a que a família estava submetida”.

Na vida adulta, duas das filhas de Marx cometeram suicídio: Eleanor, 15 anos após a morte de Marx, aos 43 anos, após descobrir que seu companheiro havia se casado secretamente com uma atriz bem mais jovem; mas há suspeitas de que o facínora assassinou a infeliz Eleonor.

Laura, 28 anos após a morte de Marx, aos 66 anos, junto com o seu marido, Paul Lafargue, cometeram suicídio por não desejar viver uma velhice abjetamente miserável e aborrecida.

Marx também teve um filho nascido de sua relação amorosa com a militante socialista e empregada da família Marx, Helena Demuth. Marx entregou seu filho a Engels que assumiu a paternidade da criança (Frederick Delemuth), e pagando uma pensão, entregou-o a uma família de um bairro proletário de Londres.

Em 1830, Marx iniciou seus estudos no Liceu Friedrich Wilhelm, em Tréveris, ano em que eclodiram revoluções em diversos países europeus. Ingressou mais tarde na Universidade de Bonn para estudar direito, transferindo-se no ano seguinte para a Universidade de Berlim, onde o filósofo alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel (cuja obra exerceu grande influência sobre Marx), foi professor e reitor.

Em Berlim, Marx ingressou no Clube dos Doutores, que era liderado pelo hegeliano de esquerda Bruno Bauer. Ali perdeu interesse pelo Direito e se voltou para a Filosofia, tendo participado ativamente do movimento dos Jovens Hegelianos.

Seu pai faleceu neste mesmo ano. Em 1841, obteve o título de doutor em Filosofia com uma tese sobre as Diferenças da filosofia da natureza em Demócrito e Epicuro. Circunstâncias ainda não completamente conhecidas, foram a causa que subtraíram de Marx a carreira acadêmica, que o levaria ao apogeu como provável, muito provável, herdeiro de Hegel.

                                                                                      III

Sobre a Questão Judaica" é um ensaio de Karl Marx escrito no outono de 1843. Marx discute o problema da emancipação política do judeu em relação ao Estado Cristão, em um texto de Bruno Bauer – obra importante da literatura da jovem esquerda hegeliana:
Solamente en los Estados libres de Norteamérica – por lo menos, em una parte de ellos – há perdidido la cuestión judia su significación teológica  para convertir-se en verdadera cuentión secular”. (Marx. 1982: 467)

A América evoluiu para a foraclusão da questão judia como um problema de theologia naturalis do $g (significante gramatical) cultura mundial para o americanismo que é a explosão do espaço gramatical teológico secular da política, na minha tradução do $g americanismo heideggeriano. (Heidegger:156-157).

Em 1852, Marx ainda não desistiu da theologia saecularis. Tal fato gramatical encontra-se expresso no conceito factual-artefactual de política moderna do burguês da modernidade industrialis
“A Assembleia Nacional eleita está em relação metafísica com a nação ao passo que o presidente eleito está em relação pessoal com ela. A Assembleia Nacional exibe realmente, em seus representantes individuais, os múltiplos aspectos do espírito nacional, enquanto que no presidente esse espírito nacional encontra a sua encarnação. Em comparação com a Assembleia, ele possui uma espécie de direito divino; é presidente pela graça do povo”. (Marx. 1974: 346).

Marx vê a política moderna como um fenômeno prático metafísico; a ser abordado como um problema de theologia saecularis, em alguma camada do simbólico ocidental europeu.  

A praxis biográfica individual de Marx de um salto gramatical de um praxis de ideia teológica secular para a forma simbólica de filosofia (Voegelin: 175)) grega da antiguidade. Como pensar tal fenômeno que fez a cabeça do marxismo russo leninista:
“Marx não trancou sua obra. Ela é tão aberta quanto sua militância. Da sua obra, da sua vida e da sua militância ficam explícitos no entanto os princípios. Os princípios enquanto a aventura de uma intervenção subvertedora. Nem Kant nem Hegel, Nem Freud, como uma filosofia que o sucede, são referências esclarecedoras para o “marxismo de Marx’. Estas filosofias querem preservar no lugar de destruir. Marx quer destruir e criar”. (Escobar: 143).
                                                                         NIIILISMO

O método De Marx, crítica da economia política, é uma máquina de guerra de pensar ficcionalmente glacial possuída da ideia de explosão do espaço da economia consistente na política mundial?  
Antes de responder algo, folheio o Evangelho da teologia negra, onde Nietzsche diz:
                                                                        “466
O que distingue o nosso século XIX não é a vitória a ciência, mas sim a vitória do método científico sobre a ciência.
                                                                            467
História do método científico, entendida por Auguste Comte quase como filosofia.
                                                                            468
Os grandes metodólogos: Aristóteles, Bacon, Descartes, August Comte”. (Nietzsche. 2008: 255).
Por que Marx não está nessa lista? A lista é dos intelectuais do nazismo alemão?
                                                                           
O método é uma máquina de guerra de pensamento cum afeto. Portanto, em ligação gramatical com a física da língua humana antitheologia naturalis, sem ser theologia saecularis.
                                                                                            “469
As compreensões mais valiosas são achadas mais tardiamente: mas as compreensões mais valiosas são os métodos. Todos os métodos, todas as pressuposições de nossa ciência de agora tiveram contra si, durante milênios, o mais profundo desprezo: por causa deles, foi-se excluído do trato com o homem de bem – era-se considerado ‘inimigo de Deus’, desprezador dos supremos ideais, ‘possesso’ ”. (Nietzsche. 2001: 255).

Método é pensamento e ideia em laço gramatical com a física relativista do campo dos afetos:
                                                                          “477
A ‘causalidade’ nos escapa; admitir uma ligação causal imediata entre pensamentos, como faz a lógica é consequência da observação mais grosseira e mais desajeitada. Entre dois pensamentos entram em jogo todos os afetos possíveis: mas os movimentos são muito rápidos, por isso os desconhecemos, os negamos...      

O método nietzschiano põe e expõe o pensamento ocidental no reino da ficção.

O trans-sujeito = (“espírito” como que pensa) e o sujeito-substrato (como sujeito gramatical moderno homo clausus onde o pensar tem origem) são meras ficções:
                                                                                  “477
O ‘espírito’, algo que pensa: se possível, deveras, o ‘espírito absoluto, puro singelo’ - essa concepção é uma consequência secundária, decorrente da falsa auto-observação, que acredita no ‘pensar’: aqui, em primeiro lugar, imagina-se um ato que não acontece absolutamente, o ‘pensar’, e, em segundo lugar, imagina-se um sujeito-abstrato, no qual, e em nenhuma outra parte, cada ato desse pensar tem sua origem: isto, tanto o fazer quanto o que faz são fictícios”. (Nietzsche. 2001: 257).

O método da crítica da economia política não é a máquina de guerra niilista negra e de ideia radioativa, corrosiva do espaço da alta cultura economia da política. O respeito pela tradição dialética hegeliana aparece no modo como ela pensa a FORMA ECONOMICA EPOCAL (relacionada a física da língua da existência historial) caindo como semente divina, e evoluindo, em o SER da realidade dos fatos historial mundial da modernidade:
“Considero o sistema da economia burguesa nesta ordem: capital, propriedade fundiária, trabalho assalariado; Estado, comércio exterior, mercado mundial. Nos três primeiros títulos examino as condições econômicas de vida das três grandes classes em que se divide a moderna sociedade burguesa”. (Marx. 1974: 133-134).

Dizer sistema econômico burguês é falar de uma FORMA DE ECONOMIA DA POLÍTICA como campo simbólico (o DEUS da theologia saeculares de Lacan) formado por uma rede de significantes gramaticais ($gc; $gpf; $gtsEs; $gcex; $gmm) consistindo como a forma sociedade real de significantes gramaticais do burguês da modernidade industrialis. Esta última forma é formada em o SER da realidade do real como ente do capitalismo.

O que é o capitalismo na física da gramática em narração theologia saeculares de Marx?   

Marx trata com a sociedade do burguês como efeito do ente gramatical em narração teológica seaculares capitalismo. Marx fala do SER SOCIAL determinando pela matéria do modo de produção do ser social. Ao ler, o longo trecho de Marx, o leitor se verá e será interrogado se o método dele é realmente o pensar ficcional delirantemente psicótico do economicismo vulgar do nazismo stalinista russo. De fato, o dizer de Marx tem a mais leve sugestão de usar o método da crítica da economia política como uma máquina de guerra assassina e terrorista para destruir o campesinato?

Leitor, Marx diz:
“O modo de produção da vida material condiciona o processo em geral de vida social, político e espiritual. Não é a consciência dos homens que determina o seu ser, mas, ao contrário, é o seu ser social que determina sua consciência. Em uma certa etapa de seu desenvolvimento, as forças produtivas materiais da sociedade entram em contradição com as relações de produção existentes ou, o que nada mais é do que a sua expressão jurídica, com as relações de propriedade dentro das quais aquelas até então se tinham movido. De formas de desenvolvimento das forças produtivas estas relações se transformam em seus grilhões, Sobrevém então uma época de revolução social. Com a transformação da base econômica, toda a enorme estrutura se transforma com a maior rapidez ou menor rapidez. Na consideração de tais transformações é necessário distinguir sempre entre a transformação material das condições econômicas de produção, que pode ser objeto de rigorosa verificação da ciência natural, e as formas jurídicas, políticas, religiosas, artísticas ou filosóficas, em resumo, as formas ideológicas pelas quais os homens tomam consciência deste conflito e o conduzem até o fim. Assim, como não se julga o que um indivíduo é a partir do julgamento que ele se faz de si mesmo, da mesma maneira não se pode julgar uma época de transformação a partir de sua própria consciência; ao contrário, é preciso explicar esta consciência a partir das contradições da vida material, a partir do conflito existente entre as forças produtivas sociais e as relações de produção. Uma formação social nunca desaparece antes que estejam desenvolvidas todas as forças produtivas para as quais ela é suficientemente desenvolvida, e novas relações de produção mais adiantadas jamais tomarão o lugar, antes que suas condições materiais de existência tenham sido geradas no seio mesmo da velha sociedade. É por isso que a humanidade só se propõe as tarefas que pode resolver, pois, se se considera mais atentamente, se chegará à conclusão de que que a própria tarefa só aparece onde as condições materiais de sua conclusão já existem, ou pelo menos, são captadas no processo de devir”. (Marx. 1974: 136).                          
 
Se a FORMA gramatical (teológica Real/Simbólico/Imaginário $g capitalismo) se autodissolverá ao chegar a se constituir como FORMA COMPLETA, então por que Marx se desdiz racionalmente, e envia uma clara mensagem de uso de violência real na política russa sgrammaticatura:
“El análisis presentado en El capital no da, pues, razones, en pro ni en contra de la vitalidad de la comuna rural, pero el estudio especial que de ella he hecho, y cujos materiales he buscado en fuentes originales, me ha convencido de que esta comuna es el puento de apoyo de la regeneración social en Rusia, mas para que pueda funcionar como tal será preciso eliminar primeramente las influencias deletéreas que la acosan por todas partes y a continuación asegurarle las condiciones normales para un desarrollo espontâneo.
                                                                               Tengo el honor, querida ciudadana, de ser su                                           
                                                                                afectísimo y s.s.
                                                                                  Karl Marx. (Marx. 1980: 61)

Esta carta é o dizer que faz de Marx uma máquina de guerra theologica saeculares niilista?

Albert Camus faz uma análise da relação de Marx com o niilismo, e fica em cima do muro. Ele diz, por exemplo:
“Por si sós, as bases da produção burguesa são revolucionárias. Quando Marx afirma que a humanidade só se coloca enigmas que ela pode resolver, ele mostra ao mesmo tempo que o germe da solução do problema revolucionário encontra-se no próprio sistema capitalista. Recomenda que se tolere o Estado burguês, e até mesmo que se ajude a construí-lo, em vez de voltar a uma produção menos industrializada. Os proletários ‘podem e devem aceitar a revolução burguesa como uma condição da revolução operária’ ”. (Camus: 237).

Camus continua: “A originalidade de Marx reside em afirmar que a história é ao mesmo tempo dialética e economia”. (Camus: 230).

A carta supracitada foi integrada à cultura russa marxista revolucionária como ORDEM de subtração do hipertexto de Marx o método da crítica da economia política como gramática em narração theologica saecularis do capitalismo.     

Porém se a FORMA ECONÔMICA é um SIGNIFICANTE GRAMATICAL em narrativa teológica materialista racional hegeliano, tudo se acaba em termos de vida gramatical em narração teológica com a subtração do sujeito gramatical forma teológica na nona narrativa sem narração do sujeito gramatical forma ideológica:  
“e as formas jurídicas, políticas, religiosas, artísticas ou filosóficas, em resumo, as formas ideológicas pelas quais os homens tomam consciência deste conflito e o conduzem até o fim”.

A forma ideológica (tudo que era forma teológica ou forma filosófica) e a luta ideológica invadem (a partir de um efeito da secularização da vida moderna do burguês industrialis fazendo pendant com o discurso do político do burguês da modernidade industrialis) a biografia da praxis de Marx e, se manifestam como vontade de potência gramatical homo ideologicis na histórica. Aí, não dá mais para fechar os olhos à ideologia política da violência (no discurso do político do Marx) sem limite e esgrammaticatura niilista como um expor da fantasia lacaniana do futuro do marxismo oriental.  
                                                               SARTRE, POR FAVOR!

A leitura da dialética de Sartre é vista como um pedaço de pano velho para limpar velhos calhambeques restaurados?

Ao tratar da biografia da pessoa como materialidade da praxis dialética em relação a todas as outras formas de materialidade, Sartre diz:
 ‘La découverte capitale de l’expérience dialectique, je le rappelle tout de suíte, c’est que l’homme est ˂médié> par las choses dans la mesure même où les choses ˂médiées> par l’homme”. (Sartre: 193).
A biografia do homem é aquela de uma praxis individual dialética constituída entre a mediação do homem pelo reino da necessidade das coisas (das Ding, fato) como necessidade, demanda, e desejo sexual; e das coisas mediadas pelo homem (artefato gramatical teológico simbólico como a própria cultura). 

A biografia é a unidade de liames dialéticos: “Le probleme, pour nous, c’est celui de liaisons. S’il y a des individus, qui totalize? Ou quoi

O laço dialético faz a passagem para o laço gramatical em narração teológica da praxis biografia individual (do sujeito gramatical Marx) na Tese 11:
“Os filósofos se limitaram a interpretar o mundo diferentemente, cabe transformá-lo”. (Marx. 1974: 59).

Para tal é preciso que a praxis biográfica seja essencialmente prática. Conceito da Tese 8:
“Toda vida social é essencialmente prática. Todos os mistérios, que induzem ás doutrinas do misticismo, encontram sua solução racional na praxis humana e no compreender dessa praxis. (Idem: 58).  

A praxis biográfica dialética é o anverso do misticismo religioso, isto é, não se trata de o sujeito gramatical jogar todas as suas cartas em qualquer TRANS-SUJEITO fetiche ficcional (Deus cristão) na articulação material do espaço da política da modernidade industrialis.

A relação com o reino das coisas significa a fome como necessidade no corpo real do biografado. Mesmo que a miséria material seja ultrapassada: “ C n’est pas qu’elle n’existe plus mais elle s’est intériorisée, structurée  comme une maladie chonique. La besoin n’est plus cette négation violente qui s’achève em praxis: il est passe dans la généraralité du corps como exis, comme lacune inerte et généralisée à laquele l’organisme tout entier essaye de s’adapter en se dégradant , en se mettant em veilleuse pour pouvoir baisser ses exigences”. (Sartre: 208).

A biografia na miséria material de subtração de objetos de desejos sexuais pode levar à experiência do sujeito gramatical fixar como objeto de uma experiência de regressão da vida as pulsões mais primitivas, inclusive, de ser possuído, com frequência, pelo instinto de morte, isto é, o desejo sexual e praticar violência real ou simbólica contra pessoas ou, se ele for uma vontade potência nietzschiana rhetor percipio, dedicar sua vida ao exercício de violência gramatical teológica sgrammaticatura objetivando a explosão do espaço gramatical da política mundial.

A versão aparência da semblância pode ser assim:  
Inversement, quand nous aurons accompli la totalité de notre expérience, nous verrons que la praxis  individuelle, tourjou inséparable du milieu qu’elle constitue, qui la condicionne et l’aliène, est en même temps la Raison constituante elle-même au sein de l’Histoire saisie comme Raison constituée”. (Sartre: 209).                
 
   


               SEGUNDA PARTE cum LACAN                                                             
     
Com seu jeito engraçado de semidizer as coisas do mundo de homens, mulheres, crianças e fantasma, Lacan deu uma ordem ao DESERTO da sociologia do século XXI (DEUS no CÉU [theologia naturalis] e LACAN na TERRA [theologia saecularis]) para diminuir os efeitos da cultura na política nacional e internacional.

Para Lacan, o discurso do político do gramático teológico (outro semidito lacaniano) é o discurso $g comandante-em-chefe e relais (dos outros discursos) que abre a porta do possível se realizar gramaticalmente no real da realidade das coisas. E ser a atualização do contemporâneo!

Tem uma condensação de 2000 anos de filosofia, física e metafísica ocidental nesse enunciado.

A filosofia, a física e a metafísica do Oriente se condensam em laço gramatical como um outro espaço da política.  

Marx descobriu o fantasma, e o fantasma marxista lido teologicamente é, só pode ser, um fantasma gramatical teológico. Fantasma ideológico é puro $g nazista espacial político.   

Lacan fez a ligação gramatical teológica (da sociedade do $gs de homens, mulheres, crianças e fantasmas) entre Marx, Lacan e Saussure para a sociologia gramatical teológica do século XXI.

Obviamente, tal dito é um semidito!
                                                                                II

A CULTURA é um $g alienígena. O que é o ALIEN senão a ALIENAÇÃO no comando da política nacional?

ALIENEIXON = Alien – eixo (n = nação). A Nação deixa de ser o eixo do espaço da política mundial.

O $g cultura significa não explosões no espaço da política. Ao contrário, significa a explosão do espaço da política.

O $g cultura é a forma mínima sociológica do Big Bang do universo da política!

A sociologia gramatical marxista ocidental alemã (em um pendant com a [física-metafísica] dialética da negação de Adorno, Horkheimer e Marcuse) publicou livros mostrando que o $g CULTURA NAZISTA (FASCISMO ALEMÃO) foi o BIG BANG do espaço da política liberal, em geral. 

Esta é causa irrefutável de PARIS ter inventado o discurso do político do pós-modernismo visando criar uma aparência de semblância da realidade política liberal através do simulacro de simulação liberal.

Se trata do $g pós-modernismo como evasão da cultura real da política mundial , isto é, o anverso do $g cultura theologica naturalis cristã (Ctnc): Ctnc é invasão e explosão do espaço da política.

Na história universal artificial, o CRISTIANISMO é a forma original do $g gramatical Teológico nacional. Por quê?

Se trata da primeira invasão gramatical do $g cultura (em narração teológica) da história mundial de um espaço da política: Imperium de Roma. Ao contrário, hoje, tal invasão pó-modernista de Roma é a evasão da cultura real como física da língua do espaço da política atual de sua atualidade.

A física natural (φυσική φυσική) da língua do $g é o princípio motor da explosão do espaço da política. 
                                                            
Devemos ir adiante?

     
   
      

CAMUS. Albert. O homem revoltado. RJ/SP: Editora Record, 1996
ESCOBAR, Carlos Henrique de. Marx Trágico (O marxismo de Marx). RJ: Taurus, 1993
HEIDEGGER. Nietzsche. Metafísica e Niilismo. RJ: Relume e Dumara, 2000
MARX E ENGELS. Obras Fundamentalis. v. 1. Marx. Escritos de Juventude. México: Fondo de Cultura Económica, 1982
MARX. Os Pensadores. SP: Abril Cultural, 1974
NIETZSCHE. A vontade de poder. RJ: Contraponto, 2001
SARTRE, Jean-Paul. Critique de la Raison dialectique. Tomo I. Théorie des ensembles pratiques. Paris: Gallimard, 1960
VOEGELIN, Eric. A Era Ecumênica. SP: Edições Loyola Jesuítas, 2100




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