terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

NO FIM DE NOSSA JORNADA NO INFERNO REALMENTE EXISTENTE - 1988 OU 1999?



José Paulo Bandeira
Subtítulo - A IDEOLOGIA CIENTÍFICA-JORNALÍSTICA DO NAZISMO BRANCO.

Eu, José Paulo Bandeira criei o hipertexto-evangelho Sargento Paulo na internet. Trata-se de redes digitalis neurais gramaticalmente em narração teológica com multidões de usuários, principalmente, no: Brasil, América, Europa Ocidental, Rússia e América-Latina.

Qualquer um com atividade de alta cultura pode fazer parte das redes digitalis do Sargento Paulo. Eu sou apenas o arquiteto que, atualmente, incentiva pessoas ou grupos intelectuais a se integrarem ao Sargento Paulo.   

Como um grupo de 3 jornalistas de revista Veja puderam criar um novo campo científico no Brasil se a universidade pública sediada no Rio (onde fui professor por 36 anos) não foi capaz de criar tal campo? Tal fato significou o colapso total da velha ciência política universitária subinsistir como súbdito científico

Público textos há anos falando do colapso da velha ciência política positivista brasileira do americanismo de Stanford. E criei um campo de ciência da política a partir de uma ideia desenvolvida no Quaderni del Carcere. Durante mais de 30 anos estudei, escrevi, ministrei cursos sobre essa obra máxima do pensamento ocidental, obra do italiano Gramsci. 

Pensei em um grupo de trabalho de marxista ocidental para criar o campo da ciência da política gramsciano na UFRJ. Os professores me deram a menor bola! Não se interessaram. Me conectei com marxistas do México, eles também não se interessaram. Então, comecei a montagem do campo sozinho na internet: no meu blog e no Facebook.

Não há a menor possibilidade dos jornalistas da Veja que estão escrevendo textos de ciência da política gramsciano sobre situações concretas (eventos, acontecimentos, fatos e artefatos) brasileiras nacionais ou locais não estarem usando o Sargento Paulo.

Se os professores marxistas (leitores do Sargento Paulo) não são capazes de fazer o que os jornalistas da Veja estão fazendo, a razão é que para escrever o que os jornalistas estão escrevendo se faz necessário a existência de um novo campo científico? Trata-se do campo da nova ciência da política gramsciano prática jornalística?

Tal campo ou teria como motor a teoria/prática de ciência da política gramsciano de Paris, Itália, Espanha ou, então, odiado e desprezado Sargento Paulo. Sei que o campo da ciência da político gramsciano é criação minha e funcionando no Sargento Paulo. Ele é um campo associado ao sujeito gramatical humana conditio (excepto o burguês tout court) de Norbert Elias. (Elias: 13-19).

Não se trata, portanto, de um campo gramaticalmente comunista. Porém, é um campo gramatical digitalis que se define por uma luta gramatical em narrativa teológica contra o burguês. Anote-se não se trata da luta contra o capitalista como personificação do capital (Marx). O $gbc (Significante gramatical burguês capitalista) é um fato gramatical inexistente em toda a América do Sul e Caribe.           
A aparência de semblante de um Campo científico em desenvolvimento criado pelos jornalistas que publicam na Veja tem funcionários da criminobureaucraticjornalistacracia da sucursal de Brasília, do Grande Rio (do Jornal O Dia, Luisa Bustamonte faz parceria com Paulo Capelli), e, imagino, de São Paulo.  Até agora é um grupo Sg6 (sujeito gramatical 6): Laryssa Borges, Daniel Pareira e Rodrigo Rangel (SG3s de situacional do texto sobre a Lava-Jato); o Sg3s de Luiza Bustamonte, Maria Clara Vieira e Thiago Prado do texto do evento cidade de Vitória sublevada.

Mostrei em um texto no facebook que parecia verossímel: como fato de alta cultura nacional a criação da ciência da política gramsciano prática jornalística por Laryssa Borges, Daniel Pareira e Rodrigo Rangel (https://www.facebook.com/groups/1544906145806373/permalink/1656891734607813/): “Sociologia gramatical do silêncio real da multidão”.

 No calor da circunstância, apontei a possibilidade deste texto publicado ser a explosão do espaço de articulação da hegemonia cum dominação ($g de Gramsci aplicada ao fenômeno revolução sem revolução, isto é, o Risurgimento da Itália do século XIX) da jornalistacracia sob a direção-domínio das jornalistas da GloboNews e do jornal O Globo.  Esse não é ainda o verdadeiro fenômeno real da cultura da política real nacional e/ou/local. Esperem um pouco. Paciência. O apressado como cru!

A Revista Veja, a GloboNews e o jornal o Globo me têm com um intelectual maldito, que jamais se tornaria um problema, pois, tem uma antiga ordem na Corporação do Santo Ofício jornalístico burguês rico ariano carioca e paulista de banimento da atividade pública intelectual de José Paulo Bandeira em grandes: Editoras, Jornais, televisão, revistas e rádio.

A universidade pública é pensada na criminobureaucraticjornalistacracia como um exílio dourado para os intelectuais que não cedem ao CHECASTRISMO - BÜROKRATIE MAFIOSA NAZISTA DE HAVANA. https://politicajosepaulobandeira.blogspot.com.br/2017/02/checastrismo-burokratie-mafiosa-nazista.html ).

Leitor, o fato que estou relatando não é a polícia do pensamento ideológico (do meu amigo Dan no Facebbok), ao contrário, é um fato teológico que faz pendant com a atual atualidade da formação da mais alta cultura ocidental eclesiástica:
“O Site Apologistas Católicos teve a honra de ser incumbido da tarefa de traduzir para a língua portuguesa a crítica teológica à Exortação Apostólica Amoris Laetitia, tendo esta como signatários especialistas de um grupo internacional de 45 doutos, entre teólogos, filósofos e historiadores. Esta tradução será enviada para os cardeais brasileiros, portugueses e também para um de Cabo Verde. A mesma crítica será enviada para cardeais de outros países e com as traduções próprias de suas línguas. Dentre os signatários podemos citar Roberto de Mattei, Padre Brian W. Harrison, Padre Thomas Crean (a lista "completa" está no final em "anexo"). Esta iniciativa foi aprovada por Dom Athanasius e também pelo Cardeal Raymond L. Burke. Segue o texto na íntegra.

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A Exortação Apostólica Amoris laetitia: Uma Crítica Teológica



A exortação apostólica Amoris laetitia, emitida pelo Papa Francisco em 19 de março de 2016 e endereçada aos bispos, sacerdotes, diáconos, pessoas consagradas, casais cristãos e todos os fiéis leigos, tem causado dor e confusão para muitos católicos por conta de seu aparente desacordo com uma série de ensinamentos da Igreja Católica sobre fé e moral. Esta situação representa um grave perigo para as almas. Dado que, como Santo Tomás de Aquino ensina, inferiores são obrigados a corrigir seus superiores publicamente quando há um perigo iminente para a fé (Summa Theologiae, IIa IIae q 33 a. 4 ad 2; a. 7 co.), e os fiéis católicos têm o direito e, por vezes, o dever, de acordo com o seu conhecimento, competência e posição, de apresentarem as suas opiniões sobre questões que dizem respeito ao bem da Igreja (Código Latino de Direito Canônico, cân. 212, §3), e teólogos católicos têm um estrito dever de falar contra os aparentes erros no documento. Esta declaração sobre Amoris laetitia se destina a cumprir esse dever, e para ajudar a hierarquia da Igreja a enfrentar esta situação”.
                                                                                 II

Creiam que o Santo Ofício Jornalístico carioca e paulista não é essa expressão absolutista do Papa atual da cidade-Estado do Vaticano: Estado absolutista eclesiástico milenar, um $gdivino estético da história universal.  

O Santo Ofício carioca e paulista é uma forma primitiva, grosseira, vulgarmente estética copiada da forma extrema da formação política teológica do absolutismo católico da Santa Inquisição. Absolutismo do qual o partido nazista alemão extraiu excelentes ideias e afetos para sua ciência da política nacional-socialista.

É um acontecimento seminal para a cultura nacional a transformação do nosso jornalismo [nu e cru burguês, jornalismo grosseiramente interesseiro, pois, com ideologia econômica burguesa escancarada, sem vergonha, sem ética civilis] em um pendant de jornalismo com ciência da política gramsciano?

 Tal fato artefatual encerra a hegemonia cum dominação do jornalismo santa inquisição tradicional carioca dominante e dominador, absolutista e absoluto, da cena cultural do Sudeste?
Tal acontecimento cria um processo físico-químico de transformar o jornalismo carioca em um dejeto ideológico da Baia da Guanabara em uma nova era de articulação da hegemonia a partir das lutas teológicas?

 O Sargento Paulo faz a luta gramatical municiado com a   theologia saecularis rationalis materialis fazendo pendant com a física da ciência gramatical da política gramsciano que abriga em seu seer: sociologia gramatical, sociologia gramatical e historiografia gramatical.

A cultura brasileira da sociologia é dominada pelo burguês-fazendeiro intelectual da USP. E, que engraçado, o jornalismo verdadeiramente científico da famigerada Veja não é obra da Escola de Comunicação da USP ou da ciência política de José Álvaro Moisés e seu maître Francisco Weffort. Ou ainda da sociologia de Bolívar Lamounier.


                                                                           III

Veja se ligou às redes neurônicas digitalis do Sargento Paulo. Aliás, fez uma ligação clandestina, o famoso gato (ligação clandestina na rede elétrica da favela carioca à empresa que vende eletricidade ao Rio).

O Sargento Paulo é criação do espaço público procedural civilis digitalis cultural. O princípio gramatical em narração teológica regulador do exercício intelectual tem como finalidade e rumo pôr e repor a articulação da hegemonia sem dominação na cultura da política nacional e local.


Trata-se do princípio hegeliano do espaço procedural como diálogo e combate gramatical teológico aberto e sério.

Habermas diz que só há cultura pública se levada a SÉRIO por seus sujeitos gramaticais em diálogo e confronto. O fato básico da cultura da política do SÉRIO é reconhecer seu opositor, publicamente, ao citar seu nome na luta gramatical. Reconhecer é admitir publicamente sua existência, ainda mais, se você usa o Sargento Paulo para criar um campo científico jornalístico - um dos impossíveis freudianos dos países do Terceiro Mundo, ao lado do educar, governar s psicanalisar. (Freud: 282).

Não há a menor possibilidade de desenvolvimento de um campo científico sem ética gramatical científica. Os jornalistas que criaram o campo da ciência da política gramsciano não sabem que sabem que criaram tal fato? O texto “Sociologia gramatical do silêncio da multidão” revelou tal evento para eles, graciosamente. Eles criaram o campo científico em um voo cultural às cegas, sem instrumentos técnicos-teórico aeronáuticos.

No entanto, esta percepção minha em tela era apenas um desejo sexual de ver a cultura brasileira sair do lixo químico tóxico ideológico jornalístico produzido na baia da Guanabara do Grupo Globo  
Vou terminar mostrando o que é a pirataria da Veja na abordagem clandestina do Sargento Paulo. Como no filme Alien, a Veja é o 8°passageiro burguês-fazendeiro da criminobureaucraticjornalistacracia.
                                                                        IV

O 8°passageiro Sg3 engenho que anda no Sargento Paulo é o composto físico-químico tóxico: Luiza Bustamonte, Maria Clara Vieira e Thiago Prado.

Tal composto diz sobre a sublevação policial-militar e sobrea a guerra civil lumpesinal na cidade de Vitória no Espírito Santos:
“O Brasil não registra uma greve de policiais de grandes proporções desde 1997, quando uma paralisação iniciada em Minas Gerais se espalhou com força por onze estados. Durante quinze dias houve uma escalada da violência, dos assaltos e das depredações - mas os homicídios não tiveram alta significativa, como agora. Naquela ocasião, beneficiados pela proximidade de eleições, os PMs envolvidos no movimento foram anistiados e atendidos em parte, nos pedidos de aumento e abono salarial. Mas ninguém apreendeu a lição de que forças de segurança não podem ser deixadas ao léu – sob pena de que se vivam horas de terror e caos”. (Veja: 69).      

A diferença principal entre 1997 e 2017 qual é, pelo amor de Deus, meus amores?
A ciência gramatical da política gramsciano é historial. Ela não pode achar que a história da política real é um efeito continuum eterno da origem gramatical da  era 1988.

O que caracteriza a eclosão da sublevação policial-militar $g 2017? Não é fato gramatical dela ser precisamente uma revolução bureaucratic militar, policial certamente: mais burocrática militar que corporativa policial.

O $g1997 não é um fenômeno da luta econômica corporativa, e, ao contrário, o $g2017 não se define pela luta bureaucratic, minhas caríssimas jornalistas?

Assim, se faz a passagem real, efetiva, da era policial-militar corporativa para a era “policial-militar bureaucratic, não? 
                                                                               V
Na era policial-militar bureaucratic, acontece o mais sério movimento de mulheres (Sgmpm) da nossa história da política real fazendo pendant com a política representativa do Estado nacional de Brasília (ficcional, por essência, uma fantasia lacaniana universal da modernidade nacional) na Ordem 1988.

Como a o Sg3 de plantão-gato da Veja no Sargento Paulo explica o Sgmpm?
Com o truísmo na era da internet de que todos os gatos são pardos, pois, o fundamental é que os gatos
cassem os ratos com êxito:
“Para que não se caracterizasse uma greve, as mulheres e filhos dos policiais, que se organizaram pelas redes sociais, formaram uma barreira humana no portão de vinte batalhões da PM”. (Veja: 62). 
A organização do movimento Sgmpm é um fenômeno da ficção-fantasia da política digitalis do espontaneísmo do funcionamento da internet? O espontaneísmo da internet é regulado pelo sujeito gramatical digitalis todos falam, mas ninguém ouve, ou mais ipsis litteris, todos escrevem, ninguém lê!

Se se quer crer em tal bobagem espontaneista, tudo bem!

O fato real Sgmpm é um artefato de espionagem produzido pelo Serviço de Inteligência da PM (SIPM) do Estado do Rio de Janeiro dos Governos do PMDB: Sérgio Cabral e Pezão. O SIPM é o verdadeiro planejador, organizador, articulador do Sgmpm em várias capitais do Brasil. Deixou São Paulo de fora de sua conspiração da stásis condensada na forma de guerra civil burocrática policial militar da atualidade de 2017. Por quê? 

São Paulo é, ou não é, determinante para a guerra econômica da revolução burocrática policial-militar (cujo comando encontra-se no Rio). E se um evento de sentido mais além de luta econômica burocrática? Se o alvo for, naturalmente, a queda do presidente Temer?

 E se, ainda, mais a revolução é uma força prática bureaucratic   de transformação da política real (nas grandes cidades) em um fenômeno brasileiro tradicionalíssimo: estado permanente de anarquia colonial oligárquica-burguesa branca (Vianna) objeto gramatical (do Evangelho nazista branco de Oliveira Vianna) preferido do Programa de Pós-Graduação de ciências sociais da UFF para os oficiais do SIPM:
“O vadio das estradas, o caçador bandoleiro, o rixento, o brigão, o valente dos engenhos, é agora o seu guarda, o seu infante, o seu soldado, sob a garantia da sua bravura, o labor agrícola se opera tranquilo e fecundo, construindo a riqueza e dando à aristocracia colonial a base de seu poder”. (Vianna. Populações meridionais: 72).    

A revolução burocrática policial militar do SIPM do PMDB não é a revolução burocrática policial do NAZISMO BRANCO do burguês-fazendeiro paulista e carioca? O PSDB e o PT não fazem causa com tal desejo sexual absolutista branco?

A temporada no Inferno mais longa que o povo luso-brasileiro viveu foi assim:
“É que, na fase colonial da nossa história, ocorreu a mesma coisa que na Europa durante os primeiros séculos do regime feudal. Houve entre os domínios (fazendas e engenhos) uma espécie de estado de guerra permanente e generalizada – tal como aconteceu entre os senhores medievais – expresso num regime de mútua pilhagem de gados e alimárias, de incêndio e destruição de instalações, de aliciamento de escravos e couto de negros facínoras, fugidos à polícia e às justiças. Eram guerrilhas Inter feudais – e deveriam se ter processado aos milhares na vida da colônia, nos três primeiros séculos, tanto ao Sul como ao Norte. (Vianna: Instituições: 173).  

Na época de meu aprendizado de antropologia com Mello, ele me disse que o SIPM gostava de discutir sobre a nossa temporada no Inferno, minuciosamente, em detalhes:
“ No Sul, especialmente, em Minas, São Paulo e Rio de Janeiro, nada mais resta desta anarquia difusa e generalizada que agitou nos séculos I, II e II, o seu interior: hoje, estas regiões, outrora tumultuada, são o paraíso da ordem e da legalidade. Mas, nos arquivos, encontramos ainda as provas da existência, ali, desta anarquia prolongada dos séculos coloniais”. (Idem: 173).
Três séculos de um INTERIOR SGRAMMATICATURA. E depois a paz do interior com seu inconsciente colonial gramaticalizado, pacificado, e em processo permanente de gramaticalização de sua política real privatista do burguês-oligárquico.

2017, uma memória gramatical em narração ideológica cum sgrammaticatura se apossa da vida das grandes capitais do Sudeste.   

No Império, a violência real sem limite é um $g povo-massa do modo de produção da política real do burguês-aristocrático na democracia monarquista:
Os comícios eleitorais, por exemplo. Modificaram-se completamente na sua antiga fisionomia a esta aparição inesperada do nosso povo-massa, até então oculto na penumbra dos grandes domínios senhoriais. Foi radical a mutação.
Em primeiro lugar, essa poderosa capangagem senhorial – que vimos organizar-se ao lado do potentado fazendeiro para a sua defesa pessoal e do seu domínio – encontrava agora um outro campo para o desafogo de seus instintos agressivos: - e os tumultos e os quebramentos de urnas bem atestam com a sua virulência e a sua selvageria”. (Idem: 236).

Esta narrativa sociológica-freudiana ainda pode ser observada no modo de produção asiático da nossa política real que controla a formação da vontade da camaracracia e do senadocracia do Estado nacional de Brasília.   

Da violência da política da democracia fática monárquica, diz Oliveira:
 “Durante todo o período imperial, a violência, realmente, passou a ser um traço característico destes comícios eleitorais. Tomemos, para isto, o testemunho de alguns contemporâneos, que assistiram àqueles começos do nosso Regime Democrático e puderam fazer a comparação com o regime anterior”. (Vianna. Instituições: 236).

Quem ou o que apagou de nossa memória gramatical nacional essa narrativa em narração sociológica-freudiana das décadas de 1920 e 1940?

SIPM em junção com a universidade pública conhece de fio a pavio nosso ersatz de gramática Regime Democrático imperial, republicano. Também teve acesso ao longo período de ersatz gramatical nazismo colonial luso-brasileiro séculos, realmente existente, antes, muito dantes do nazismo alemão como tal.

Como podem ignorar, estranhar, o dizer fantasia lacaniana do futuro $gsg 1999 do nosso Rosa:
O gerais corre em volta. Esses Gerais são sem tamanho. Enfim, cada um o que quer aprova, o senhor sabe: pão ou pães, é questão de opiniães... O sertão está em toda a parte”. (Rosa: 11).  
              


                                                                    VI

A ciência política gramsciano da Veja fez do jornalismo do Sudeste uma máquina de guerra ideológica científica sgrammaticatura. Pois, se trata, de fato de uma máquina de guerra ideológica jornalística como pastiche científico.  A Veja a faz guerra sgrammaticatura à ciência gramatical gramsciano dentro do Sargento Paulo. Trata-se de um espaço procedural civilis da cultura digitalis da política real - que não subtrai do pais sua política representativa $g1988.

A Veja deu um passo a diante. Agora, trata-se da guerra ideológica do engenho que anda do burguês –fazendeiro personificado no Sg3 jornalístico de ocasião que não criou um verdadeiro campo de ciência da política gramsciano. Aliás, forjou a mais grosseira e inculta ideologia científica da ciência gramatical gramsciano da política.
                              OKHRANA – DUALIDADE DE PODER     

Há um duplo campo de poder no território geopolítico brasileiro. O primeiro é o $g1988 (significante gramatical ordem constitucional de 1988). Trata-se da estatização do campo de poder representativo $g1988.

No $g1988, a política representativa moderna é rés (a) presentada cotidianamente na TV Senado, TV Câmara e TV Justiça. Os grandes feitos do $g1988 são subtraídos da política representativa por operações de ideologia matemática da política virtual eletrônica. Tal operação é a transmutação dos fatos da política legal em grosseiras e vulgares mercadorias (virtual eletrônica) do sistema nacional da sociedade do espetáculo sgrammaticatura, sob comando marinho carioca: navegar é gramaticalmente preciso, viver é exatamente sgrammaticatura.

NO $g1999, a política é realmente fática, ou seja, ela é às avessas da boa política representativa legal. Será que FHC é um estúpido sociólogo que ao criar a Okhrana civil na Ordem 1988 (tal Okhrana $g1999 é um vulgar pastiche estético-organicista do SIN dos generais nazistas Golbery do Couto e Silva e seu capo general Geisel) não sabia que criava o modo de produção manufatureiro nazista Segundo Estado brasileiro?

Especialista no objeto gramatical poder de Foucault e Deleuze, o londrino e magistral sociólogo da política mundial Anthony Giddeens não ensinou ao seu velho Fernando Henrique parisiense, da Sorbone, que o Estado é uma fantasia ficcional representativa e também um Estado fático?

O Estado real é a estatização do campo de poder, ou gramatical, ou sgrammatictura.

$g1999 não é a criação do campo de poder sgrammaticatura - precisamente gramatical como o anverso do campo de poder gramatical do $g1988.  

$g1999 é sem lei, sem rei, sem pátria, sem gramática, inclusive, ideológica! É o $g1999 que se transforma em $gsg 1999 ($gsgrammaticatura). Trata-se de uma jornada no INFERNO de todo um povo!

Em algum átimo de segundo de sintetização atmosférica no limiar da eleição presidencial de 2014, $g1988 e $gsg1999 se enredaram em modo de produção asiático da política real nacional por máquinas de guerra da guerra política sgrammaticatura realizada por PSDB, o bolivariano e o PMDB sempre na retaguarda esperando o momento de invadir o front principal. 

 O problema é que quando o PMDB chegou no front principal e tomou o governo do Estado nacional de Brasília não havia mais um só governo nacional: O GOVERNO FEDERAL; ao contrário, há uma plurivocidade de governo nacional.  Sou um ˂puzzo> e mais, ainda inconsequentemente obsoleto?

A dualidade do campo de poder deixou de consistir no real do ser da sociedade de significantes brasileira como autonomia absoluta do um ($g1988) em relação ao outro ($gsg1999). Deixou de consistir o outro a ($gsg1999) [isto é, nosso colonial e visceral pequeno objeto de desejo sexual nazista burguês-fazendeiro] em relação de autonomia absoluta (mantida pela aparência da semblância representativa modernista) ao Grande Outro $g1988. Este é, presumidamente, nosso solo do Simbólico da modernidade ocidental, mas, de fato, fustigado, atacado, violentamente no campo simbólico por meteoritos despejados pela aversão sexual prosaica cotidiana, na subcultura virtual eletrônica, o burguês-fazendeiro da elite do poder carioca e paulista.

A transdialética gramatical cum sgrammaticatura $g1988 versus $gsg1999 desenvolveu (com o envolvimento ativo do PT, PSDB, PMDB, DEM etc.) toda a plurivocidade de antagonismo da dualidade de poder da PODERKRACIA realmente governante no nossa trôpega, mas ainda, nossa nação.

A transdialética desenvolve agora a contradição principal da dualidade de poder do aspecto principal: desejo sexual da elite de poder pelo $g1988 liberal ou a aversão sexual do $gsg1999 nazista branco pela Ordem Liberal 1988.

                                                                               VII

O $gsg1999 é uma plurivocidade de Sgsg espião: das Policias Militares, do exército, da marinha e da aeronáutica, de prefeituras de capitais, da CIA, do FBI e NSA dos Estados Unidos; do serviço de inteligência do politburo do PCC chinês...cala-te boca! Estes são os estimáveis!   

Trata-se de um campo de poder estatizado a $gsg1999. É, portanto, o Segundo Estado mafioso nazista conceitualmente descoberto e proposto como generalização sgrammaticatura sociológica por Anthony Giddens no real do ser da sociedade ocidental liberal representativa. (Giddens: 45)

Por que São Paulo não é um elo da cadeia da revolução burocrática corporativa policial militar?

A razão gramatical é a disputa, sem quartel, pela hegemonia cum domínio entre o serviço de inteligência-espionagem paulista e o serviço de inteligência-espionagem carioca. As velhas rusgas coloniais paulistas versus cariocas inventada, recriada e alimentada, por dom Pedro I, com pão de mandioca, se transmutou em uma guerra ersatz gramatical nazista branca.

Ainda no comando da guerra ersatz gramatical real encontram-se o PSDB/DEM e o PMDB. O Constituído campo de poder $g1988: senadocracia, camaracracia, presidenciacracia e STFcracia do Estado nacional de Brasília (e também correndo por fora a lavajatocracia de Curitiba), é, agora, a PODERCRACIA da elite do poder do Estado de Brasília que crê se poder molhar infinitamente no fogo do INFERNO do $gsg 1999?

O Sargento Paulo imagina que esta temporada no INFERNO $gDante está atravessando o Inferno não para o purgatório, e sim para a autodissolução final do $gBrasil-Nação.

O Sargento Paulo vem dizendo tal sujeito gramatical há quase 4 anos!

Por que não ouviram, ou melhor, não leram o inconsciente do Sargento Paulo?

A propósito, o conhecido professor titular de sociologia da UFMG Claudio Beato como Secretário Municipal de Segurança Pública de Belo Horizonte é um efeito da guerra sgammaticatura lumpesinal criminosa das classes gramaticais e ersatz de classes gramaticais, no México? Belo Horizonte é mais mexicana do que brasileira?     

Por que escolheram ler o inconsciente do discurso do poder do sociólogo Giddens? 

FREUD. Obras Completas. Análise terminável e interminável. RJ: IMAGO, 1975
GIDDENS, Anthony. O Estado-Nação e a violência. SP: EDUSP, 2001
ELIAS, Norbert. A condição humana. Lisboa: DIFEL, 1985
ROSA, Guimarães. Ficção Completa. v. 2. RJ: Nova Aguilar, 1994
VIANNA, Oliveira. Populações meridionais do Brasil. Populações rurais do Centro-Sul. Niterói: EDUFF, 1987

VIANNA, Oliveira. Instituições políticas brasileiras. v. 1. Niterói/SP: EDUFF/EDUSP, 1987 

OUTROS

VEJA. Lava-Jato.  SP: Editora Abril, Edição 2517, ano 50 - n7, 15/o2/2017      

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