segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

FÍSICA E CULTURA

José Paulo Bandeira 




                                                                  
ROOSEVELT CONVIDOU GETÚLIO VARGAS À IALTA, e o nosso VELHINHO declinou o CONVITE para definir a linha gramatical ideológica do NOVO MUNDO. O nosso Getúlio era apenas um "PAZZO" CAIPIRA ESTANCIEIRO?

Ou Getúlio pensava a política mundial pela primeira lei da termodinâmica?

Hoje o mundo planetário não é um efeito da IALTA americana de Roosevelt.

Ele é o efeito da primeira lei da termodinâmica que se apoderou da história universal 1945. Loucura?
O mundo atual é o efeito da vitória da física gramatical em narrativa teológica nazista da Conferência de Yalta-Hiroshima [長崎市, Nagasaki-shi} - 東京都, Tōkyō-to. ENCONTRO DO IMPERADOR JAPONÊS Hirohito+ Getúlio + Hitler + Mussoline= vitória do NAZISMO ASIÁTICO = "A primeira lei da termodinâmica é uma versão da lei de conservação da energia. Este postulado admite que diversas formas de trabalho da política universal podem ser convertidas umas nas outras, pela física da sociologia gramatical em narrativa teológica.
"A primeira lei da termodinâmica é uma versão da lei de conservação da energia. Também conhecido como Princípio de Joule, este postulado admite que diversas formas de trabalho podem ser convertidas umas nas outras, elucidando que a energia total transferida para um sistema é igual à variação de sua energia interna, ou seja, em todo processo natural, a energia do universo se conserva sendo que a energia do sistema quando isolado é constante. Observa-se também a equivalência entre trabalho e calor, onde constatou-se que a variação Q - W é a mesma para todos os processos termodinâmicos".
                                                              II
A Cultura da nossa atualidade foi uma criação oceânica entre a Europa e a América. No final, não foi a filosofia (que fazia – tradicionalmente - a articulação da hegemonia da cultura da política Ocidental) que definiu a relação entre cultura e política no pós-II Guerra.

Lacan me permite dizer que a cultura atual é a cultura da idade da pedra lascada do industrialismo.
Não é o caso de narrar tal artefato do industrialismo cultural nesse momento. Mas o leitor pode ler meu texto no blog José Paulo Bandeira sobre o livro Dr. Fausto, de Thomas Mann.
A era atual é um efeito do choque atômico que destruiu o espaço físico de duas cidades japonesas assassinando crianças, mulheres e velhos em uma cifra superior a 200000 pessoas. e os animais e árvores ...?

Os historiadores contra os EUA dizem que foi um holocausto contra a humanidade. Tal enunciado abstrato nada me diz. Com efeito, a explosão de Hiroshima   e Nagasaki significam a explosão do espaço cultural habitado pelo $gh: Significante gramatical HOMEM ocidental.
Em Hiroshima e Nagasaki, o homem da filosofia ocidental milenar virou poeira da física matemática relativista.  
A física que destrói o significante da cultura filosófica é a física da grande fábrica com nomes conhecidos como Álamo e projeto Manhattan da UNIVERSIDADE DE CHICAGO.

Curiosa é a interpretação metálica de Hobsbawm do fim do homem ocidental como tal:
"A longo prazo, os governos democráticos não resistiram à tentação de salvar as vidas de eus cidadãos, tratando as dos países inimigos como totalmente descartáveis. O lançamento da bomba atômica Sobre Hiroxima e Nagasaki em 1945 não foi justificada como indispensável para a vitória, então absolutamente certa, mas como um meio de salvar vidas de soldados americanos. É possível, no entanto, que a ideia de que isso viesse a impedir a URSS, aliada dos EUA, de reivindicar uma participação preponderante na derrota do Japão tampouco estivesse ausente das cabeças do governo amricano". (Hobsbawm: 34-35).


É sobejamente sabido a participação do Prêmio Nobel italiano Enrico Farmi na investigação que levou à bomba atômica. Enrico era um todo senhor poderoso físico da Universidade de Chicago lado a lado com o chefe do programa Manhattan, o físico Julius Robert Oppenheimer, ambos convenceram o presidente Truman a subtrair do Japão milhares de vidas inocentes para salvar a vidas de soldados americanos.

A Guerra da física relativista do americanismo é a fundação da cultura relativista do americanismo, pois, descentrada, já que o centro $gh da cultura ocidental teve um enterro sem corpo e almour (alma + amour), pois, este composto físico-químico (corpo e almour (alma + amour) sofreu uma sintetização ao ser consumido em uma nuvem atômica. Não estou mal-humorado. Estou tranquilo!
Hiroshima/Nagasaki não foi um raio em um céu azul do Rio de Janeiro, no verão.

Quem é o sujeito biográfico responsável?

Adolfo Hitler!

O narrator Hitler criou o sujeito gramatical racial judeu (raça inferior poderosa) como inimigo do sujeito gramatical alemão (raça superior qualificado para governar o planeta) - o 3° Terceiro Reich. Subtrair o judeu da face da terra era uma consequência lógica para a existência e reprodução do Imperii alemão nazista de mil anos, na imaginação egípcia do pequeno Adolfo.

Os judeus que criaram a física da relatividade souberam que Hitler usava físicos nazistas na fabricação de artefatos nucleares que significa a derrota global da democracia e, irrevogavelmente, consequentemente, portanto, o fim do povo judeu. Então convenceram o presidente da América a fabricar armas atômicas.

François Kersaudy  diz:
No início do século XX, a pesquisa atômica era uma aventura emocionante, cuja única finalidade era desvendar os grandes segredos da matéria. Essa nova ciência tinha seus templos e papas: Ernest Rutherford em Cambridge, Niels Bohr em Copenhague, Max Born e Jacob Franck em Göttingen, Marie Curie em Paris e Albert Einstein em Berlim. Seus discípulos constituíam uma espécie de fraternidade poliglota de jovens superdotados: os ingleses John Cockcroft e Ernest Walton; os russos Georgi Gamow e Piotr Kapitza; os alemães Carl Friedrich von Weiszäcker, Otto Hahn e Werner Heisenberg; os austríacos Fritz Houtermans e Lise Meitner; os americanos Linus Pauling e Robert Oppenheimer; os italianos Enrico Fermi e Emilio Segrè, os húngaros Leo Szilard, Edward Teller e Eugene Wigner e os franceses Irene Curie e Frédéric Joliot.

Os pesquisadores mais experientes e ilustres, como Marie Curie, Ernest Rutherford, Niels Bohr e Albert Einstein, haviam aberto o caminho no início do século com a descoberta da radioatividade do rádio, a descrição do núcleo do átomo e do elétron e, evidentemente, a teoria da relatividade. Seus discípulos dariam continuidade aos trabalhos: em 1932, o inglês James Chadwick comprovou a existência do nêutron. Dois anos depois, Frédéric e Irène Joliot-Curie geraram radioatividade artificial bombardeando átomos de alumínio com partículas alfa (ver glossário), enquanto o italiano Enrico Fermi utilizaria os nêutrons descobertos por Chadwick para bombardear o urânio, desencadeando assim uma emissão de energia. Em 1938, os alemães Otto Hahn e Fritz Strassman, com base na experiência de Fermi, provocariam a cisão do núcleo de urânio em duas partes, como conseqüência da emissão de nêutrons desacelerados. Caberia, enfim, à austríaca Lise Meitner e a seu sobrinho Otto Frisch medir a intensidade da energia assim emitida, e dar ao fenômeno um nome: a fissão”.
                                                                III                                                   

A física da fissão é a fonte da physis a partir da qual a cultura do homem metafísico é transmutada em cultura da relatividade da idade da pedra lascada da besta falante do industrialismo.

A cultura da idade da pedra lascada é absolutamente a grau zero da escrita como tal. A cultura da pedra lascada do industrialismo é o grau zero da escrita pela plurivocidade até o infinito do escritor-algaravia que desbanca o Príncipe-escritor como organizador da cultura da articulação da hegemonia da política mundial ocidental. Passagem da filosofia para a física na política real mundial.

O escritor-algaravia do industrialismo é uma invenção nazista antes da física da fissão.   Adorno descobriu tal escritor-algaravia ao investigar a forma da língua nazista inventada na cultura alemão antes da consagração da política nazista como tal.

Ele chamou tal língua de jargão fascista:
La jerga, objetivamente un sistema, aplica, como princípio organizador la desorganización, la desintegración del lenguagen en palabras em sí”. (Adorno: 12).

 O jargão fascista alemão tinha como $g-condutor o substantivo Eigentlichkeit autenticidade em guerra gramatical em narração ideológica oca à inautenticidade do burguês cultural liberal alemão. 
Adorno diz que o jargão nazista se tornou uma sublinguagem como supralinguagem que se estende da teologia às linguagens da economia e administração, passando pela filosofia. Sublinguagem é um ersatz de gramatica cum sgrammaticatura que foi metabolizado pelas instituições da sociedade civil industrial e das instituições estatais e também pelas massas do povo alemão. 

A superlinguagem fascista criou a atmosfera rarefeita de sentido da tela ersatz de gramatica cum sgrammaticatura na qual o nazista se sentia feliz como peixe n’água.

Adorno fala de um fenômeno que o qualifico como a primeira língua natural bürokratische industrialis da política do século XX.

O significante-algaravia é parte da cadeia conjuntiva jargão bürokratische em uma conjuntura, isto é, encontro de circunstâncias cultural da política como tal.

Algaravia é o som de muitas vozes juntas: Vozerio. Algaravia é o dito ou escrito de maneira confusa ou em linguagem pouco compreensiva. Por extensão, criação de uma situação atmosférica difícil de ser vivida na política, sufocante, ar rarefeito para o inimigo; coisa política incompreensível para o homem normal e livre da democracia liberal da ordem do sério.

Em suma, trata-se do significante gramatical língua árabe falada pelos mouros ($glafm), se os mouros tomam o imperii cultural árabe. O $glafm que surge é língua da Bürokratie NAZISTA REVOLUCIONÁRIA do indutrialismo cultural alemão.

Na América, o $glafm é uma força prática bürokratische cultural moura capitalista em estado latente revolucionário de explosão do espaço da cultura do liberal como tal se ceder em seu desejo sexual capitalista para a sociedade do burguês sem capitalismo.    

O $glafm americano seria a fonte gramatical em narração moura capitalista da cultura que nasceria na América a partir das mãos e mente do publicitário inglês e de sua agência de publicidade:
"Ogilvy & Mather é uma agência de publicidade, marketing e relações públicas com sede em Nova York. Começou como uma agência de publicidade de Londres fundada em 1850 por Edmund Mather, que em 1964 ficou conhecido como Ogilvy & Mather após a fusão com uma agência de Nova York, que foi fundada em 1948 por David Ogilvy . É parte do Grupo WPP, uma das maiores empresas de marketing e comunicações do mundo, por receita. A agência é conhecida por seu trabalho com Dove, American Express e IBM".

Me pergunto se há alguma espécie de laço gramatical entre a Ogilvy & Mather 1948 [após a fusão com uma agência de Nova York, que foi fundada em 1948 por David Ogilvy] e o filme JANELA INDISCRETA DE Alfred Hitchcock (1954)?

David MacKenzie Ogilvy não é o pai da propaganda simplesmente!

Ele criou a primeira burocracia americana capitalista como força prática fazendo pendant com a vontade de poder (potência) gramatical cum sgrammaticatura: Bürokratie NAZISTA REVOLUCIONÁRIA CAPITALISTA - que construiu o mundo em que vivemos que consiste no seguinte:

A BELA JOVEM MODELO-ARTISTA PLÁSTICA DO CINEMA AMERICANO CAPITALISTA PINTA SEU QUADRO TELA GRAMATICAL PUBLICITÁRIA DE PÉ NO CENTRO DE SEU ATELIÊ-BUREAU Ogilvy & Mather.

OU, AO CONTRÁRIO, ELA PINTA O ATELIÊ-BUREAU Ogilvy & Mather DEITADA EM UM DIVÃ EM PÉ DENTRO DA SUA TELA GRAMATICAL PUBLICITÁRIA PINTADA.
ME RESPONDA! EM QUAL DESSAS DUAS REALIDADES Ogilvy & Mather NÓS, BRASILEIROS, VIVEMOS?

                                                          UM FILME
"Depois de quebrar a perna fotografando um acidente numa corrida de carro, um fotógrafo profissional, o aventureiro L. B. "Jeff" Jefferies (James Stewart), está confinado a uma cadeira de rodas em seu apartamento em Greenwich Village para se recuperar. Sua janela dos fundos dá para um pátio e vários outros apartamentos. Durante uma enorme onda de calor ele assiste seus vizinhos, que mantêm suas janelas abertas para se refrescarem.

Eff fica convencido de que Thorwald assassinou sua esposa. Jeff explica isso ao seu amigo Tom Doyle (Wendell Corey), um detetive da Polícia de Nova York, e pede-lhe para averiguar. Doyle não encontra nada de suspeito; aparentemente a "Sra. Thorwald" está no norte do estado, e recebeu baú em pessoa.

Para grande espanto e admiração de Jeff, Lisa então escala a escada de incêndio do apartamento de Thorwald e penetra nele através de uma janela aberta. Quando Thorwald retorna e agarra Lisa, Jeff chama a polícia, que chega a tempo de salvá-la, prendendo-lhe. Jeff vê que Lisa está com suas mãos atrás das costas, balançando seu dedo com o anel de casamento da Sra. Thorwald nele. Thorwald percebe isso, e, notando que ela está sinalizando a alguém, vê Jeff do outro lado frente do pátio”.

O narrator-fotógrafo da força prática bürokratische cultural moura capitalista salva a mocinha curiosa em ver o mouro?

Diz David Ogilvy como quem não quer assustar o leitor:
Morei quando criança na casa de Lewis Carroll, em Guilford”. (Ogilvy: 1).

O livro Aventuras de Alice no país das maravilhas não aceita ser lido como um romance-paródia da física relativista da política mundial? Veja:
Ou o poço era profundo demais, ou ela caía muito devagar, pois tinha tempo de sobra para olhar em torno de si durante a queda e perguntar-se o que aconteceria em seguida. (Carroll: 42).
 
 Cultura da política publicitária de David Ogilvy às avessas do relativismo da física que sabe que físicos americanos comem crianças japonesas.



A política capitalista relativista às avessas não precisa saber a resposta aos problemas críticos perturbadores da vida da nação, se invade o terceiro-mundo.
E aqui Alice começou a ficar meio sonolenta, continuando a dizer para si mesma, numa espécie de devaneio: ‘Gatos comem morcegos?’ ‘Morcegos comem gatos? ’, pois, como não sabia responder à pergunta, pouco importava a maneira como fosse colocada”. (Carroll: 43).
   
                                                                         IV  

Segue a narrativa de François Kersaudy.

A partir de 1938, o regime de Mussolini, imitando servilmente o de Hitler, promulgou suas próprias leis racistas. Como a esposa do maior físico italiano, Enrico Fermi, era judia, ele também emigrou e seus colegas do Grupo de Roma o seguiram.

Muitos desses emigrados foram para os Estados Unidos, pois o país possuía universidades e laboratórios muito bem equipados, permitindo que os cientistas continuassem seus trabalhos em boas condições. Além disso, Albert Einstein havia imigrado para lá em 1933, o que influenciou seus colegas. Assim, Teller, Wigner, Bethe, Franck, Szilard, Fermi, Segrè, Ulman e Von Neumann desembarcaram, um por um, no Novo Mundo.

Esses pesquisadores, no entanto, não deixaram de se interessar pelo que se passava no Velho Continente. Enquanto físicos nucleares compreenderam imediatamente as implicações da descoberta de Hahn e Strassmann: caso essa fissão que gerava uma grande quantidade de energia pudesse ser reproduzida várias vezes por meio de uma reação em cadeia, a tecnologia poderia permitir a fabricação de um potente artefato explosivo. Sendo judeus, sabiam que Hitler não deixaria de utilizar essa descoberta para aniquilar seus adversários.
                HAHN-MEITNER-INSTITUT, BERLIM

A física austríaca Lise Meitner (à esq.) e o químico alemão Otto Hahn trabalhando juntos em Berlim nos anos 20
Em março de 1939 surgiu o primeiro indício de que as previsões dos físicos alemães estavam corretas. Ao ocupar a Tchecoslováquia, os nazistas interromperam as exportações de minério de urânio proveniente das minas de Joachimsthal. Até então, esse minério servia apenas para colorir o cristal da Boêmia e fabricar letreiros luminosos. A interrupção das exportações só poderia significar que a Alemanha pretendia utilizar o urânio exclusivamente para a pesquisa atômica.

Nessa época, Szilard e os físicos exilados nos Estados Unidos já estavam convencidos de que os alemães estavam construindo sua própria bomba. Diante disso, o pesquisador se convenceu de que “só nos restava uma coisa a fazer: desenvolvermos a nossa”. O plano, porém, esbarrava no orçamento limitado dos laboratórios nos quais trabalhavam esses refugiados. Era preciso fazer com que o governo americano se interessasse pelo assunto.

O contato entre os físicos e o governo dos Estados Unidos foi um refugiado judeu chamado Alexandre Sachs, que trabalhava como conselheiro econômico do presidente Franklin Roosevelt. Após uma reunião com Szilard no final de julho de 1939, Sachs decidiu preparar uma carta redigida a quatro mãos (por ele, Szilard, Teller e Einstein) que deveria ser entregue ao presidente Roosevelt. O objetivo era convencer as autoridades militares americanas a financiarem as pesquisas atômicas no país.

O documento foi assinado pelo próprio Albert Einstein e entregue a Roosevelt no dia 11 de outubro de 1939, cinco semanas depois do início da guerra na Europa. A carta informava sobre a possibilidade de desenvolver a bomba atômica e alertava sobre o suposto estado adiantado das pesquisas na Alemanha, pedindo, ao final, uma “ação rápida da parte dos poderes públicos”.
Em resposta à carta, Roosevelt criou um comitê consultivo para o urânio que contaria com representantes do exército e da marinha – todos americanos – e teria Szilard, Fermi, Teller, Wigner e Sachs como membros associados.

O FATOR BOHR Foi mais uma vez o fanatismo dos nazistas que salvaria os Aliados. Em agosto de 1943, as autoridades da ocupação organizaram um golpe em Copenhague e o próprio rei Cristiano X ordenou a Niels Bohr que deixasse o país. Após uma fuga via Suécia, Bohr chegou a Londres e os britânicos imediatamente encararam a difícil tarefa de convencer esse pacifista irredutível a participar do Projeto Manhattan.

Os Aliados, porém, ainda não estavam tranqüilos. Temiam que os nazistas respondessem ao desembarque na Normandia com um ataque nuclear. Mas suas preocupações eram infundadas: quando as tropas do general George Patton ocuparam Estrasburgo em novembro de 1944, um destacamento responsável por averiguar qual era o real estágio das pesquisas atômicas nazistas descobriu que os alemães estavam muito atrasados em relação aos americanos.

Os militares americanos chegaram a essa conclusão ao confiscar documentos que também indicavam a localização dos centros de pesquisa nuclear alemães: Oranienburg, Heidelberg, Frankfurt e Haigerloch, que seriam todos ocupados entre março e maio de 1945. Em Haigerloch, descobriu-se um reator em um subsolo: só lhe faltavam 700 litros de água pesada para atingir sua massa crítica. Um a um, os físicos alemães foram presos: Hahn, Von Laue, Bethe, Gertner, Guerlach, Diebner, Von Weiszäcker e finalmente Heisenberg. Seu interrogatório confirmaria que a Alemanha nunca esteve em condições de construir a bomba, e isso por pelo menos meia dúzia de razões: rivalidade entre as equipes, falta de água pesada, destruições contínuas devido aos bombardeios, hostilidade tenaz de vários físicos em relação a Hitler e seu regime, orçamento insuficiente, falta de pessoal, e principalmente, desinteresse do Führer, que não tinha entendido nada do problema e mandara concentrar os trabalhos nos foguetes V1 e V2.

A partir de março de 1945, as informações obtidas na Alemanha começaram a se espalhar entre os cientistas de Los Alamos. Alguns ficaram aliviados, outros consternados. Leo Szilard chegou a tentar convencer Roosevelt a desistir do projeto de construir a bomba, mas já era tarde: o presidente morreu no dia 12 de abril de 1945, deixando para seu vice, Harry Truman, o maior segredo dos Estados Unidos.

Quando chegou à Casa Branca,Truman foi surpreendido primeiro pela notícia de que seu país possuía uma bomba de efeitos aterradores e, em seguida, que teria de decidir se ela deveria ou não ser usada na invasão do Japão. O novo presidente ordenou imediatamente a criação de um comitê para discutir a questão, formado pela alta cúpula do governo, das Forças Armadas e por três homens do Projeto Manhattan: Vannevar Bush, Karl Compton e James Conant. Outros quatro físicos seriam consultados: Robert Oppenheimer, Enrico Fermi, Arthur Compton e Ernest Lawrence. No dia 1º de junho de 1945 o comitê finalmente emitiu seu parecer: “A bomba será usada contra o Japão, o mais rapidamente possível”.
                                                                                    V
Retomo a palavra livre.

Quem começou o projeto de construção fabril de arma atômica no governo Roosevelt foi o grupo mais inminentes de físicos judeus. Cito o trecho novamente:
O contato entre os físicos e o governo dos Estados Unidos foi um refugiado judeu chamado Alexandre Sachs, que trabalhava Como conselheiro econômico do presidente Franklin Roosevelt. Após uma reunião com Szilard no final de julho de 1939, Sachs decidiu preparar uma carta redigida a quatro mãos (por ele, Szilard, Teller e Einstein) que deveria ser entregue ao presidente Roosevelt. O objetivo era convencer as autoridades militares americanas a financiarem as pesquisas atômicas no país”.

A destruição de Nagasaki é fruto do $g nazista racial da força prática Bürokratie cultural moura em estado latente revolucionário Bürokratie NAZISTA REVOLUCIONÁRIA CAPITALISTA.                                                   


                                                                                       VI

Léon Poliakov escreveu um livro importante sobre racismo e nazismo.

Na história universal, povos europeus fizeram da sua raça o $g motor de sua política universal. Intelectuais franceses interpretaram a desordem revolucionária como luta de raças. Na Alemanha, foram as guerras napoleônicas que deram um aspecto novo e militante à velha noção de supremacia racial germânica ainda subjugada aos valores cristãos, e associada, de certo modo, à tradição religiosa: “ a missão do povo alemão, inteiramente, como, aliás, além-Mancha, a do povo inglês, permanecia uma missão divinamente preordenada”. (Poliakov: 208).

O superdeterminismo racial teve seu primeiro berço na França, onde a ideologia racial como dejeto foi invadido a cultura europeia como ciência do real da realidade da política ocidental.

Poliakov é o narrator da narrativa sobre a raça e o racismo na Europa que acaba em uma sintetização historial da passagem da theologica naturalis (Poliakov: 306) à theologica secularis nazista que fabrica o composto físico-químico mito ariano salvador, encarnado em Hitler. (Adorno: 11).

Nêmesis de qualquer liberalismo, Lacan estabeleceu o $g raça do nazismo desligado da antropologia física que diz haver laço naturalis na categoria raça:
Pois, não é por aí, Como se viu por uma tentativa grotesca de fundar nisso um Reich dito terceiro, não e por aí que se constitui raça alguma (nem tão pouco por esse racismo, na prática).
Ela se constitui pelo modo como se transmite, pela ordem de um discurso, os lugares simbólicos, aqueles com que se perpetua a raça de dos mestres/senhores e igualmente dos escravos, bem como os pedantes, à qual faltam, como garantia, os pederastas e os cientichatos [scientes], acrescentaria eu, para que eles não fiquem cientichateados [sciés]. (Lacan. 2003: 462).

                                                                                        VII
Nagasaki transformou o americano em um povo capitalista desalmado de maîtres/senhores, isto é, um povo sem almour alma + amour. A falta de almour é o $g que define o povo americano desalmado de senhores e mestres, povo que criou a cultura da era da pedra lascada - onde o $g besta falante adveio no deserto de homem e almour.

Sobre bestas falantes da cultura da idade da pedra lascada industrialis que deixaram de ser homem como tal ocidental, o leitor pode fazer o contraste com o próprio texto de Lacan.

Ces  bêtes parlantes de Lacan é o $g que fala besteira, é o uso tolo do significante, da palavra:
 “Il est tout à fait frappant, à mes yeux tout au moins, de voir qu’à  cette lecture, de voir à cette lecture que Maupertius qui, dans l’occasion, pour quelqu’un qui se repère dansl ’histoire, et certainement (le) la première chose qui s’impose, c’est la date de cet énoncé, 1756, est le témoignage du temps qu’ont mis qu’ont mis ces bêtes parlantes que sont les homens, tenons-les, pour ainsi défenis, du temps qu’elles ont mis ces bêtes, por se rendre compte du spécifique de la reproduction sexuée. (Lacan. RSI. Seminaire du 17 de dezembro de 1974).  
    
A besta falante da cultura da política industrialis é o $g bêtes parlantes que faz do espaço da cultura o grau zero da escrita cum sentido para ser ouvida!  Ela não se define pela quantidade de besteira falada sobre a especificidade da reprodução sexuada, ou, por nada dizer sobre a relação sexual não fazer laço sociológico gramatical sexual

A besta falante de agora se define pela quantidade de besteira falada sobre a crise mundial da cultura da política como tal capitalista e seu inimigo pós-capitalista força prática bürokratische cultural moura. Ou no caso extremo, por falar sobre tal fato gramatical em um dito ersatz de dizer algo sobre o real da realidade da sociedade da política mundial a caminho de uma mudança irreversível.    

O nazismo fez da autêntico o carro-chefe da cultura do sério na crise global da política do burguês cultural alemão. A cultura do americanismo da política do publicitário capitalista também fez do sério seu carro-chefe gramatical? Ogilvy diz:
“ Seu anúncio deve ser verdadeiro, consistente, agradável e ter credibilidade. Ninguém compra de vendedores que são mal-educados e mentirosos”. (Ogilvy: Será que funciona no Brasil?).

O $g vendedor é o rehtor percipio da política capitalista da Bürokratie NAZISTA REVOLUCIONÁRIA americana?

Ela não é a passagem do autêntico sério para o inautêntico como tal na América e na Europa ocidental. No Brasil, Ogilvy suspeita que o autêntico americano (ocidental) não funciona, pois, a economia real não corresponde ao discurso do político do vendedor do capitalismo.

Ele parecia não saber a razão do Brasil não possuir um discurso autêntico para vender o capitalismo. O motivo é simples. Como vender o discurso do político do publicitário do capitalismo em uma sociedade do burguês sem capitalismo? 

Só montando conscientemente um discurso publicitário no qual o vendedor-publicitário (economista universitário, agência de publicidade brasileira, jornalismo escrito, falado e televisionado e mais o político profissional do Estado nacional de Brasília) é um mentiroso mal-educado, grosseiro e ersatz gramatical de um sujeito inautêntico. Afinal, ele precisa dormir o sono dos justo burguês cultural do terceiro-mundo!  

O nazismo formal do americanismo só acontece quando o discurso do publicitário, do rhetor percipio vendedor, se auto subtrai da cultura capitalista, aí cedendo a articulação da hegemonia cum dominação à forma do trabalho político - discurso do Bürokraten do Criminostat bürokratische nazista mundial: CIA, FBI, NSA etc.

A crise da política da América consiste no choque gramatical transdialético entre o discurso do publicitário como rhetor percipio vendedor do capitalismo como tal (presidente Donald Trump) e o discurso do político do espião da cultura da política pós-capitalista Criminostat bürokratische nazista mundial: CIA, FBI, NSA etc.

ADORNO, W. Theodor. La ideologia como linguaje. Madrid: Taurus, 1982
CARROLL, Lewis. Aventuras da Alice no país das maravilhas. Através do espelho e o que Alice encontrou lá. E outros textos. RJ: SUMMUS, 1977
HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos. O breve século XX. 1914-1991. SP: Companhia das Letras, 1995
LACAN, Jacques. Outros Escritos. RJ: Jorge Zahar, 2003
OGILVY, David. Confissões de um publicitário. RJ: Difel, 1976.
POLIAKOV, Léon. O mito ariano. SP: Perspectiva, 1974            
      
 



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