terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

DO NAZISMO REALMENTE CONSISTENTE NO REAL, é claro!


José Paulo Bandeira
 21/02/2017, 08:47

HEIDEGGER: "só é possível filosofar em alemão e grego".
Eis os povos mais inteligentes da história universal ocidental possuidores das duas línguas mais extraordinárias como vontade de potência para a criação de formas da política universal

O homem grego inventou a politeia. Um verdadeiro milagre gramatical da língua grega em narrativa theologica - em um mundo dominado por formas despóticas sgrammaticatura (e formas tirânicas ersatz de gramática theologica oriental no ocidente sintetizado com o Oriente).

O alemão inventou o nazismo real. Um milagre da física gramatical theologica rationabilis materiarius.

A mais fatal ideia verdadeira nazista foi a invenção da máquina theologica de criar atmosfera real gramatical-campo dos afetos- almour (alma + amour = amor) no real do mundo-da-vida da política da multidão.

Em inglês da técnica industrialis, o americano criou o NAZISMO FORMAL com ideias do nazismo real. O nazismo formal é a tela virtual da publicidade burguesa e da televisão burguesa. Tela significa que é um mundo cultural no VÁCUO, isto é sem atmosfera, o DESERTO ATMOSFÉRICO da política virtual.

A ideia nazista do deserto atmosférico foi criada por Jean Baudrillard em Paris.
Trata-se do significante gramatical que invadiu o real da realidade dos fatos ocidental: SIMULACRO DE SIMULAÇÃO ($gss).

O que é o $gss?

Baudrillard nada disse sobre a essencia do $gss.

Habermas diz que Baudrillard é o mais inteligente europeu de sua época. Por que Baudrillard não disse que o $gss era a POLÍTICA DO SIMULACRO DE SIMULAÇAO DO $NAZISMO REAL ($NR). Isto é, a política do NAZISMO FORMAL ($NF)

A diferença essencial entre o $NR e o $NF é o modo de produção e reprodução da percepção sensível da política como tal.

O $NF é a percepção do sentido da política no deserto atmosférico do olfato . É a percepção do ver a política da sociedade da sociedade gramatical da imagem do significante.

A política do $NR é a política do cheirar a real atmosfera do significante da política como tal no real da política ndo mundo-da-vida da multidão.

Trata-se de uma sintetização físico-química da política como tal (da elite do poder) com a política naturalis da multidão.

Na atmosfera do nazismo real, a multidão é abduzida pelo oxigênio-sangue biológico (real gramática em narração theologica do sacrifício humano como essência da política real do mundo-da-vida, em todos os tempos da civilização arcaica.

A linda dominus do planeta do século XXI me deu permissão para revelar a fantasia lacaniana do futuro até esse ponto cardeal.

DO NAZISMO FORMAL AMERICANO

Subtítulo: OS BRASILEIROS SÃO UM CONJUNTO LACANIANO DE PARVOS?

Thomas Mann, Adorno, Horkheimer e, Charles Wright Mills (1916-1962) finalmente, Marcuse escrevam livros seminais na literatura, na filosofia política econômica , na sociologia gramatical da política implorando à ELITE DE PODER AMERICANA (significante NAZISTA da física gramatical em narrativa teológica sacerdotal do Imperii Egípcio dos Faraós dos mil anos). que não usassem as ideias verdadeiras do nazismo realmente existente para construir o NAZISMO FORMAL, pois, Institucional-estatal.

Não usar as ideias do nazismo real para fabricar O NAZISMO FORMAL- "força prática bürokratische"virtual.

OS BRASILEIROS SÃO UM CONJUNTO LACANIANO DE PARVOS?

O Tele Cine Action está passando (está em sua programação para todo o mês de fevereiro/2017) o filme Mercury Rising (Código para o INFERNO).

O nosso conhecido-simpático ator Bruce Willis é o personagem do FBI que luta contra a NSA. O filme é de 1998. antes do 11/setembro/2001.
A NSA manda uma máquina de guerra bürokratische nazista para assassinar todas as pessoas que tomaram conhecimento sobre o código do inferno (programa secreto do governo dos Estados Unidos) inventado pela NSA.

O filme foi realizado, antes do 11/setembro/2001.

O 11/setembro foi o acontecimento que significou o estabelecimento do domínio absoluto [ABSOLUTISTA FORMAL NAZISTA] da força prática OKHRANA bürokratische AMERICANA (CIA, NSA, FBI etc.) sobre a política nacional da América, nacionalmente.

Osama Bin Laden sempre foi um agente da CIA [Snouden confirmou tal fato].

Bin Laden como o comandante geral intelectual do 11/setembro significa que o atentado terrorista foi obra da CIA/NSA - MÁQUINA DE GUERRA bürokratische NAZISTA FORMAL americana.
Eles sacrificaram 3000 pessoas inocentes das Torres da burguesia comercial de Nova Iorque, e entre 300 e 400 bombeiros e policiais de Nova Iorque.
O banho de sangue dos trabalhadores de escritório (classe gramatical bürokratische burguesa comercial de bureau de Nova Iorque) fundou - fundamentou - a Nova Ordem bürokratische Nazista mundial até 2017.

Os telespetadores brasileiros da TV Paga são um estamento eletrônico de PARVOS?

A MONTAGEM DA EPISTEME DA FÍSICA SOCIOLÓGICA GRAMATICAL

ARGENTINA/MÁQUINA (19/02/2015)

Minhas lembranças do facebook me enviou este texto que convertir para o atual estágio da sociologia gramatical. É sobre o assassinato do promotor Nisman pelos nazistas do bolivariano de Bueno Aires.

Sou o Nisman carioca?
I
A física das máquinas de guerra é uma contraciência da política.

Ela trabalha com contraconceitos, isto é, fluxos que são contrarrazão conceitual. Um contraconceito é constituído por um efeito de dizer da investigação que articula teoria e artefato histórico. Ele é uma rede de significantes que se condensa na dialética universal/particular/singular de uma superfície gramatical-estética historial: a política trágica universal argentina.

A máquina de guerra freudiana é um contraconceito articulado redes de significantes interfaces contextual. Trata-se de redes interface de significantes que tem como centro tático: significantes freudiano e heideggeriano. Assim, ela é o choque trágico entre a realização da satisfação da pulsão de morte do sujeito bolivariano (uso sem limite da violência terrorista) e a multudão-Nisman de Buenos-Aires.

Toda grande máquina de guerra tem como modelo o Urstaat. A gramaticulação do fantasma do Urstaat, no presente, articula qualquer grande de máquina associando psicologia do indivíduo, psicologia grupal, metapsicologia e fisicapsicologia. Portanto, tal contraconceito é um efeito de dizer no campo contraciência freudiana da política.

“Embora os organizadores da manifestação tenham ressaltado o caráter apolítico do ato - não havia bandeiras de partidos, apenas cartazes que não fossem de Nisman ou da bandeira argentina - as razões para a presença iam além da morte do promotor e atingiam indiretamente os políticos. "É uma marcha silenciosa, então não vou falar mal do governo. Mas estamos indignados com tudo, com a corrupção que mata", afirmou María Guevara, dona de casa de 62 anos, segundo ela parente em 5.º grau do revolucionário”. (Estadão).

A notícia sublinha o caráter apolítico do ato. Uma multidão marcha em “silêncio, desde as imediações do Congresso, onde começava a marcha, até a Praça de Maio, onde ela terminava” (El Pais)
II

O silêncio é um contraponto ao barulhento e efusivo carnaval do Brasil do Sudeste (Rio/SP). Enquanto o Brasil se diverte, a população vizinha simboliza a crise argentina. Não estamos sozinhos! No entanto, marcha apolítica seria algo fora da política, inarticulável, invertebrada, um nonsense como um desafio matemático que se contrapõe à gramaticalização do inconsciente populista-nazista da política latino-americana.

A Marcha saiu diretamente das páginas de um Lewis Carroll argentino (a multidão em Buenos Aires) surrealista e dadaísta. Buenos Aires é a capital da melhor literatura e da mais exuberante dramaturgia da América Latina. A poesia parece ser constitutiva da marcha pela memória do promotor assassinado Nisman.

Na física das máquinas de guerra, a multidão argentina é uma poética contramáquina de guerra freudiana. Ela é um pequeno ato da língua freudiana da história política universal, constituído pela dialética máquina de guerra versus contramáquina de guerra.

Mas isso não é tudo!

“A marcha foi convocada por cinco promotores como uma homenagem ao companheiro falecido quando se cumpre um mês de sua morte. Era um fato insólito.

O Poder Judicial, ou parte dele, jamais havia convocado uma marcha ao longo das últimas três décadas de democracia argentina. Os principais dirigentes da oposição se somaram imediatamente à iniciativa. Mas o Governo viu aí uma tentativa de desestabilização, uma forma suja de fazer política sob o pretexto de render homenagem ao Promotor Nisman morto.

Entre as duas posições ficou gente como o prêmio Nobel da Paz, Adolfo Pérez Esquivel, que se mostrou crítico ao Governo e também aos organizadores da marcha, que acusou de oportunismo político” (El Pais).

A marcha foi convocada por uma peça da máquina de guerra jurídica heideggeriana argentina (promotores). O governo de Cristina Kirchner chamou a multidão de jogo sujo da política nacional.

Tal governo é uma articulação da tradição populista totalitária axiológica em uma atual versão ideológica bolivariana; sua linguagem é a língua do nazismo, (fabricado por chefes nazistas alemães na Argentina de Perón, Evita...). O bolivariano argentino é um ersatz gramatical cum sgrammaticatura de populismo nazista latino-americano. .

O populismo americano-latino-nazista não tem nada de poético; é vulgar; é de baixa moral; é a linguagem nazista da lumpen-elite portenhoa.

Então uma máquina heideggerina é capaz de articular uma multidão- contramáquina de guerra freudiana contra a terrível máquina de guerra lúmpen nazista?

A física de Heidegger não é a física de Freud! Mas no fundo da cena da política argentina, há este choque entre uma peça da máquina heideggeriana contra a máquina populista-nazista com seu dominus-negro: Cristina Kirchner.

E o prêmio Nobel Adolfo Pérez Esquivel? Ele se tornou o camponês que não para de arar seu terreno vizinho circunvizinho ao campo de operações da batalha de Waterloo.

Pérez Esquivel é um ser antediluviano da era de uma linguagem ideológica da política (PESTE freudiana catapultada de fora do castelo da vida cultural da nossa política latina) - que deixou de ser o espelho do mundo, inclusive na Argentina.

DO ASSASSINO, NOSSO PRÓXIMO

O evento (leão mata homem) não é um assassinato. A razão não é a falta de consciência do leão, pois, a consciência é um impossível lacaniano da sociedade animal.
A sociedade consiste em duas formas gerais. Há sociedade dos que falam (sociedade com Língua, sociedade humana) e a sociedade animal: = falta de língua.

O leão não é um assassino. Mas o caçador que caça o leão por esporte não é um assassino?

Qual a diferença entre assassinar um leão ou um ser humano por PURO GOZO DE MATAR?

Em todos os tempos, o discurso do direito procurou aperfeiçoar o conceito de assassinato entre homens. Conceito do sujeito jurídico ASSASSINO!

O direito moderno secularizou o conceito de assassinato para destruir o complexo conceito da theologia naturalis. Perdemos ou ganhamos?

A teologia é uma invenção do SACERDOTE DO IMPERII EGÍPCIO da civilização arcaica.
A teologia é considerada um um artefato cultural dotado de um poder mitológico capaz de invadir o REAL.

Quando o conceito de alma se tornou um artafato da teologia, chegou-se a um conceito de ASSASSINO recalcado na cultura mundial radicalmente secularizada com todas as FORMAS DE CULTURA reduzidas à FORMA IDEOLÓGICA.

A definição de forma ideológica é que a ideologia é a SUBTRAÇÃO da ALMA do HOMEM.

O mundo moderno da secularização como a forma mais completa é aquele no qual o homem perde a alma, não tem alma. A modernidade tardia é um mundo DESALMADO - DESERTO DA ALMA.
O conceito de ASSASSINO da teologia gramatical é:


ASSASSINO É UM SUJEITO GRAMATICAL HUMANO QUE NASCEU SEM ALMA OU QUE TEVE, EM ALGUM MOMENTO DE SUA BIOGRAFIA, SUA ALMA SUBTRAÍDA.

Nenhum comentário:

Postar um comentário