domingo, 12 de fevereiro de 2017

DO APOCALIPSE SEGUNDO O SARGENTO PAULO


José Paulo Bandeira
                                                                        INFERNO

Fim da II Guerra. Logo depois inicia-se o trabalho arquitetônico da reconstrução das cidades da Europa ocidental. 12 famílias burguesas ricas dirigentes da Elite do Poder da União Europeia são possuídas pela ideia soprada pelo vento do inferno de que a causa das 2 guerras europeias é a ideia sagrada do povo historial ariano.  Aí, as 12 resolveram destruir o $gpovo em geral. 

O nosso esquecido tão celeremente Otto Maria Carpeaux diz:
“O maior? Nietzsche advertiu, certa vez, contra o uso de superlativos: o superlativo sempre provoca protestos. Então, vamos ver os argumentos de quem pretende protestar. Os argumentos seriam, no caso, outros títulos, outras obras consideradas maiores, ou, pelo menos iguais a A divina comédia: Ilíada, Odisséia, Dom Quixote, Hamlet ou Macbeht, Fausto, Guerra e Paz, Os Irmãos Karamasov, Ulisses. São obras máximas. Mas cada uma delas, quando comparadas com a obra de Dante, revela certa unilateralidade: representam este ou aquele aspecto do universo literário; mas a Divina Comédia é o universo literário inteiro”.

Otto esqueceu de acrescentar que a Divina Comédia é, possivelmente, a opus Magnus de transromance poético (geopol) transitivo de theologia naturalis à theologia saecularis:
                                                                             “ O INFERNO
                                              Nel mezzo del cammin di nostra vita
                                               mi ritrovai per una selva oscura
                                                chè la diritta via era smarrita.
                                                 Ah quanto a dir qual era è cosa dura
                                                 esta selva selvaggia e aspra e forte
                                                 che nel raccontare rinova la paura!
                                                 Tant’è amara che poco è piu morte;
                                                  ma per trattar del ben ch’io vi trovai,
                                                  diró dell’altre cose ch’i’ v’ho scorte.
                                                   [o non so ben ridir com’io v’entrai”

Para a secreta theologia scholastica das 12 famílias ricas burguesas do governo de fato da União Europeia, há o sujeito oculto gramatical historial scholastica protagonista de Dante. Trata-se do $gpD (significante gramatical povo-de-Dante). 
                                                         II

Na física da theologia saecularis rationalis materialis, cada povo cria e recria a sua própria história theologica materia rudis. Narrar a história teológica de seu povo não é algo de sua própria escolha, é algo que o indizível lhe fez prometer como uma promessa que o filho faz ao pai no seu último suspiro.

O meu povo $gD em narração teológica - no caminho para uma gloriosa jornada no século XXI (súbito e súbdito) achou-se em uma selva de trevas habitada por máquinas de guerras freudiana, pois, perdeu a sua verdadeira estrada de luz.   
        
                                                                          III

Manhãzinha! Um sujeito gramatical nacional Art. 21/40 (anversoanimator) torna-se o senhor soberano da alma corporalitas de um sargento aeronáutico máquina de guerra freudiana lunar de alunissagem in rés do ar atmosférico da política nacional carioca; sarja lunar encarregada (o) de fazer a checagem de uma nave aeronáutica em Santos Dumont lunar, e luar do meu Sertão da máquina de guerra euclidiana-da-cunha José Silveira no INFERNO.

Próxima da alunissagem, E la nave va em sintetização com a atmosfera paulista. Aí, o escolhido animator capaz de dar forma viva ao mármore da política nacional da velha escola de filosofia da política nacional do Recife evaporou no ar atmosférico paulista – fez-se poeira cósmica teológica do animicida. Então, O animicida diz: faça-se o grau zero da anima corporalitas brasileira liberal 1988.

A eleição presidencial 2014, foi a primeira cena eleitoral ideológica na qual a máquina de guerra freudiana bolivariana mafiosa nazista se chocou com uma máquina de guerra do modo de produção do coronelato da política brasileira do PSDB. No meio do caminho de ambos, Eduardo Campos foi despachado mais cedo ao encontro de São Pedro, pois, a theologia naturalis diz que este santo guarda o molho de chaves do jardim das delícias do paraíso católico.  

Depois, o que era para ser a forma existencial política de uma máquina de guerra euclidiana {das páginas da theologia saecularis rationalis materialis CABOCLA da Floresta Amazônica} do À Margem da História da Parte Terra sem História era apenas fumos machadiano; um vulgar e prosaico efeito miserável do discurso do político do espião londrino envergonhado, fraco. Um prosaico efeito produzido por um flâneur baudelairiano; flâneur-pó (z) -doutor de férias de 6 meses no cruzamento da Avenida São João com o infinito Ipiranga da máquina de guerra luz negra das entradas e bandeiras: onde alguma coisa acontece no seu coração tropicalista tardio. 


A máquina de guerra freudiana do bolivariano usou toda a sua sgammaticatura sem limite no uso de violência simbólica e destroçou o ersatz de máquina euclidiana com as tocaias do navegante preciso das Noites do Sertão das Minas Gerais. Aí, o coronel mineiro disse ao que veio! Revelou-se como mais brilhante e notável máquina de guerra preparada na cozinha da fazenda do Grande Sertão: Veredas.

Esse foi o espetáculo que assisti solitariamente, pois, no meu Sertão de Euclides a Rosa, não havia viva alma para crer na minha versão theologia saecularis rationalis materialis mestiça da forma da política representativa 1988, em 2014.

Enquanto os cientistas e jornalistas políticos (e economistas notáveis hegemônicos na criminobürokratischejornalistacracia) falavam em crise política e/ou crise econômica, eu circulei na zuckracia (FACEBOOK), a ideia de crise brasileira. Fiz inúmeros textos da física da sociologia gramatical dando provas empíricas do ACONTECIMENTO do $g crise brasileira.

Tudo em vão!  

O 10 de Fevereiro-2017 na polis de Vitória não é o nosso 11 de Setembro-2001 da explosão das tuas torres de Nova Iorque?  

Ninguém viu o que eu vi na explosão da atmosfera política do Espírito Santos?

Ora, queridos compatriotas de todo o mundo que ACONTECE AGORA?

A era da máquina de guerra civil da política representativa proibida pela Constituição de 1988 acabou?
“ Capitulo 5. Dos Partidos Políticos.
Artigo 17.
 §3° Os Partidos políticos têm direito a recursos do fundo partidário e acesso gratuito ao rádio e à televisão, na forma da lei.
§4° É vedada a utilização pelos partidos políticos de organização paramilitar”.

O nosso legislator constituitutor estava pensando no partido nazista ao fazer a §4°?

Ou pensou nossa história partidária do século XIX ao século XX? História sob domínio absoluto e absolutista do soberano coronel-barão do Sertão. Do absolutista modo de produção gramatical coronelista da política real local fazendo pendant com a nossa coronelista política representativa ficcional-fantasia lacaniana do nosso Sertão nacional no Rio e, depois, em Brasília?  

 Então se encerrou a era da política representativa moderna, não? Caiu-se no VÁCUO acima e além de qualquer atmosfera gramatical da política? 

Vocês têm certeza absoluta que não começou a época da política real da máquina de guerra militar-policial da sociedade dos fatos e artefatos da realidade local fazendo pendant com a política fantasia lacaniana do futuro 1988. Nossa era 1988, esqueceu, não crê, ou não sabe que sabe nada sobre a lei gramatical básica da política mundial representativa. 

Trata-se de não se deixar seduzir pela sugestão de SUBTRAIR {deixa-se encantar pelo suposto saber gramatical ideológico da simuladora, dissimuladora, fatal máquina calculadora simples do Criminobürokratische} da política mundial a política nacional representativa. Pois, isto significa não realizar a fantasia ficcional do trabalho de Sísifo lacaniano de atualizá-la e (in rés) atualizá-la – como política representativa - no atual da sociedade nacional:
“Como no uso jurídico da linguagem os interesses são mais ou menos identificados com a vontade, presumindo-se que aquilo que um indivíduo ‘quer’, é do seu interesse, acredita-se encontrar a essência da representação no fato de a vontade do representante ser a vontade do representado, acredita-se que o representante, através da sua atuação, não realiza a sua própria vontade, mas a vontade do representado. Isto é uma ficção... (Kelsen: 315). 

Bom! A subelite do poder embalada pelo musical tropicalista e bossa nova crê, piamente, que se se ajoelhar e rezar, com um pouco de rezas e orações virtuais eletrônicas no programa da Miriam Leitão do criminobürokratischejornalistacracia carioca, entre mortos e feridos burgueses público e/ou privado, todos se salvarão!

                                                                          IV

 O 10-de-fevereiro é a gramática de sentido theologia saecularis rationalis materialis, que subtrai da cultura brasileira da política a narração desta como ideológica ficcional representativa.

theologia saecularis rationalis materialis  diz que a realidade atual foi atualizada {da aberta ao exterior sociedade fantasia nacional representativa} no ACONTECIMENTO GRAMATICAL em narração teológica 10-de-fevereiro como plurivocidade de máquina de guerra policial militari stipendia prima fazendo pendant com illa militia militatur.

Trocando em miúdos: A crise brasileira fez a passagem para seu momento militar, e o próximo passo será a busca, no INFERNO SGRAMMATICATURA, do magister ludi  militice nazista.

O $gDsb (significante-gramatical-Dante-sociedade brasileira) parece ter já caminhado como narrador non pas savoir-de-tout (Lacan: 34) do INFERNO do Sargento Paulo, inferno que morre de amor-sexual divino por nós, desde o início dos tempos Imperii Brasil Colônia!     

DANTE, Alighieri. A Divina Comédia. Inferno. RJ: Edições de Ouro. Tipografia de H. L. de Oliveira e Silva, Sem Data
LACAN, Jacques. Le Seminaire. Livre XVII. L’envers de la psychanalyse. Paris: SEUIL, 1991

KELSEN, Hans. Teoria pura do direito. SP: Martins Fontes, 1987    

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