quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

CHECASTRISMO - BÜROKRATIE MAFIOSA NAZISTA DE HAVANA


José Paulo Bandeira 

DA TELA GRAMATICAL TEOLÓGICA EM NARRATIVA NAZISTA MAFIOSA CUBISTA (CHECASTRISTA)

À memória do revolucionário general Ochoa

                                  BELA MANHÃ EM UMA RUELA DE HAVANA

Em uma ruela de Havana, em um belo e agradável dia iluminado, comprei o livro LA hora final de Castro. La historia secreta de tras de la inminente caída del comunismo em Cuba ( 1992). O livro é do aclamado jornalista Andres Oppenheimer.  

A história desse livre é curiosa. Tentei encomendar o livro em várias livrarias do Rio e de São Paulo e os gerentes ser recusaram. Aí, procurei meu amigo Jorge do MR8 da livraria d’Vince, e ele medisse que Andres era um notável espião da C.I.A, especializado em Cuba e Caribe.

Desisti do livro!

Em Havana, em uma ruela um jovem negro maltrapilho, de sandália de dedos, bem-falante, me abordou e me sugeriu comprar o preço pelo triplo do valor. Conversamos durante um tempo, pois, a polícia secreta mafiosa nazista ficava vigiando e multando cidadãos cubanos que falassem com qualquer turista (ou qualquer estrangeiro).

 Ele me propôs me levar até um bairro popular, se eu me comprometesse a pagar as multas. Me disse que era um ativista de um movimento de oposição, nas palavras dele, ao Estado MAFIOSO FASCISTA de Fidel (ele disse que Cuba não era um país marxista); ele atuava junto aos turistas para articular uma intervenção da DEMOCRACIA INTERNACIONAL NA HAVANA em poder dos mafiosos nazistas.  

Paguei 5 multas e vi uma miséria material nos bairros populares indescritíveis. Ele se sentiu com muita vergonha ao me levar a case dele, da mulher e de 3 crianças que brincavam no chão gordurento da cozinha da casa, pois, Havana não oferecia produtos de limpeza nem para os maiores hotéis.
As pessoas de havana no face a face pareciam tristes e derrotadas pela miséria da vida cotidiana.

Eu nunca tive um choque tão real de tamanha magnitude teológica, misturado com a vergonha de ser comunista, em toda a minha vida. Foi aí que comecei minha investigação sobre o CRIMINOSTAT.

A ideia de vender o livro do simpático e afável Oppenheimer surgiu quando a inteligência do serviço secreto do Exército mafioso nazista pôs em prática a tática de desmoralizar Andres. Este jornalista havia ganho o Prêmio Pulitzer. Esta era a única evidência de que Andres era um espião graduado da C.I.A.

Por que a Okhrana militar cubana passou a considerar o livro uma questão de segurança nacional?

O leitor pode conferir o seguinte:
Primeira Parte. Una grieta en el sistema: El caso Ochoa-De la Guardia (1986-1989). Vou passar a comentar o caso.
                                         EL PAREDÓN CUBISTA

O livro narra o fuzilamento, em 13 de julho de 1989, de seis condenados em processos judiciais militares ou sumários ou espetaculares eletrônico. No espetacular, o coronel Antonio ‘Tony’ De La Guardia e o general de divisão Arnaldo Ochoa Sánchez foram os sorteados. Por quê?

A narração de Andres:
“El coronel Antonio ‘Tony’ De La Guardia, de cincuenta años, era uno de  los principais espías de Cuba. Hablaba fluidamente el inglés, era un hombre de gustos refinados, y había estado a cargo de gran parte del aparato de inteligencia del Ministerio de  Interior hasta  su caída en desgraça pocos meses antes. A mediados de los años ochenta se le há había encargado la creación de una compleja red de firmas comerciales dirigidas por el ministerio en el exterior, con el propósito de evadir el embargo comercial norte-americano a Cuba. Antes, había sido jefe de las Tropas Especiales del ministério, uma de las fuerzas combatientes más selectas de Cuba”. (Oppenheimer: 20).

Por que um herói James Bond da inteligência da Okhrana militar foi fuzilado pelo próprio exército?
Por que também foi fuzilado o laureado revolucionário simpático e afável general Ochoa amigo íntimo do Ditador e de Gabriel Garcia Marques?

A família de Ochoa implorou a Gabriel Marques que  salvasse Ochoa, e foi rechaçada impiedosamente por este espião duplo das antigas: MAQUES. 

“ El cuarto hombre era el general de división Arnaldo Ochoa Sánchez, de cuarenta y nueve  años, uno de los oficialies más condecorados y populares de Cuba. Un hombre ágil e delgado, Ochoa había comenzado su carrera como guerrillero en la revolución de 1959 que había llevado al poder a Fidel Castro. Más tarde había estado al mando de las operaciones militares cubanas en Venezuela, Etiopía, Angola, Yemmen y Nicaragua”.

Apenas cinco años antes, se le había concedido el título de Héroe de la Revolucion – el más alto honor outorgado a un militar en la Cuba de Castro – una de las pocas personas que se atrevía a hablar al comandante con el familiar tú.

Ahora, sería ejecutado bajo oscuras acusaciones de corrupción y tráfico de drogas. En la historia del régimen marxista que ya llevaba tres décadas de vida, nunca se había puesto frente a um pelotón de fusilamiento a un oficial tan encumbrado”. (Idem: 20).    

Com certeza, havia muita podridão mafiosa e nazista no mundo invisível do reino checastrista: bürokratie em narrativa latente CEM ANOS DE SOLIDÃO!

O general Ochoa era um ator hobbesiano da tela gramatical teológica em narração cubista (checastrista). É a tela gramatical teológica em narração revolucionária que até hoje faz a articulação da hegemonia da política latino-americana.

Há uma subjetividade territorial latino-americana checastrista que atravessa transversalmente classes sociais (dominantes e dominadas, também a sociedade dos ricos, a sociedade do meio e a sociedade dos pobres, as instituições privadas e públicas, privadas/públicas, e claro o mundo-da-vida cotidiano.

Esta narrativa comunista é a aparência da semblância da verdadeira narrativa da revolução cubana. Trata-se de uma revolução cultural mafiosa nazista exportada para toda a América Latina como comunista caribenha. Ela forneceu a gramática sgrammaticatura com a qual as gangues mafiosas nazista do jornalismo Rio e São Paulo montaram a sociedade do espetáculo virtual nacional.
  
A tela gramatical cubista articula-se como grande poder simbólico sagrado na forma de força teológica subsumida ao homo iideologicis checastrista  em narração de realidade fática: “force violente, injuste, sans règle, arbitraire”. Este enunciado é parte da tela gramatical teológica forma/força, pois, trata-se sempre:
“ du rapport entre la force et la forme, entre la force et la significaton; il s’agit toujours de force ˂ performative>, force illocutionnaire ou perlocutionnaire, de force persuasive et de rhétorique, d’affirmation de signature, mais aussi et surtout de toutes les situations paradoxales où la plus grande force et la plus et la plus grande faiblesse s’echangent étrangement. (Derrida; 20-21).     

A signature cubista da mais grande força fazendo pendant com a mais grande faiblesse revolucionária checastrista produz um efeito gramatical heroico até, no último suspiro, do sujeito gramatical teológico general Ochoa:
“ El general Ochoa había decedido morir con dignidad. Cuando le llegó el turno, caminó firmemente, con la resolución de un soldado dispuesto a no dejar que las  proezas militares de toda su vida fueran eclipsadas por unos pocos segundos de pánico antes da la muerte. Primeiro, pidió se le permitiese impartir la orden de su propria ejecución, según la tradición de los héroes cubanos ejecutados por los pelotones de fusilamiento españoles durante las guerras independentistas. El pedido fue denegado. Cuando pasó frente al pelotón de fusilamiento, se detuve, se volvió hacia los soldados y les dijo: - Muchachos, cumplan su misión. No tengo nada contra ustedes. Sólo están cumpliendo órdenes.
Ochoa se volvió sobre los talones y caminó hacia el poste, escoltado por dos oficiales. Como a los restantes, se le ofreció un pañuelo negro para cubrirse los ojos, pero lo rechazó. Con los dientes apretados, colocó la vista  por sobre las cabezas del pelotón de fusilamiento mientras  el oficial al mando leía la sentencia de dos parágrafos del Consejo de Estado que ordenaba su ejecución.

Preguntado si tenía algo que decir, Ochoa levantó las cejas y con voz temblorosa, dijo  a sus ejecutores: ‘Sólo quiero que sepan que no soy un traidor’. Depués, respiró hondo, se encogió de hombros en um gesto de resignación, como afirmando que no sabía qué más podía decir o hacer. Al grito de ‘¡Fuego!, los AK-47 terminaron con su vida”. (Oppenheimer: 21).                  

Quando o fuzilamento foi comunicado ao ditador nazxista Castro e seu mafioso irmão Raul, no delicioso, farto, abastado, opulento café-da-manhã familial, de todos os dias, na suntuosa casa de praia, na Praia de Varadero, Fidel diz com a sua fabulosa eloquência retórica: a revolução engole os seus próprios filhos é uma lei irrevogável historial, como diz Marx.         

A televisão estatal cubana mostrou os dois irmãos Castro assistindo ao fuzilamento do amigo na mansão castristas em Varadero. Ela queria irradiar a imagem de um Fidel sentimentalmente humano:
“Castro, que observó la escena en un videotape que le trajeran los médicos militares horas después, se sobresaltó al oír el estmpiedo. Con una expresión de dolor en la cara, permaneció com la vista fija en el monitor unos segundos. Finalmente, comento melancólicamente: ‘Murió como un hombre’ ”. (idem: 21).

Esta cena foi o fato que abalou intensamente a subjetividade popular gramatical ideológica nacional cubista.  O sujeito gramatical ideológico nazista cubista pelotón de fusilamiento se tornou um fato inenarrável, não metabolizável na sociedade revolucionária da ILHA. Tal acontecimentos gerou efeitos inesperados para a tela gramatical ideológica - Ditadura NAZISTA MAFIOSA CASTRISTAS, sob o governo de um só HOMBRE:
  “ La ejecución de Ochoa conmovió a Cuba como ningún otro hecho desde la revolución comunista de 1959.

Los rumores de que Ochoa y De La Guardia habían conspirado para derribar a Castro  invadieron la isla. A noventa millas de distancia, en la Florida, la meca de los cubanos anticastrista, la noticia se difundió  como un reguero de pólvora. Exaltados comentaristas en las radios del exilio cubano en Miami proclamaron un derrumbre inminente del régime castristas. Sus voces se filtraron por las ondas radiales a todos los rincones de Cuba”. (Oppenheimer: 21-22).      

A cena televisionada fez de Fidel O psicopata cubano para os psiquiatras americanos da infame psiquiatria industrial do CRIMINOSTAT NAZISTA MAFIOSO INDUSTRIAL militar dos EUA (CIA e FBI articulados ao complexo industrial-militar e á Luky Luciano).

O Departamento de Estado americano viu neste ato falho de Fidel a oportunidade para destruir a aura revolucionária de Castro, ao apresenta-lo como um chulo, um vulgar psicopata prosaico, isto é, o psicopata conhecido da literatura médica industrial psiquiátrica dos EUA, que o cinema transformou no grande vilão, anti-herói das normais famílias americanas da classe média branca, universitária, com dois filhos do livro América:
“ E essa forma espectral de civilização que inventaram os americanos, forma efêmera e tão próxima do desfalecimento, surge subitamente como a melhor adaptada à probabilidade, e à única probabilidade de vida que nos espia. A forma que domina o Oeste americano e, sem dúvida , toda a cultura americana, é uma forma sísmica: cultura fracionária, intersticial, nascida de uma falha com o Velho Mundo, cultura tátil, frágil, móvel, superficial – é necessário circular nela segundo as mesmas regras para apreender o jogo: deslizamento sísmico, tecnologias suaves”. (Baudrillard: 14).  

Enfim, Fidel Castro era apenas o Charlie Manson da tela gramatical do inglês em narração teológica industrial do americanismo.

BAUDRILLARD. Jean. América. RJ: Rocco, 1986
DERRIDA, Jacque. Force de loi. Paris: Galillée
OPPENHEIMER. Andres. La hora final de Castro. Madrid: Javier Vergara Editor, 1992       

                   

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