quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

A CUBA CHECASTRISTANAZISTA DO XIPÓFOGO MARX-STALIN NAZISTA


12;15, 22/02/2017
José Paulo Bandeira

O Brasil é um país dominado pela tela gramatical teológica em narração homo ideologicus terceiro mundo até hoje. Nelson Rodrigues foi o mais notável dramaturgo brasileiro da segunda metade do século XX. Ele falou de uma subjetividade territorial nacional articulada (em língua portuguesa em narração) como sujeito gramatical complexo de vira-lata.
Hobsbawm escreveu no início da década de 1990:

“ E, no entanto, no momento mesmo em que o Terceiro Mundo e as ideologias nele baseadas se achavam no auge, o conceito começou a desmoronar. Na década de 1970, tornou-se evidente que nenhum nome ou rótulo individual podia cobrir adequadamente um conjunto de países cada vez mais divergentes”. (Hobsbawm: 353-353).
Ainda não tratei do papel da tela gramatical homo ideologicus para os países subdesenvolvidos ou dependentes para usar um vocabulário de uma tela gramatical teológica em economia política que o tempo autodissolveu. E, contudo, esse vocabulário ideológico como tal resiste na subjetividade subterritorial continental da esquerda marxista latino-americana.  
A política brasileira na atualidade é articulada na tela gramatical como teologia homo ideologicus. Fato minúsculo da gramática em narrativa política burguesa do campo de poder brasileiro. No dia da morte de Fidel Castro, o presidente do Senado brasileiro e festejado advogado criminalista Renan Calheiro  declarou na televisão em cadeia nacional: cada um julga com sua ideologia (esquerda ou direita) se Fidel foi uma importante personalidade política da história mundial do século XX e XXI. Vivemos ainda em uma era ideológica. Para mim, ele foi um protagonista determinante da revolução mundial comunista
Relendo Hobsbawm mais de 20 anos depois, a tela gramatical homo ideologicus não foi um fator de atraso CPEI (cultural político econômico intelectual) ao articular a política nacional no terceiro mundo? (Hobsbawm: 352). A tela em tela foi o ambiente perfeito, possuía a atmosfera gramatical teológica mais apropriada para a assimilação das ideologias economicistas. Em tal atmosfera, a subjetividade territorial nacional vivia, obtinha seu oxigênio CPEI que a levava a absorver sem atrito gramatical teológico toda espécie de ideologia economicista como tal da tela gramatical teológica em narrativa de economia política dos países desenvolvidos (EUA e Europa ocidental). 
A relação cultural nação desenvolvida/nação periférica tinha este fenômeno desigual e combinado na história mundial: o desenvolvido vivendo intencionalmente a economia política mundial na tela gramatical theologicus grau zero de sujeito homo ideologicus.  Enquanto, o Brasil (e a América-Latina) vivia intencionalmente a política burguesa do atraso cultural, até a medula, da tela gramatical homo ideologicus burguês do industrialismo autárquico.
A TELA GRAMATICAL HOMO IDEOLOGICUS CUBISTA E A AMÉRICA-LATINA
O Fidel niilista atômico é o efeito da gramatica do sujeito guerrilheiro leninista do niilismo russo. É um  efeito, portanto, da vontade de potência niilista da Rússia tzarista: ‘Quem a quem? ” {“ ou tudo ou nada”}. (Hobsbawm: 381). Sem tal gramática teológica dialética niilista, o Príncipe em filosofia asiática da guerra não teria nascido.    
Aliás, a vontade de potência do niilismo dialético asiático encarnou-se na famoso sujeito gramatical theologicus – Os EUA é um tigre de papel e seu corolário - A guerra atômica é uma vitória para o comunismo, pois, o capitalismo será extinto também> (Mao. v. 5: 561).  
O Partido em niilismo dialético faz a separação entre filosofia da prática revolucionária e filosofia burguesa livresca entre escola de pensamento e escola de ideia, e Mao não  leu O que é ideia (Leibniz: 401-402). A escola de ideia funda a dialética como guerra de classes, a dialética que faz a passagem do literário para o transliterário da política. Trata-se, então, da transdialética!
A política consiste em uma escola de ideia em um real onde ser forma o Ser do Príncipe asiático niilista articulado como território da subjetividade territorial “amarela”, que une physis e metaphysis, subjetivo e objetivo na filosofia da guerra prática como síntese, que jamais foi exposta  em livro.
Mao diz: “Só pode haver filosofia quando existe luta de classes. É perda de tempo discutir epistemologia separada da prática”. (Zizek: 207). Um efeito dessa ideia mao aparece no filósofo em marxismo ocidental Louis Althusser: “la philosophie est, em dernière instance, lutte de classe dans la théorie”. (Althusser: 11). 
A ideia maozedung de síntese é simplesmente a gramática teológica prática da guerra ou guerra prática infinita. O Príncipe niilista asiático se confunde com a filosofia da guerra de classes amigo/inimigo prático:
“Se você quiser ir a algum lugar, deve ir para frente; nós engolimos seu exército pedaço a pedaço. Se podíamos lutar vitoriosamente, nos lutávamos; se não podíamos ganhar, nos retirávamos. De março de 1947 a março de 1949, um exército inteiro [do inimigo] desapareceu na paisagem, pois aniquilamos várias dezenas de milhares de suas tropas”. (Zizek: 223).
O sujeito gramatical teológico maozedung é engolir o inimigo pedaço a pedaço até o desaparecimento dele na paisagem da physis ou/e da metaphysis. O exército é um ente da physis da política maoísta e o povo é o ente da metaphysis do campo de poder/gramática da língua chinesa em narrativa política da . (ZizeK: 220).   
PHILONENKO   
O essencial para  entendermos a tela gramatical teológica cubista é que ela tem como centro o homo ideologicus dialeticus infinito, uma ideia maoísta. Na homo ideologicus maoísta a política não tem grau zero, pois ela tende para o infinito (Zizek: 228-229)
O sujeito gramatical teológico da metafísica da luta de classes como guerra de classes é uma ideia que se constitui como um golpe de Estado na gramática teológica dialética materialista de Marx. A revolução maoísta não tem grau zero, ela não para de não se inscrever no real da política planetária:
“ mas não é menos inaceitável amenizar a violência zizek 8
O Príncipe em filosofia asiática marxista da guerra articula-se no território da gramática subjetividade territorial revolucionária homo ideologicus em narrativa do estado de miséria, falta de água e povo faminto:
“ Meu pai pensava que se um homem não cuidasse de si mesmo, o céu e a terra o puniriam”. (Zizek: 217, 219)
HOMO IDEOLOGICUS. A ideologia pode ser pessoal (Zizek: 182). Em mao ideia significa o pensamento como lógica de sentido lógico da ideia na luta de classes. A remodelação da burguesia necessária à construção do homem socialista significa a metabolização ideológica da gramática teológica do Príncipe em filosofia da guerra prática amarela: p 182-183.  
A dialética maozedung  é o desejo sexual de dizer tudo: “Essa frase não está completa, só diz a metade e deixa o resto sem ser dito”. (Zizek: 227). O marxismo psicanalítico lacaniano diz que se trata da gramática dialética do esquizo. Lacan diz que não é possível, jamais, dizer toda  a verdade. Citar lacan.
A ideia esquizo de dialética maoísta se define por ignorar a fronteira metafísica/física do grau zero. O sujeito esquizo é um efeito da falta de grua zero. Tal artefato é um efeito da modernidade capitalista do século XIX no sujeito gramatical industrial maozedung: 227

O esquizo é o ente em tela de uma gramática teológica do real? Ou ele vai ao encontro do grau zero da gramática em narrativa como tal para além da gramatica narrativa sem narrativa da língua inglesa industrial? Zizek: 229)
O sujeito gramatical teológico esquizo maozedung é compreensivelmente presente na fórmula: “Eu sou filósofo nativo, vocês são filósofos extrangeiros” ? (Zizek: 225). Qual o sentido prático desse axioma que aparentemente estabelece a fronteira entre O Príncipe em filosofia marxista asiática e o marxismo ocidental? Trata-se de um ato desesperado shakespeariano de criar uma semblância para a ocultar a vontade de potência gramatical teológica imperial do Partido Comunista Chinês?
A dialética amarela admite a articulação da realidade a partir da ideia louca, isto é, da ideia inventada por uma louca tela  gramatical teológica em narrativa esquizo da lei da unidade dos contrários. (Zizek: 221- 213
Mas tal a ideia mao de dialética é também  a festa para celebrar a vitória da dialética, a destruição  do velho: Zizek: 226-227).
 
CUBA É UM MIMESIS MAOISTA(Zizek: 215).
Assim ela deve ser celebrada como a vitória da dialética como destruição do Velho mundo ocidental. A raiz da escola de ideia maoísta é a história universal do Urstast asiático na  China, do Estado arcaico hidráulico. A história universal da água inicia com o Urstaat despótico oriental.
O URSTATT significa cientificamente:

Os partidos ideológicos de esquerda (PT, PCdoB, Psol, Rede de Marina Silva, Partido Comunista Brasileiro, PSB de Recife) convenceram a classe operária paulista a ser a classe-apoio ersatz de gramática ideológica do Estado nazista burguês urbano-capitalista rural. É a versão do bolchevismo nacional. Este fenômeno da cultura da política europeia ligava gramaticalmente o bolchevismo com o Marx nazista. Espantados?

Marx é o criador do nazismo como força prática burocrática ao transformar o inocente significante burguês liberal de Hegel ADMINISTRAÇÃO no mais terrível significante da história universal. Trata-se da burocracia como força prática fazendo pendant com a vontade de poder (potência) gramatical cum sgrammaticatura:Bürokratie!

Lacan diz que o Inferno é sempre montagem de dois cavaleiros: Lutero e Calvino, Marx e Lenin. Com Baudrillard, Lacan  fundou a teologia  do nazismo parisiense pós mai 1968. Então, ele escondeu que não era marx e lenin, e sim Marx e Stalin.


Marx  e Stalin sintetizaram  o NAZISMO COMO FORÇA PRÁTICA UNIVERSAL  bürokratische TRÁGICA em revolução. Toda a história universal pode ser reinterpretada, relida,  a partir do fenômeno Marx-Stalin, isto é,  Bürokratie theologica com força prática revolucionária da história universal - desde a criação do URSTAAT do Imperii dos antigos Faraós. 

HOBSBAWAM, Eric. A era dos extremos. O breve século XX. 1914-1991. SP: Companhia das Letras, 1995

MAO, TseToung. Ouevres Choisies. Tome 5. Pequim: Éditions du Peuple, 1977

ZiZEK, Slavoj. Mao. Sobre a prática e a contradição. RJ: ZAHAR, 2008

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