terça-feira, 31 de janeiro de 2017

SOCIOLOGIA GRAMATICAL E PSICANALISE THEOLOGICA


José Paulo Bandeira



                                   GRAMSCI IPSIS LITTERIS
                      
                            Só é possível sociologizar em português falado no Brasil?

Qual é o lugar da sociologia da política no campo da ciência da política?

Eu penso a partir de Gramsci. Há um problema cabeludo, então, aí. 

O NOME Gramsci ficou associado - na nossa cultura - à baboseira propagandista dos ideólogos bolivarianos petista e lulista, com a mafiosamente nazista HEGEMONIA PETISTA.

Antes, o NOME GRAMSCI tinha um cordão umbilical, entre nós, com o nome Carlos Nelson Coutinho. Ele é o exímio tradutor da Suma Quaderni del Carcere. Por isso, um senador bolivariano carioca recebeu a missão negra de seduzir [o ambicioso por glória na nossa cultura da política] C.N.C. Este é o relato verdadeiro da subtração do nosso C.N.C pelo bolivariano negro.

O bolivariano não jogou na merda da política nazista mafiosa o NOME GRASMMSCI? Agora, trata-se de tirar o pensamento de Gramsci desse mar de merda da Lagoa Rodrigues de Freitas - onde mora a burguesia cultural negra gramsciano do bolivariano.

Tratando-se de Carlos Nelson não podemos jogar o bebê C.N. fora da bacia juntamente com a água suja negra do bolivariano! 

Não há um pensador ocidental da cultura da política ocidental da modernidade moderna que chegue aos pés de Gramsci.

Isso é um fato essencial na luta contra o avanço do TRANS-SUJEITO nazismo mafioso do americanismo em todas as nações continentais e nações táticas, que, contudo, são cultura da política resiliente à SUBTRAÇÃO, sem luta gramatical.

Elas se manifestam como reserva de força tática prática bürokratische militar na guerra teológica visando à RESTITUIÇÃO ÉPICA do planeta ao Ocidente. Não ao velho Ocidente da modernidade moderna cristianizada que foi subtraído pelo Oriente asiático em mai 1968. E sim ao Ocidente da física gramatical em narrativa teológico em língua portuguesa falada no Brasil. Estou cometendo um alto crime tropo gramatical para o exercício de qualquer ciência naturalis ou socialis? 

Crime ao usar figuras de linguagem de pensamento: ou clímax, ou eufemismo, ou alusão, ou antítese ou ainda lilote e, mais e mais ainda.

Trata-se do da física gramatical teológico da língua portuguesa condensada em 1 tropo JPBandeira?
“Tropo (do grego τρόπος, transl. trópos, 'direção', 'giro', do verbo trépo, ‘girar’), é uma figura de linguagem ou da retórica onde ocorre uma mudança de significado, seja interna (em nível do pensamento) ou externa (em nível da palavra)” .  

                                                             II

“Maquiavel. Sociologia e ciência política (no século ver os parágrafos sobre o Ensaio popular [164].
A fortuna da sociologia relaciona-se com a decadência do conceito de ciência política e de arte da política que se verificou no século XIX (com mais exatidão, em sua segunda metade, com a das doutrinas evolucionistas e positivistas). Tudo o que há de realmente importante na sociologia não passa de ciência política {e, despois de Gramsci, em uma terminologia mais exata, ciência gramatical da política transdialética}. ‘Política’ tornou-se sinônimo de política parlamentar ou de grupelhos pessoais. Persuasão de que, com as constituições e os parlamentos, tivesse tido início uma época de ‘evolução natural’, que a sociedade tivesse encontrado seus fundamentos definitivos porque racionais (trata-se de uma SÍNQUISE da cultura da política ocidental ás avessas), etc. Eis que a sociedade pode ser estudada com o método das ciências naturais. Empobrecimento do conceito de Estado, em consequência de tal visão. Se ciência política significa ciência do Estado e Estado é todo o complexo de atividades práticas e teóricas (Bürokratie como força prática cultural gramatical em narrativa theologica saecularis) com as quais a classe dirigente (classe gramatical theologica saecularis trandialética) não só justifica e mantém seu domínio, mas consegue obter o consenso ativo dos governados, é evidente que todas as questões essenciais da sociologia não passam de questões de ciência política”. (Gramsci. 2014: 335; Gramsci. 1975: 1765).                   

                                                                      A DÍVIDA IMPAGÁVEL

  Este pequeno meu gesto escrito é o pagamento de uma dívida com a socióloga das legiões getulistas da FGV. Ela foi minha professora na graduação, e fez uma carta encantatória para Francisco Weffort (professor da USP) me aceitar como orientando. Perdi a carta. Mas cito de memória:
“Trata-se do mais brilhante aluno que já vi em toda a minha vida de magistério. Não sei como explicar seu poder matemático de raciocinar e, menos ainda, seu domínio da alta cultura brasileira e ocidental. Pois, não vem de uma família da alta intelectualidade aristocrática carioca e/ou paulista. É de uma família modesta de classe média baixa, seu pai é um aposentado 1° tenente do exército (que mantém 9 filhos entre crianças e jovens). A mãe é uma professora primária em um modesto colégio - para crianças-  da irmã na Ilha do Governador. Solicitei essas informações ao candidato, pois, ele precisará (para estudar na USP} de uma bolsa de mestrado a ser complementada com outros recursos extra universitários”.

Me enfiei em um ônibus para São Paulo às 23:00 de uma noite calorenta do início de novembro. Se minha memória me socorre, a entrevista foi marcada em Perdizes em um famoso Centro de pesquisa marxista sob comando do lendário marxista liberal WERFFORT e seu parceiro José Alvares Moisés.

Na USP, os cardeais (alto clero da nobreza intelectual bürokratische civil) possui o direito natural de pôr apelido espirituosamente witz (ou sem a menor graça – um witzlos) na sua tropa bucha de canhão do Partido em filosofia marxista Caio Prado Júnior.

O cardinalato das ciências sociais deu de presente a Moisés o indefectível witzlos WERFFRACO. 

Esclareço ao leitor que não falo o alemão, mas domino a técnica da gramática do uso do trans-sujeito gramatical do alemão. Sei como fazer deslizar o significante witz (e witzlos) para a língua portuguesa usada no Brasil, com graça ou sem graça, ou desgraça.

Na entrevista, Weffort chamou José Werffraco. Vi logo que seria despachado com uma desculpa esfarrapada. Alzira Alves Abreu havia ligado a Werffot e me recomendado em uma conversa telefônica. E Weffort já se decidira antes de eu ter tomado no ônibus e gasto os parcos recursos (que amigos me haviam doados). Ele sabia que eu só conhecia, entre os sociólogos de alguma notoriedade, a minha socióloga Alzira Alves Abreu, da FGV.

Moisés, o Fraco, disse que minha aparência carioca quase hippie me tornaria um enjeitado nietzschiano entre os alunos de ciências sociais e, principalmente, entre os professores. E calou-se, subitamente, como se tivesse participando de um ato teatral vergonhoso.

Em uma solene e majestosa atitude, o lendário professor Francisco WEFFORT me disse que Alzira era exagerada em suas avaliações sobre candidatos para a pós-graduação em ciências sociais da USP, a mais disputada em toda a nação.

Ele me disse que seu eu obtivesse mais 3 cartas do mesmo calibre e com elogios semelhantes, então, talvez, aceitasse ser meu TUTOR na área de ciência política.

Eu era militante clandestino na luta contra o Estado militar sgrammaticatura nazista mafioso 1968. E toda a esquerda militante do Rio dizia que o IUPERJ havia sido criada pela CIA. Tratava-se do outro prestigiado curso de ciência política com sede no Rio. 
                                                                        III

No Brasil, a biografia sempre foi uma forma transliteraria usada para falar dos grandes ou notáveis atores hobbesianos da vida brasileira, desde o século XIX.

Claro que a biografia se tornou um monopólio para a glorificação do homem público ariano da sociedade aristocrática dos significantes dos ricos associados escravagista. Os ladinos intelectuais mestiços carioca e paulista viram aí um modo deles se clarificarem (como nos esclareceu nosso sociólogo mestiço de Niterói: Oliveira Vianna). 

A escravidão no Brasil só acabou no final do século XIX. No entanto seus efeitos políticos sociológicos sacramentaram que o homo nigrum sofreria uma eternidade no inferno carioca e paulista da sociedade dos significantes escravagista. Tal fenômeno se deslocou da parte visível da tela gramatical em narração teológica, burguesa caipira/urbana carioca e paulista, para o fundo da cena invisível a olho nu.

O mestiço paulista Florestan Fernandes teceu com sua digitalis mulata clarificada uma Suma teologia sociológica da USP ao falar do inferno (falar, portanto, do Diabo) do homo nigrum no sudeste brasileiro. Esta região geopolítica gramatical em narração teológica burguesa domina o país na era do homo ideologicis arianus carioca e paulista.

Tal região supracitada fabricou industrialmente a crise gramatical em narração teológica burguesa sgrammaticatura do significante gramatical Brasil burguês urbano do Sudeste.

Com certeza, os burgueses ricos ariani carioca e paulista já mandaram a criadagem brasileira mestiça ou branco pobre exportada para Londres, Paris e Madrid para preparar o Sobrado (com Mocambos no quintal ou no pátio interno do apartamento) para a estadia definitiva da diáspora dourada da sociedade burguesa dos significantes ariani carioca e paulista. Assim, o nosso burguês poderá esquecer:
“Aqueles momentos de confraternização entre os extremos sociais, a que nos referimos – a procissão da festa de igreja, o entrudo – é que foram fazendo das ruas e praças mais largas – da rua em geral – zonas de confraternização. Marcaram um prestígio novo no nosso sistema de relações sociais: o prestígio da rua. (Freyre: XLIII).

O sujeito gramatical gilbertiano prestígio da rua é a rua como pensamento político e fonte de ideia das massas mestiças de rua.         
                                                                     IV

A crise psicótica apocalíptica brasileira freudiana da sociedade burguesa dos significantes arianicarioca e paulista encerra um ciclo  que começou no século do Imperator hobbesiano Napoleão Bonaparte.

Imperator levou a corte real portuguesa de dom João (depois sagrado sujeito gramatical real bragantino dom João VI) a deixar para trás a deliciosa vida da sociedade dos significantes cortesã, sem esperança de retorno, da capital da política rococó europeia autofascinada em seu labirinto barroco de um Imperium colonial oceânico.

A corte de Lisboa se mudou (sujeito gramatical da política real bragantina de mala e cuia) para o vilarejo, de fato, (infestado de mosquitos, doenças tropicalistas, prostitutas banguelas e negros abusados donos da rua), mas na imaginação do carioca de rua uma verdadeira cidade: a polis carioca.
Assim, o fenômeno político gramatical mais ˂pazzo> de toda a história política lusitana do glorioso Estado-nação, aconteceu. Aconteceu no Estado do homem livre e nacional da polis de Lisboa. Trata-se do Estado sujeito gramatical fundado, no final do século XIV, como os Reinos de Portugal e Algarve a favor do rei D. João I de Castela e da Rainha D. Beatriz. Esta é a linhagem gramatical teológica Real do nosso príncipe dom João que aterrissa, em naves encantadas, na cidade maravilhosa.

O inimitável historiador real brasileiro Oliveira Lima narra a partida como uma tática política gloriosamente LUSOÉPICA do príncipe regente, isto é, não como uma tática mediania, que para os escritores contra o príncipe bragantino caracterizava o portentum Príncipe real dom João:
“Retirando-se para a América, o príncipe regente, sem afinal perder mais do que o que possuía na Europa, escapava a todas as humilhações sofridas por seus parentes castelhanos, depostos a força, e além de dispor de todas as probabilidades para arredondar às custas da França e da Espanha inimigas o seu território ultramarino, mantinha-se na plenitude dos seu direitos, pretensões e esperanças. Era como que uma ameaça viva e constante à manutenção da integridade do sistema napoleônico. Qualquer negligência, qualquer desagregação seria logo aproveitada. Por isso é muito mais justo considerar a transladação da corte para o Rio de Janeiro como uma inteligente e feliz manobra política do que como uma deserção covarde”. (Lima: 43).

Retirando-se da América, o príncipe burguês paulista/carioca evitará a humilhação de seus parentes burgueses oligárquicos espalhados a força [da fome e do confisco de sua riqueza] pelo poder sgrammaticatura do Imperator bolivariano nazista mafioso da Venezuela?                    
                                                                     BIOGRAFIA
                                                                       III – TEORIA

No Brasil, a biografia jamais alcançou a sua forma gramatical completa? Ela não se tornou um ente gramatical bakhtiano? Este ente bakhtiano é a sociologia gramatical biografia teológica: ou do indivíduo, ou da família, ou da instituição privada, ou da pública, ou da pública/privada, ou biografia de um povo, ou de uma nação, ou enfim, de uma sociedade moderna da modernidade resiliente da atual atualidade. 

A biografia de um grande homem pode ser a biografia informationalis hominem. Ela visa a comunicação de uma informação sobre o sujeito narrado, ainda que se apresente na forma de uma narrativa organizada gramaticalmente para o leitor parente e o leitor bloco carnavalesco do puxa-saco de Olinda.

Tal biografia não persegue qualquer finalidade prática ou objetiva. Tal narrativa informational hominem privatista familial não se constitui jamais como uma tela gramatical em narrativa biográfica sociológica do sujeito narrado público e publicamente. Leiam a biografia do barão Sarney e compreenderão tudo!

No entanto, há a física da gramática em narrativa biográfica. Física da sociológica gramsciano que tem sua origem no O 18 Brumário de Luís Bonaparte, do alemão Karl Marx. Já fiz a leitura mostrando que esse livro tece com fios de aranha a tela gramatical em narrativa sociológica memorial do passado biográfico da França. Tal memória gramatical sociológica se encarna em uma força antigramatical biográfica que destrói a democracia liberal 1848: o Príncipe nigrum Luís Bonaparte.             

A narração sociológica em Marx da vida de Luís não tem o propósito moralista de ser uma peça acusatória teatral dissimulada em análise concreta de uma situação concreta - tal como Lenin a subjetivou. Não se trata de ciência política fazendo pendant como uma versão positivista do materialismo dialético. Ao contrário de Lenin, Gramsci viu claramente que se tratava de algo inesperado. Ela causa espanto até os dias atuais para os que gostam de literatura fazendo pendant com sociologia historial da cultura da política: física gramatical teológica
                                                     IV -  PRÁTICA

Excelentes escritores se dedicaram a esse gênero literário compreendido comumente como ciência descritiva de um objeto empírico. Tal objeto é a narração descritiva antigramatical da vida de um indivíduo, em geral, excepcional, como sujeito jurídico ou sensível da vida ou política, ou econômica, ou cultural.

Como meu ensaio digitalis não é um texto acadêmico, vou me prender a biógrafos brasileiros, (ou estrangeiros que viveram, ou vivem, entre nós) pois, escrevem sobre biografias de brasileiros em língua portuguesa falada no Brasil. Não se trata, somente, aqui de sociologia historial da biografia como um belo artefato da história literária (ou da alta cultura) universal, em geral.

Nunca fui possuído pelo fenômeno corriqueiro do discurso do político do universitário, em qualquer direção. Tal discurso é movido, frequentemente, pelo desejo sexual criança bouvarista (do sujeito gramatical literário de Flaubert – Bouvard e Pécuchet) de fazer a arte da cartografia de antigos impérios fazendo pendant com a ciência cartográfica do real do sujeito gramatical Borges romancista argentino.

Trata-se da carta geográfica descritiva, matematicamente, do tamanho real do planeta. Pois só assim a verdade geográfica não seria uma verdade ficcional, mas a verdade sensível do número, verdade de um a ciência descritiva do REAL IMPERIUM, ou melhor, ciência do real do PODER REAL DO IMPERATOR como matéria geográfica da geopolítica do Imperator bragantino como tal.

Tal forma de estetização matemática da antiga arte do realismo cartográfico do Imperator da civilização arcaica gerou um efeito no sujeito gramatical neobarroco cristão Jacques Lacan.

Lacan se apaixonou de tal modo por essa ciência da cartografia do Imperator REAL ao ponto de matematizar a ideia de Freud do inconsciente cujo efeito foi a spaltung (Marx) do campo freudiano.
Trata-se da passagem do inconsciente freudiano mitológico (fenômeno psicológico como se fosse um fato homólogo à língua natural) para o inconsciente lacaniano que faz, finalmente, pendant com a matematização da matéria como tal da physis da sociedade dos significantes lacaniana.

Lacan bebeu em uma ideia matriz gramatical da física de Galileu Galilei (Canguilhem: 41-50). Aí o inconsciente deixa de ser um fenômeno natural ao se estruturar como língua artificial lacaniana – a topológica matemática lacaniana.

Lacan deu um nome a essa sua descoberta desse novo e definitivo inconsciente que tomaria posse da cartografia do IMPERATOR do século XXI: lalangue.

Lalangue é a descoberta de Lacan da passagem da era da sociologia da psicanálise de Freud para o século XXI lacanianizado matematicamente.  Não desejando sexualmente que lalanguefosse descoberta por Harvard  para a fabricação de uma nova era de americanismo asiático no nosso século XXI, Jacques Lacan fez um mapa para lalangue - é o mapa Angola.

O professor espião de psicanálise de Harvard só pode caminhar na estrada asfaltada lacaniana que não leva à lalangue. Para chegar a lalangue se faz necessário sair da estrada asfaltada para a estrada sem asfalto coalhada por minas (da Guerra de Independência de Angola) pelo Imperator bragantino nazista mafioso. Lacan adorava, secreta e envergonhadamente, a história do Imperium bragantino nazista mafioso de tamancas.

Inúmeros professores espiões de Harvard resolveram abandonar a estrada asfaltada e perderam braço, ou perna ou mão direita, olho esquerdo, e se aposentaram. Vivem atualmente em suas pequenas cidades bucólicas da sua infância cercado por uma comunidade de parentes, amigos e crianças.

Assim, a elite cultural do poder do americanismo asiático não mais encontrou o caminho da sociologia biográfica da política da nação americana, e, aí sim, consistir como o monarca nazista mafioso (hobbesiano soberano) do século XXI.

Como a fila anda e o tempo não para o sujeito gramatical biográfico massas da América {da sociologia marxista ocidental da biografia americana feita por de Charles Wright Mills}, a fila mais o tempo empurrou goela abaixo (como se fosse uma endoscopia digestiva) do americanismo negro algo necessário para a sua saúde. Trata-se da reinvenção da sociologia tout court como sociologia gramatical da biografia teológica. Esta faz a passagem da sociologia força prática gramatical homo ideologicis da língua inglesa do industrialismo para a força prática homo theologica burguês do capital fictício, especulativo.

Então, só então, a aparência da semblância de bondade benevolente da política internacional do partido democrata quebrou-se em mil pedacinhos assimétricos, impossíveis de serem colados no estado atual da técnica de fabricação da política mundial de vidro despedaçado.      

Trata-se, portanto, de uma nova era da sociologia da biografia do capital-dinheiro fazendo pendant como capital real (Marx: 440-478), pois, especulativamente metafísico e, consistentemente fictício em sua economia política antiglobalização.  

Donald é a sociologia especulativa da biografia do sujeito gramatical teológico burguês como personificação do capital fictício metafísico. Trata-se do sujeito burguês americano como efeito do TRANS-SUJEITO CAPITAL INDUSTRIAL em desmoronamento, carregando consigo a desintegração dos Estados Unidos em mais de uma dezena de nações de uma era, finalmente, gloriosa para a América.

Que Deus (a língua do universo cósmico, se fosse a física naturalis da língua da física do universo cósmico) vele, mostre à América sua própria estrada sem minas lusitanas. Aponte a estrada às avessas da Angola de Lacan.

Então se viverá esse momento ÉPICO gramatical da América em um mergulho sem volta às avessas do en caminho a...  (Heidegger: 14-15) da theologia saecularis gramatical do século XXI.       
Então, um Alexis de Tocqueville do terceiro mundo qualquer retrilhará, em língua da sociologia gramatical teológica portuguesa, o El Dourado inalcançável ao homo ideologiciso A democracia na América

Até breve!

CANGUILHEM, Georges. Études d’histoire et de philosophie des sciences. Paris: J. Vrin, 1975
HEIDEGGER, Martin. ¿Que significa pensar?. Buenos Aires: Editorial Nova, 1972
GRAMSCI. Quaderni del Carcere. v. III. Quaderni 12-29 (1932-1035). Torino: Einaudi, 1977
GRAMSCI. Cadernos do Cárcere. v. 3. Maquiavel. Notas sobre o Estado e a política. RJ: Civilização Brasileira, 2014
LIMA, Oliveira. D. João VI. RJ: TOPBOOKS, 1996
FREYRE, Gilberto. Sobrados e Mucambos. Tomo 1. RJ: José Olympio, 1985
MARX. Le Capital. Livre troisième. Texte integral. Paris: Éditions Sociales, 1977
    

     

          
  

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