domingo, 29 de janeiro de 2017

DO ROMANCE AO TRANSROMANCE JPBandeira

José Paulo Bandeira

CARTA ABERTA AO JUIZ DA COMPANHIA DE JESUS ALEMÃ TUPINIQUIM

Senhor Ministro, o STF não tem o direito natural de julgar JPBandeira pelo crime de grande força teológica avassaladora e magnitude simbólica sgrammaticatura da autodissolução simbólica da fronteira entre FICÇÃO E REALIDADE.

O s.r. sabe que a CIA inventou a ficção no real, o significante teoria da conspiração como semblância da vida política americana?

A teoria da conspiração é a aversão sexual do cidadão americano a política em geral transformada em narrativa fantasmática pictórica da tela gramatical em narração gozosa da política. O s.r. entende agora a razão da elite cultural do poder americano ser adorada pelas massas simbólicas de todo planeta de a a z?

Gramsci diz: todos são intelectuais!

A elite cultural do poder americano transformou a fantasia lacaniana do futuro de Gramsci supracitada em realidade dos fatos do final do século XX e início do século XXI.
Vou lhe informar que sou o maior especialista de todas as Américas no pensamento de Gramsci.

Arre égua machadiano, sr. Ministro! 

O s.r. só lê a política em geral em alemão jurídico?   O sr. acreditou na bobagem caetana de que só é possível filosofar em alemão. Qualquer aluno do curso de filosofia poderia ter ensinado ao Veloso que o certo é: filosofar em grego e/ou alemão.

Em alemão graças à filosofia gramatical teológica fascinantemente arrebatadora de Kant, Hegel, Marx, Nietzsche e Heidegger. Para haver filosofia em alemão é imprescindível que um sujeito gramatical filosofe em alemão, sr. juiz alemão do STF.     

Diz-se, enfim, em francês:
“O termo alemão Phantasie designa a imaginação”.
[O digníssimo juiz é contra a faculdade de imaginação das massas sujeito grau zero agrammaticatura? Especialmente, do povo-massa gramatical teológico oliveiroviannista que habita pacificamente a internet? ].

O termo alemão Phantasie designa a imaginação. Não tanto a faculdade de imaginar {no sentido filosófico do termo (Einbildungskraft)} o mundo imaginário com os seus conteúdos, a atividade criadora que o anima (das Phantasieren). Freud retomou estas diferentes acepções da língua alemã”.

Inveja! O sr. juiz pode ler Freud em alemão, e rechaçou a psicanálise de Freud.  O juiz queimou todas as caravelas gramaticais necessárias para conduzi-lo ao transicional, transacional, caminho de Angola até a lalangue de Lacan.

E, assim, chegar, seguro ao porto de areia do Clube da Esquina; desembarcar no novo mundo [assustador para o burguês cultural} da sociedade dos significantes gramaticais sexual JPBandeira; ao porto luzente de chegada gaia ciência (mais um sujeito gramatical alemão) psicanálise pacífica da guerra gramatical do físico gramatical em filosofia teológica, ex-professor Bandeira.   


                                                                              II

Pela primeira vez, o ministro Gilmar Mendes DIZ que a FORMA DO NOVO ROMANCE DA LITERATURA UNIVERSAL INVENTADA POR JPBandeira [O TRANSROMANCE] é um transtorno, a instalação do juiz aturdido da bela e corajosa política do juiz do STF.

É um consenso da consciência judicial da sociedade do mundo jurídico ou apenas Einbildungskraft Gilmaria. 

Parece que a narrativa transromance do passamento do meu ministro preferido do STF abalou a ministra Carmen Lúcia e, especialmente, o mais jovem ministro que tinha e tem um forte laço gramatical afetivo, sincero, com T.Z. 

T.Z é o meu herói da política brasileira, preferido.  Desejo que ele seja o nosso recuerdo gramatical em narrativa teológica: O JUIZ- Phantasie - nosso monarca kantiano gramatical em língua portuguesa da política nacional falada pela multidão de rua en masse, em todo o Brasil.
                                                                           III

Que é transromance?

É o romance efeito de uma mixórdia de imaginação florestal amazônica de formas consagradas de narrativa iniciando no Evangelho Judeu e na física antes de Aristóteles, voltando ao Evangelho Cristão e, só, então, acontecer a translação da tragédia e comédia da antiguidade grega e romana. (Plautus).

Então, há um salto gramatical teológico da dramaturgia moderna fazendo pendant com a literatura. Temos então a commedia dell'arte; a alta comédia ocidental de William Shakespeare ao nosso Nelson Rodrigues;  narrativa socrática da ironia; narrativa poética em prosa esquizo gramatical teológica de 2 Fernando Pessoa; do romance realista francês ao surrealismo latente de Borges; romance de cavalaria sertaneja Rosa; poesia pura e prosa/poética da literatura universal; conto longo ou curto; Guerra e Paz; poesia poeira cósmica circense; a antiga crônica jornalista carioca-nordestina; formas literárias da narrativa de humor witz popular do alemão à literatura de cordel do nosso sertão Rosa; revista em quadrinhos da minha infância; a forma maravilhosa do romance científico da  psicologia profunda - inventado por Freud com o seu Totem e Tabu}. Tudo isso sob o comando da física gramatical em narrativa theologica saecularis.

ENCORE! A narrativa musical da nossa era e sua pornografia literária e eletrônica. E, especialmente, a filosofia romanceada da alcova {força prática gramatical teológica da matriz simbólica da cultura das massas do americanismo pós- II Guerra} do Marquês de Sade more and more Carmem Miranda luso-tupiniquim cum o clownfishirmãos Marx.

Não podia faltar o gênero gramatical literário theologiae naturalis Confissões de santo Agostinho, ora, ora!

O transromance é, simplesmente, a gramática em narrativa teológica da física que tem como objectum o significante política em geral transmutado em política nacional fazendo pendant com política internacional.

O transromance é a ficcionalização real do real da realidade dos fatos da política em geral.

                                                             IV

Por que inventei o transromance?

 Quando o saudoso Eduardo Campos morreu no estupido desastre de avião, resolvi jogar uma luz 
claríssima no Sistema de Segurança Nacional, que FHC recriou em 1999. Aí, esse sistema se tornou a OKHRANA-SNI Civil sediado no Rio.

O avião de Eduardo foi inspecionado no Aeroporto Santos Dumont. Meu tio José Silveira chefe da burocracia civil da Aeronáutica cuidou, pessoalmente, todo dia, do Santos Dumont durante décadas no Estado Militar e Governos:  Sarney, Collor, Itamar, FHC.  Aí ele fez o seu passamento. Graças a Deus!   

Fiz do sistema de espionagem público-privado SNI de FHC um ente ficcional no real porque sei como ele age. Ele simplesmente foi criado para combater as massas revoltadas na rua carioca e paulista e, também, tentar controlar a atividade narrativa dos intelectuais de oposição da cultura virtual. {O PT chamou este último fenômeno de repressão e espionagem de HEGEMONIA PETISTA}.

A narrativa do jornalismo internacional é narrativa com grau zero de narração da essência dos fatos. O país inteiro subjetiva mecanicamente a narrativa jornalística - como a verdade verdadeira da política nacional, internacional e local.

A narrativa jornalística é a narrativa ficcional sofística vulgar e grotesca que tem como objeto sexual a aversão sexual do povo à classe política nacional e local, especialmente, à classe política da vida carioca e paulista; e, agora, tem como vetor de aversão sexual a canibalização da política de Donald.

Já JPBandeira considera Donald o mais maravilhoso adversário a ser ultrapassado e derrotado pela minha física gramatical da política internacional.  

Formou-se no Brasil o discurso do político da jornalista.

Nesse discurso, a jornalista é belamente sedutora, inocente e ingênua combatente da maldade do mundo da política brasileira e internacional. Ela é a personagem feminina maravilhosa [ encantadoramente suave nos beijos apaixonadíssimos de despedida em qualquer aeroporto do Oriente ocidentalizado] protagonista do filme Casa Blanca com Humphrey DeForest Bogart?

Ao contrário, a minha jornalista carioca é a bela jornalista aristocrática tupiniquim do Marques de Sade. Trata-se de uma invenção da cultura da televisão americana exportada para a América Latina.

O nosso mundo atual é, ainda, a invenção fantasticamente surrealista do prato brasileiro escondidinho da alta cultura da classe simbólica americana do pós-Guerra 1945. Ah! A alta cultura do americanismo inventou a própria classe simbólica homo ideologicis - força prática gramatical em narrativa theologica sgrammaticatura do Imperator caipira-urbano da política internacional.

O transromance tem como sujeito gramatical a soberania, ainda, da classe simbólica homo ideologicis na vida política pedestre das nações.

Pedestre:
Adjetivo e substantivo de dois gêneros
1.
Que ou aquele que anda ou se encontra a pé.
2.
fig. sem brilho; rústico, modesto. Caipira-urbano ideologicis do americanismo industrial.

O transromance ultrapassou, colidindo com a forma técnica narrativa burguesa industrial, já tardiamente, com o romance da era Gutenberg. O trans é o romance da era digitalis; o avesso da vida cultural pedestre. Por isso ele não tem valor de mercado? Tal Valor estético é impossível de ser traduzido em preço de mercado capitalista.

O transromance é o anverso da cultura como mercadoria do livro romance em papel. Ele nada tem a ver com o valor de uso em junção com o valor de troca. Ele apenas tem um poderoso valor estético de uso, infelizmente, só para as massas simbólicas da alta cultura mundial.

A física gramatical teológica avança aceleradamente para criar a teoria de tudo? Isso é transromance? 
O sr. Gilmar Mendes e o físico matemático Pinguelli Rosa tout court têm absoluta certeza de que a minha teoria de tudo é uma mera ficcionalização da física tradicional moderna. Eles não têm fé em nozes do terceiro mundo. Eis o infiel gramatical súbdito da theologica saecularis ideologicis.   

Acho que já expliquei o suficiente, então, vou encerrar com a ideia da ficcionalização do ministro Gilmar, pois, nunca vi uma pessoa tão aborrecida no programa de Roberto d’Ávila. Eis outra ficcionalização nobremente incomodada em ser um ente-personagem do meu romance político.

                                                                                    V
A vida política brasileira (e internacional) é inegavelmente uma verdadeira chatice. No caso dos Estados Unidos e da Rússia a política é uma chatice que pode ser mortal, assassina de crianças, velhos e mulheres de outros povos.

No Caso da própria América, a política pode ser fatal para o feliz cidadão comum.

O SERIAL KILLER é pura ficcionalização da política como tal no REAL da política do mundo-da-vida pacata, comportadíssima, respeitadora da lei, vida de monotonia vivida intencionalmente da classe média americana.        
                                                                            VI

Na televisão, Nélida Pinõn não gostou de JP ter feito da língua portuguesa um ente/personagem gramatical cum sgrammaticatura. A Língua falada e escrita pelo povo só pode ser ficcionalizada como ente gramatical psicótico sgrammaticatura {Falta de gramática norma culta}.

Minha bela gramatical Senhora Piñon, o maior filósofo da nossa era me doou esta ideia, que já se encontrava em Thomas Mann. Trata-se do egípcio Jacques Derrida.  A senhora deve desprezá-lo com paixão ABL! Despreza Thomas Mann também?

A língua portuguesa ficcionalizada no (trans) romance político não é, não pode ser, a gramática como se fosse norma culta da vida política nacional. Isso seria a repetição ipsis litteris da expressão de um acontecimento do Brasil, do final do século XIX. Trata-se do sujeito gramatical teológico historial - Imperator bragantino ditadura do gramático besta

Parece que o maior gramático nacional vivo, com o nariz tampado na tela eletrônica da Universidade Cândido Mendes, reconhece tal fato por sua obviedade ululante.
                                                                            VII

O jornalismo infantil gramatical ideologicis da bela jornalista é a fonte da matéria-prima radioativa sgrammaticatura do meu romance político.

Odiando o ministro Gilmar Mendes, o jornalismo de papel do bolivariano canalha inventou uma ficção primitivamente infantil do nosso machadiano Gilmar. Assim, Mendes foi transformado no ministro corrupto do STF, pois, combatia abertamente o BOLIVARIANO CORRUPTO (isso não é ficção) no poder do Estado de Brasília. 

O canalha disse que não tinha nada pessoal no ataque ao juiz. O juiz corrupto era um efeito da luta de classes no juiz burguês.  

Então criei uma ficção no real da nossa vida política: o Gilmar Mendes do Segundo Estado ao lado dos ilustríssimos FHC, senador José Serra, Mateus, Geraldo e, agora, o suculento prato de vatapá da minha querida tia Risa teológica espírita da cidade da minha infância Belém do Pará.

Trata-se do sujeito gramatical em narrativa teológica - o burguês público pobre João Dória. Como não ficcionalizar o mais witz político alvíssimo (O Alvinho de um antigo quadrinho) de todos os políticos burgueses públicos da escola de rua da política paulista; escola que brota de uma ideia gramatical caipira-urbana professoral de Jânio Quadros.  

O ministro Gilmar Mendes é o ESE HOMBRE SOY YO do Segundo Estado? É robertocarlos realmente assim? O seríssimo e mal-humorado senador Jose Serra é o Príncipe negro do Congresso nacional?  Quem acredita em tal ficção? FHC criou a Okhrana-SNI civil? Ele acha que sou ˂pazzo>!

Gilmar diz que existe, agora, um intelectual burguês poderoso antiJPBandeira. Ainda não o avistei no horizonte digitalis. Não reconheci em carne tremula almodóvar e/ou em Ossos do Baú.

Sabem por que admiro Renan Calheiros? Ele não se incomodou nem quando se transformou na ficção do Diabo do romantismo alemão do sertão das Alagoas.

Já Fernando Collor (e o barão Sarney) sempre foi possuído por um humor de cão chupando manga.
Notem a presença da alta cultura popular nas encantadas enfeitiçadoras expressões da alquimia da língua portuguesa inventadas pela cultura real, oral, do povo brasileiro: cão chupando manga. Eis o impagavelmente delicioso!

Excetuando uma pequena parcela de internautas da nossa alta cultura universitária, a classe simbólica en masse me odeia, detesta o transromance JPBandeira. Então vou dizer o que é para mim factualmente a vida política brasileira.

Ela é uma monotonia sem fim povoada de políticos que são o avesso da psicanálise, pois, escolheram viver intencionalmente {sem vergonha na cara} a política para acumular riqueza criminosamente.

A vida brasileira é a política da bela jornalista como força prática ideologicis dominante privatista de nossa política da sociedade do espetáculo. Força prática fatal para nós, pois, desprovida daquela, já não tão famosa, ética weberiana da responsabilidade pública na política.

A bela jornalista burguesamente privatista crê que a nossa política é um parque de diversão macabro do cinema americano especializado no sujeito gramatical cinematográfico parque de diversão do serial killer.

O desejo da bela jornalista é ser jornalista americana narrando a vida política americana. Mas ela não gosta que Donald Trump use o poder político do jornalismo americano para transromancear a vida política americana e/ou internacional.

O pequeno filho de Donald [uma bela criança da alta cultura do burguês da polis Nova Iorque] está profundamente chateado com o pai no papel do ratinho aprendiz de alquimista realizando a transubstancialização jesuítica lacaniana da política universal {transformação da política de vinho tinto de sangue de puras ervas medicinais em água salubre que derrama da torneira do da subcultura burguesa do mundo jornalístico} em uma narrativa industrial transromance vulgar WITZ JORNALÍSTICO. 

A jornalista carioca crê que Donald é um estupido RENTISTA. Pelo amor de Deus! Leia a seriedade do que Donald está fazendo pelo mau-humor crescente do pequeno lindo filho nova-iorquino Trump.

A jornalista carioca é a condensação prática subcultural do poço de chatice subcultural acumulada subculturalmente desde a era do senhor de engenho do Vale do Paraíba.  Ela é filha gramatical theologica ideologicis  do senhor de engenho interpretado, brilhantemente e espetacularmente, pelo nosso Rubens de Falco - na velhíssima novela Escrava Isaura.

Cresçam e, então, apareçam!       

                                                                               VIII

A bela subjornalista Beth Pacheco oriental da GloboNews tem um desejo sexual intemperante real: MORRE já JPBANDEIRA. Isso é real, não é ficção transromance! Nem tudo narrado é transromance ficcionalizado!  

Não ficcionalizarei mais FHC, Serra, Gilmar, a morte de Eduardo Campos e T.Z., Lula, José Dirceu, o PSDB, o PT de Ruy Falcão, Roberto D’Ávila. Então, vocês querem que o transromance feche as portas como o Petisco do Vila. Desejam sexualmente que a ficcionalização de suas vidas seja um monopólio da baixa sofística monocórdica sob comando da sub-bela jornalista eletrônica.

Vocês sabem que isso significa o desejo sexual ardente dos senhores de fazer sexo gramatical ideologicis, todo dia, com a sedutora imagem eletrônica da sub-bela jornalista.

Vocês acreditam que fui professor durante 40 anos na universidade pública e eles só gostaram de mim no meu surto psicótico. Se recordam do filme com o matemático americano (Prêmio Nobel) “Uma Mente Brilhante”? Com o surto, os professores passaram a me chamar aquele MENTE BRILHANTE.

É claro que os alunos acharam a comparação não uma crueldade witz do subsenhorial. Os alunos nunca me consideraram uma MENTE BRILHANTE. Mas desejavam minha voz sexy.    

No final da minha vida universitária, eu ministrava aulas sobre física da política.

A física era destetada pelo alunato. No fim, 3 alunas, visivelmente, aborrecidas faziam meu curso.  Elas diziam que faziam meu curso por pena.  Mas nunca se referiram a mim como o cachorro delas como fizeram os jornalistas Beth Pacheco, Sérgio Aguiar e Eliane Cantanhede.

Meus caros, Aristóteles categorizou tal desejo sexual como bestial!

A tradução para a física da psicanálise gramatical teológica do dizer de vocês na tela eletrônica é:
Eu tenho desejo sexual em cachorro. Uma em cachorro grande, o outro em cachorro pequeno.

Na tradução para a língua de Freud fica muito pior, pois, trata-se da fantasia cachorro sexualem priscis universalis. Falando de claramente, o referente gramatical cachorro (grande ou pequeno) é o substituto paterno do PHALLUS.

Marx copiou ipsis litteris de Hegel o axioma gramatical teológico: “os homens só se colocam problemas que possam resolver”.

Hoje, sou um descrente crente!     

Caro juiz Societas Iesu, S. J.  Não deseje a maldição imperativo kantiano de Loyola para JPBandeira: JP perinde ac cadaver para sempre!                      
            

    


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