sábado, 28 de janeiro de 2017

DO PODER GRAMATICAL da física de JPBandeira

A ideia de poder começa a ser o pensado conceitual filosófico no livro A República (Platão) em um combate contra a ideia de poder no discurso do político do sofista.

Depois, Aristóteles estabelece o poder como um conceito da física fazendo pendant com metafísica no seu La Métaphysique. Tomo 1.  Assim, o significante poder passou a fazer parte do discurso do político do físico espião na história universal da cultura da política.   

No Oriente, há uma cultura da política na China que desenvolve o poder político como ideia e realização dessa em conceito no real como significante técnico sintetização Ocidente/Oriente. A China criou o poder da cultura da burocracia oriental como sintetização: sujeito/predicado; burocracia pública/burocracia; ficção/realidade; ideologia/teologia ...   

Na cultura da política do Ocidente, técnicas de poder são descobertas e permanente aperfeiçoamento como cultura universal em processo de universalização do significante técnico PODER. Poder no SER da política universal onde ele se forma ente gramatical teológico. Trata-se da forma completa do poder no ocidente.  
                                                                               II

Este texto, apenas, anuncia a minha investigação sobre a ideia, o conceito e o significante poder na sociologia da cultura da política internacional.

 Foucault estabelece o campo da sociologia do poder pós-Durkheim com a descoberta teórica na alta cultura europeia do significante: poder disciplinar. Foi um fato cultural extraordinário da sociedade europeia/americana do discurso do político do espião. Ela viu aí o princípio da autodissolução do Estado-Nação.

Com esta sentença de morte sociológica foucaultiana do Estado-Nação, Michel (não é o nosso gentílico cachoeirense misse - pau pra qualquer obra de segurança pública e/ou privada) começou a trabalhar na teorização do significante poder que substituiria o poder disciplinar do Estado-nação manufatureiro {Estado-nação do modo de produção da Manufatura] no campo de poder mundial em processo permanente de consistencialização sociológica.

O poder ligado ao Estado é basicamente organização e agir administrativo. Trata-se do poder administrativo de Hegel que Marx fez deslizar em direção do território subjetivo/objetivo do significante poder da burocracia.

Em Weber, assentace o poder sociológico racional burguês industrial tout court. No século XIX, Alexis-Charles-Henri Clérel, visconde de Tocqueville revelou ao mundo o poder do pastor americano como poder de um tutor na linha gramatical teológica de Etienne De La Boétie. Trata-se de um poder que conjuga a realidade racional com fenômenos políticos irracionais do discurso da servidão do político tutor tirânico burguês americano.  

Foucault criou uma física sociológica do poder com uma legião de significantes poder: poder pastoral, biopoder, técnicas de si, e, finalmente, o poder como tecnologia política de indivíduos

E Encore!

Bourdieu fala de um poder simbólico. Habermas usa a ideia de poder de Hannah Arendt e faz um conceito articulando a política do mundo-da-via como esfera de comunicação trans-subjetivo. O Poder da sociedade do espetáculo virtual seria a continuação do significante poder Arendt-Habermas por outros meios culturais como técnica de poder eletrônico.

No livro Raisons pratique. Sur la théorie de l’action, Bourdieu diz que de Tocqueville à Sartre trata-se de mera sociologia do poder metabolizável como poder burocrático pelo Estado moderno.
Deleuze chamou a atenção que Foucault destruiu, definitiva e irrevogavelmente, o significante Estado moderno jurídico. Ele usou a ideia de que o poder moderno não consiste no real da cultura do SER da política como ente gramatical - burocracia universal em processo de universalização no campo de poder mundial.

Assim, o Estado moderno não é, senão, estatização do campo de poder mundial hobbesiano nu e cru.
Não há a passagem poder moderno internacional do cru (fato) ao cozido: poder moderno como artefato antropológico!

Lacan inventou o poder do inconsciente lacaniano ou lalangue. Trata-se da matematização topológica lacaniana do inconsciente mundial do discurso do político do burocrata no Ocidente e no Oriente. Se for necessário, com abdução oriental da África.

Lacan invade, subverte e destitui a física sociológica analítica de Foucault.
ESQUECER FOUCAULT?

Na atual atualidade, não se ouve mais falar de soberania de sociologia na cultura ou do significante técnico poder. A razão desse fato é que o significante técnico poder se evadiu do real da sociedade de significante sexual mundial.

Freud estabeleceu que o poder mundial do século XX e XXI é o poder do desejo sexual do inconsciente freudiano da sociedade de significante narcose. 180.000.000 de pessoas ao redor do planeta habitam a sociedade planetária do significante freudiano: NARCOSE.  

Lalangue é a matematização da sociedade de narcose fazendo pendant com o campo de poder mundial do ator laco-hobbesiano como força prática cultural da articulação da hegemonia da política planetária. Porém, na Spaltung atual do mundo capitalista, a classe simbólica não encontrou o caminho lacaniano para a soberania de lalangue.

JPBandeira viu o significante poder simbólico como um significante sem força de realidade, pois, sem associação com o significante que faça o laço gramatical força prática. Este acontecimento implica o poder simbólico do discurso do político do físico em narrativa teológica secular.

Narrativa teológica gramatical da sociologia do poder no real do ser - onde o ente classe social se forma na cultura da política mundial.

                                                                                      III

A classe simbólica se define pela propriedade privada do poder simbólico público.  

 O laço gramatical poder simbólico com a realidade dos fatos da cultura da política era a posse pela classe simbólica do poder simbólico ideológico. Ora, a era do homo ideologicis é finito e irreversível. Entramos a pleno vapor virtual na era do homo theologica saecularis.

A física gramatical em narrativa teológica vê e ouve a CRISE DA POLÍTICA MUNDIAL como CRISE DA CLASSE SIMBÓLICA homo ideologicis internacional.

Portanto, tal crise significa a passagem da classe simbólica privatista [detentora do sujeito gramatical propriedade privada do poder simbólico ideológico público/privado] e a classe simbólica no vazio do poder simbólico ligado à lalangue pelo laço social lacaniano homo ideologicis.

JPBandeira acredita que há um caminho possível de ser caminhado gramaticalmente na cultura da política a ser inventada em direção a um outro planeta. Qual? Não se deve pôr os bois à frente do carro-de-boi!

Tal trilha gramatical em narrativa da física teológica consiste na articulação da cultura da política internacional através do significante técnico: invasão pacífica do real da realidade atual dos fatos mundiais pelo significante poder gramatical do discurso do político do físico gramatical teológico

Acharam graça! Qual cabeça está a prêmio? 

Trata-se da Invasão benigna dos povos e nações [pelo poder gramatical do físico] que, ainda, resistem a sua autodissolução, que tem como causa a física natural da língua da cultura da política internacional fazendo pendant com a gramática da cultura sgrammaticatura da política mundial.

O início dessa gramaticalização de lalangue significa a necessária gramaticalização da física espontânea sociológica da classe simbólica.

O primeiro signo da volta do buraco negro spaltung do capitalismo mundial é a classe simbólica internacional se deixar invadir [em um processo de metabolização gramatical teológico furta-cor] pelo desejo gaia ciência alegre, sexual gramatical, teológico da física de JPBandeira. 

Esse é o caminho da cultura gramatical da física em narração teológica da política internacional.

Há um outro caminho político tout court para fora do poço sem fundo do capitalismo cavado pela era homo ideologicis GOLBALISMO NEO-LIBERAL.

Ei-lo: é a estrada pedestre militar romana desenhada, e ainda em maquete, do grã-comandante-mor burguês financista gauche da cultura burocrática industrial do burguês americano: o infalível Donald Trump. 

Ele terá como grã-escudeiro a comandante em more and more sub- comandante zapatista - simpática, inefável e sobrevivente do antigo Império britânico: ator hobbesiano Theresa May.

Se essa for a passagem para o outro planeta capitalista do século XXI, então, assim seja.

Quem sobreviver, viverá?

Ou sobreviverá em permanente espanto heideggeriano!   
      

  
  



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