quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

DA TIRANIA DA TELEVISÃO BRASILEIRA


JP Bandeira (José Paulo Bandeira)


CURSO DIGITALIS DE CIÊNCIA DA POLÍTICA DO REAL. ALTO VERÃO CARIOCA (2017)


Quem sou eu? É o nome de uma novela, da TV Globo, do século XX.

Eu sou o ex-professor Bandeira; agora sou simplesmente o sujeito gramatical JP Bandeira digitalis. 

Trabalhei durante quase 40 anos na universidade pública carioca; não vivi a carreira universitária; me aposentei como adjunto 3 em uma carreira do funcionalismo universitário estatal que acima do adjunto 3 tem adjunto 4, professor associado 1,2,3,4 e professor titular 1,2,3,4. O professor tem que esperar 2 anos para galgar de 1 para 2 etc.

Sou um aposentado com uma biblioteca pessoal de 15 mil livros e uma biblioteca digital (PDF, Kindle) ao infinito para a minha limitada vontade de potência gramatical de leitor. Um aposentado que fez 2 mestrados, doutorado, ministrou cursos sérios de política brasileira e mundial, história colonial/imperial/republicana, crítica da economia política, psicanálise, marxismo, filosofia, física gramatical e theologia gramatical clandestinamente... durante décadas.

Hoje o trabalho intelectual é, para mim, um agradável meio de combater o tédio e um videogame gramatical da política mundial do Diabo jogado por 11 serpentes gramaticais negras e uma furta-cor (videogame que eu mesmo inventei). Pois, não gosto de Ipanema, de samba, de futebol, de praia, de teatro, televisão ou cinema e de ver e/ou ouvir “Luíza” passear no Leblon – minha espiã endiabrada Fairfax preferida.

Platão e Aristóteles foram espiões do Imperator gramatical  grego do presente e do futuro grego da antiguidade. O trabalho da filosofia sem espionagem é uma atividade universitária ao acaso, no ocaso após milênios de existência.

Um cientista natural é uma pessoa cujo trabalho é espionar a matéria como tal viva ou morta/ orgânica ou inorgânica. Um cientista francês diz que a vida é o conjunto de forças rebeladas contra a morte. Como um câncer me invadiu e lutei 8 meses contra ele (sob o comando do médico Hélio Noronha) na roleta russa de 8 meses de quimioterapia, sei que o francês está com a razão.
                                                                           II

Durante quase 40 anos trabalhei institucionalmente com ciência política, na verdade com a ciência da política de Platão, Aristóteles, Cícero, são Agostinho, são Tomás de Aquino, dos jesuítas, de Hobbes, Hegel, Marx, Heidegger, Freud e Lacan, Lenin, Mao e Gramsci, lembrando apenas os ocidentais e a Ásia.

Já aposentado, inventei o transromance digitalis. Tal fato transliterário passou desapercebido na sociedade dos significantes da letra; criei uma nova ciência da política ignorada pela cultura nacional universitária e extra universitário. Inventei a psicanálise gramatical contra o matemático topológico Lacan; e mais o Freud da máquina de guerra freudiana; e ainda o Lacan marxista mai 1968; inventei a física gramatical e a theologia gramatical.  Não satisfeito criei uma nova historiografia brasileira. Tudo publicado no Facebook, blog e livros digitalis, inclusive, na corporação capitalista americana digitalis amazon

 Aí, a fórmula gramatical negra do fascista italiano passou a me fantasiar, atormentar: quando ouço falar em cultura saco meu revolver. Meu médico e cientista natural me disse que sou um gênio da raça, repliquei que gênio só o da lâmpada, que me deu muito prazer ao conviver com ele na infância em Belém do Pará. 
                                                                                              II  
Na gramática em narração theologica mundial (pois a Rússia asiática, o Japão e inúmeros países do Oriente participam dela), Hegel foi possuído pela mais maravilhosa ideia de cultura. A ideia cultura é o conceito da política nacional em realização de um desejo sexual extraterritorial; é narração sublimada de puro prazer sexual. E é também um recurso adaptativo ou evolutivo como progresso civilizatório ocidental.

No Facebook, minha página Física Gramatical e Theologia tem na capa a imagem de Hegel. 
Pessoalmente, envio meus opúsculos e ensaios digitalis do meu blog para outras páginas. Ontem saí da página Liberalismo Solidário. Sem motivo, ou motivo ideológico? É uma página pretensamente da direita ilustrada do Sudeste.
Um leitor qualquer da página escreveu: desista! Eu nunca gostei desse autor, mas sou tolerante; mas os leitores dessa página são bolsonaristas. São seguidores de são Bolsonaro, antigo capitão do exército do Estado militar negro 1968, que se arrepende de não ter sido torturador de terrorista de esquerda!

São Bolsonaro deseja sexualmente se apossar do poder nacional na próxima eleição de presidente da “República”, a eleição lançada, até o momento, para as calendas gregas. O tirano torturador manu militari Bolsonaro é uma fantasia lacaniana do futuro, fantasia sonhada e subjetivada por massas (viúvas dos generais Fairfax da fantasia Estado militar negro 1968) de eleitores-multidão na rua de Belém ao Rio e, também, São Paulo, esta botando o ovo da serpente negra.

A propósito, hoje o mundo intelectual paulista católico não é o Ovo da Serpente da cultura nacional? Na rua da capital paulista, massas arianas não comemoraram a vitória do cão negro do Diabo do americanismo asiático do Imperator Criminostat Mundial. É ele, é Donald, sim senhor”
Todos esses fenômenos políticos são encarnação de ideias reais práticas criadas pela cultura nacional fazendo pendant com a cultura mundial.

Deus não doou ao brasileiro o poder gramatical de criar o artefato cultural conceito para o desenvolvimento da política nacional. Entre nós, a política, ou é atividade intelectual fantasiosa imaginária da multidão, ou psicologia empírica pura dos políticos nacionais, ou puro jornalismo político eletrônico para o prazer sexual da Garota de Ipanema jornalista carioca, ou o blábláblá eletrônico universitário da USP ou UNICAMP - para inglês ver!  
                                                                         IV
No Ocidente em passamento, o sujeito gramatical fantasia lacaniana do futuro liquidificador Cazuza (Cazuza foi um carioca gay maravilhoso do Jardim Botânico em busca de uma ideologia para viver, cantor brasileiro de puríssima voz de jazzista nacional, invadido, alquebrado e abatido no período negro da AIDS) se estabeleceu como máquina de guerra sgrammaticatura negra de combate e destruição da alta cultura ocidental.

Então, a fórmula gramatical negra do fascista italiano passou a me fantasiar, atormentar aturdir, e gerar pesadelos diuturnos. Ela é um ritornelo falante assim: quando ouço falar em cultura saco meu revolver bolsonaríssimo.

Sou JP Bandeira espião gramatical dos fenômenos mundiais e nacionais. Hoje me dedico a espionar a televisão. Passatempo enfadonho, de aposentado de pijama na sala de estar com a pequena família de mais 2? Ah! Esqueci. A família de 2 diz que eu devo parar de escrever sobre o capital e ganhar algum para eles passarem duas semanas em Aspen, no Colorado. Rio 40°!                                                                            
Amos Funkenstein foi um físico, filósofo e theologus judeu das grandes universidades americana e israelense. Foi abatido por um câncer no fim do século XX.  
Ele deixou uma obra seminal para o século XXI. Trata-se da investigação e exposição da relação entre theologia e ciência moderna. Seu trabalho foi laureado pela cultura judaica (e americana) com inúmeros prêmios e foi editor de coleções diversas da cultura mundial. Intelectual público israelense, foi agraciado com o Prêmio Israel:
Prof. Rina Shapira - 1995, Educação
Prof. Amos Funkenstein de 1995, História do Judaísmo
Prof. Meir Sternberg, 1996 Literatura
Prof. Abel Erlich - 1997, Música
Prof. Moshe Gil - 1998 Ciências Humanas
Prof. Aryeh Levy - 1998, Educação
Prof. Emanuel Marx - 1998, Sociologia
Prof. Menachem Banitt - 1999, Judaicos Línguas
Prof. Rebecca Bergman -1999, Medicina
Prof. David Perlov de 1999, Cinematografia
Prof. Asa Kasher - 2000, Filosofia
Prof. Yehezkel Braun - 2001, Música
Prof. Ruth Ben-Israel - 2001, a Lei
Prof. Herzl Shmueli - 2001 Musicology
Prof. Bracha Ramot - 2001, Medicina
Prof. Moshe Brawer - 2002, Geografia
Prof. Menashe Harel - 2002 Estudos Eretz Israel
Prof. Ariel Rubinstein - 2002 Economia
Prof. Jacob Frenkel - 2002 Economia
Prof. Giora Shoham - 2003 Criminologia
Prof. Sulamita Shahar - 2003, História
Prof. Zvi Ben Avraham - 2003 Ciências da Terra
Prof. Joseph Berenstein - 2004, Matemática
Prof. Rina Zaizov Marx - 2005, Medicina
Prof. Ben-Ami Scharfstein - 2005, Filosofia
Prof. Aron Dotan, 2005 - Hebrew
Prof. Sasson Somekh, 2005 - Ciências Humanas
Prof. Pnina Salzman, 2006, Música
Prof. Mendi Rodan de 2006, Música
Prof. Eden Partush - 1954, Música
Prof. Nehama Leibowitz -1956, Educação
Prof. Ephraim Katzir - 1959 Ciências da Vida
Prof. Mordechai Setter - 1965, Música
Prof. Chaim Sheba - 1968, Medicina
Prof. Andre De Vreis - 1970, Medicina
Prof. Ze'ev Zeltner - 1971, a Lei
Prof. Richard Stein - 1973, Medicina
Prof. Heinrich Mendelsohn - 1973 Ciências da Vida
Prof. Haim Rosen - 1978, Lingüística
Prof. Amotz Zahavi - 1980 Ciências da Vida
Prof. Ilja Pjatetskij-Shapiro - 1981, Matemática
Prof. Joshua Jortner - 1982, Química
Prof. Avraham Yaski - 1982, Arquitectura
Prof. Saul Friedlander - 1983, História
Prof. Henry N. Neufeld - 1985, Medicina
Sr. Shalom Rosenfeld - 1986 Jornalismo
-1989 Prof. Yakir Aharonov, Ciências Exatas
Prof. Zvi Yavetz, 1990 - Ciências Humanas
Prof. Daniel Friedmann - 1991, a Lei
Prof. Elhanan Helpman - 1991 Economia
Prof. Yitzhak Wahl - 1992 Ciências da Vida
Prof. Michael Confino - 1993, História
Prof. Ram Levy - 1993, da Comunicação Social
Prof. Enoque Avenary -1994, Música

Eis um contraponto (em relação ao mundo da culltura judaica isrealense) gramatical cultural altamente revelador e irônico do nosso caráter burguês cultural, “o professor de História Contemporânea da USP Luiz Bernardo Pericás foi eleito Intelectual do Ano pela União Brasileira de Escritores (UBE) e receberá o Troféu Juca Pato.

O autor foi indicado ao prêmio por sua mais recente obra, Caio Prado Júnior: uma biografia política (Boitempo Editorial, 2016), que trata da trajetória e ativismo do historiador que viveu durante o período da ditadura militar brasileira. Tal obra e tal intelectual do ano é um sujeito gramatical forjado artificialmente pelo Partido Comunista Brasileiro e pela Editora da era do bolivariano, a Boitempo”.
Qual a diferença elementar gramatical entre a cultura judaica e a cultura brasileira. A judaica é gramaticalmente séria, a brasileira é sgrammaticatura witz! O funcionalismo da atividade simbólica brasileira não tem a atividade da alta cultural como algo sério. 
                                                                         VII
Assim como o enfant necessita da Mãe (pois, não vivemos nas páginas do A República, de Platão), a cultura nacional precisa de instituições-Mãe do território simbólico habitadas por atores gramaticais culturais diversos.

No Brasil do Estado militar liberal 1964, criou-se o intelectual público en masse do sistema universitário estatal. Depois, foi criada uma carreira universitária com autonomia relativa acadêmica em relação ao poder político do Estado nacional, e com estabilidade de emprego. Tais fatos conjugados foram uma realização do Estado militar 1968 negro. Grandes antropólogos floresceram nessa universidade estatal, principalmente, no Rio e em Niterói.

Roberto DaMatta é a mais célebre biografia de um antropólogo vivo com visibilidade nas mídias jornalísticas carioca e paulista. E, no entanto, com todo o seu traquejo midiático, jamais foi convidado para ser o apresentador de um programa de televisão sobre o mundo da cultura nacional - do jornalismo ao mundo científico e, claro, sobre a cultura nacional do povo. A causa é a natureza tirânica da cultura televisiva carioca e paulista.     

Chefe do ministério da cultura da UNESCO, o filósofo e cientista Cândido Mendes (quase Prêmio Nobel, mais de uma vez) é o dono de uma universidade privada burguesa carioca, na zona sul. Kantiano de carteirinha, jamais passou por seu cérebro machadiano fazer o uso público de sua cultura corporativa universitária privada burguesa, que serve apenas - utilitariamente -  para seu sustento burguês e de sua família mimada também da sociedade dos significantes burguesa do Leblon.

Seu livro de cabeceira é o Investigações filosóficas. Nosso Cândido voltairiano é de um otimismo patológico industrial, pois, ignora propositadamente, que a língua pública portuguesa (falada no Brasil) é o alfa e o ômega da cultura nacional.                

Com a destruição da alta cultura universitária pública pelo liquidificador cazuza, sobrou a cultura universitária privada, A nossa universidade privada se assemelha à corporação burguesa hegeliana das páginas dos Fundamentos da filosofia do direito; porém, a nossa é corporação cultural da sociedade dos significantes do burguês carioca, aliás, sem dignidade intelectual e sem livre pensar! 

O professor universitário privado não pode ser um intelectual público universal, pois, ele é ancilar do poder tutorial burguês de seu master: o dono da universidade privada. Seu emprego é uma graça da sua alteza o burguês cultural. Trata-se do antigo senhor-de-engenho do Vale-do-Paraíba dono, agora,  da corporação cultural universitária da sociedade do burguês ariano rico carioca e paulista.

Ao entrar no campo de poder jornalístico tirânico da televisão, nosso professor ancilar da servidão voluntária da cultura despótica televisiva, se comporta como um dócil instrumento útil de formação de opinião “pública” do discurso do político do jornalista carioca e paulista. Então, esqueçam!

A cultura nacional sofreu um reducionismo sociológico radical. Ela se transmutou em cultura nacional televisiva. Pois, a característica tática da cultura da internet é ser o avesso técnico e subjetivo existencial de uma cultura nacional.

O governo Michel Temer entregou para o velho PCB a chefia das armas militares e da arma cultural eletrônica TV Brasil. Assim, conseguiu pacificar os militares, pois, o ministro da defesa é da velha escola comunista positivista brasileira de adoração da hierarquia da Ordem Militar.

A TV Brasil foi usada para pacificar e cooptar o comunismo tupiniquim dos artistas sob comando do samba nogueira do Petisco de Vila de Vila Isabel. A cultura nacional do governo de plantão é uma mera cultura faccional (não-todo) e, também. ficcional - facciosamente encarnada no fenômeno velho cabide-de-emprego estatal para a sociedade civil do PARTIDÃO. 

É a sala-de-espera da revolução comunista do partido real, espera da tomada do poder federal e, finalmente, a transformação do aparelho de Estado nacional - no maior cabide-de-emprego da história universal!      

Entramos em um mato em cachorro? Quem não tem cão negro caça com gato angorá niteroiense? Assim, caminhamos com o sujeito gramatical Ponte sem Futuro, pois, ela tem começo, mas não chega a lugar algum!        

O monopólio da informação é do jornalista industrial. As massas bebem nessa fonte radioativa negra. O jornalista conduz as massas como lêmures (“A palavra lémure deriva do latim ‘lemures’, que significa ‘espírito da noite’ ou ‘fantasma’ e deve-se provavelmente ao facto de estas criaturas serem brancas e noctívagas, perambulando pela noite e fazendo os seus chamamentos).
O que ainda não se entendeu teologicamente?

O jornalista como tal eletrônico faz pendant com o filósofo paulista eletrônico da ética cristã Romano, pois, eles desejam sexualmente ver apenas arvores, e estas não deixam eles veem a Floresta.  

O desejo sexual do jornalista e de Romano é que eles possam exercer a liberdade de expressar sua opinião na cultura eletrônica nacional, mesmo que o país se arrasta como bois do carro-de-boi colonial levado pelo DESTINO – que não pediu a Deus!  

O Brasil jamais deixou de ser as mil republicas de fazendas escravagistas do Vale do Paraíba. Cansados de governar o nosso Brasil-fazenda do jardim das delícias somente para os burgueses carioca e paulista, os fazendeiros da política nacional entregaram o governo federal ao nosso subdito Pancho Villa Luís:  Inácio Lula da Silva.  Pancho entregou o país para a nossa bandoleira Zapata, do bolivariano! Nosso Zapata caiu em uma armadilha e foi estraçalhada por metralhadoras eletrônicas jornalísticas do campo da política nacional fazendo pendant com a cultura eletrônica nacional do Sudeste.

Depois, uma figura hegeliana do mediterrâneo da Ásia Ocidental resolveu governar a NAÇÃO possuído por um desejo sexual insondável da narrativa pós-modernista das mil e uma noites tropicais. Deveria ter convocado Caetano Veloso para ser o chefe do Ministério da tela gramatical em narrativa musical tropicalista. Mas a característica da nossa classe política é de usar a imaginação apenas para transformar a política pública em um balcão de negócios privados sortidos financeiramente como o balcão digital da bolsa de valores.
                                                                            VIII

“Karl Friedrich Hieronymus von Münchhausen (11 de maio de 1720 – 22 de fevereiro de 1797) foi um militar e senhor rural alemão. Os relatos de suas aventuras serviram de base para a célebre série As Aventuras do Barão de Münchhausen, compiladas por Rudolph Erich Raspe e publicadas em Londres em 1785. São histórias fantásticas e bastante exageradas, propagadas sobretudo na literatura juvenil. Um personagem que se equilibra entre a realidade e a fantasia em seu mundo próprio, onde enfrenta os mais diversos perigos, perpetra fugas impossíveis (sendo a mais famosa delas a fuga de um pântano onde afundava, tendo conseguido por puxar os próprios cabelos), testemunha fatos extraordinários e faz viagens fantásticas — sem jamais perder a fleuma”.

Esta é a nossa situação. O pais é o Barão de Münchhausen que, ao ser assediado e acossado pelo Imperator Criminostat Asiático Fairfax, cai em um pântano sgrammaticatura, e vai, lentamente, afundando, tendo como único e último recurso puxar o próprio rabo-de-cabelo para não desaparecer da face da Terra. 


Nesse ínterim, vou, lentamente, me afundando no meu lugar de Sheldon do sofá da sala. 

E quero que você venha comigo, todo dia, todo dia, ela faz tudo sempre igual!        

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