sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

A REAL CRISE BRASILEIRA E SEUS MÚSICOS


                                             JPBandeira
Ainda há um caminho para a crise brasileira se autodissolver como o sujeito gramatical de Marx: tudo que é sólido desmancha - na atmosfera da tela gramatical em narração ingênua da política nacional?

O caminho é, provavelmente, a política nacional de Brasília! OPS! O que é a política nacional da capital do país?

É a política da classe política que não é - de fato nem de direito natural – nem classe política como tal e muito menos uma classe política nacional. Trata-se de um conjunto com falta de gramática nacional, pois, um território político habitado por bandos clânicos, ou feudais sgrammaticatura parlamentares, facções antropofágicas governamentais dos muitos sertões gramaticais de Rosa - da nossa terra tão sofrida e desprezada.     

O político brasileiro é um desclassificado, no sentido de Hegel. Ele pertence ao território da subjetividade territorial da plebe. Hegel diz que a miséria material e espiritual articuladas na política do mundo-da-vida [sem ligação alguma com a gramática em narrativa da modernidade do burguês industrial] cria a plebe do homem comum urbano das grandes cidades.

Então, como o nosso burguês político pode se tornar político com pertencimento gramatical (laço gramatical em narração) à plebe?
                                                                              II
A USP não é capaz de estabelecer um conceito da nossa crise brasileira vista com esse olhar de CONDOR da física gramatical theologica carioca. No entanto, uma andorinha só não traz o verão, não realiza o sonho de prazer de um saber público a serviço da nação, do princípio de realidade de uma noite de verão. Voo sempre só no céu, sempre azul, do litoral carioca, sempre só, eu vou levando a vida assim, sem ter quem goste de mim - estou chegando ao fim!

A plebe hegeliana se transformou em uma força prática lúmpen-proletária no livro que é a transição gramatical do literário para o transliterário? Penso no quase transromance “Os Miseráveis” de Victor Hugo. Mas, o livro é de 1862.

O livro de Hugo tem como sujeito gramatical literário o lúmpen-proletariado como força prática do mundo-da-vida na tela gramatical em narração da política francesa. Trata-se de um simples plágio desavergonhado do lúmpen-proletariado do livro O 18 Brumário de Luís Bonaparte.

De fato e de direito literário, Marx escreveu o primeiro transromance da era da modernidade moderna. Só a imensa estupidez do Santo Ofício Corporativo da sociedade dos significantes das belas-letras ignora tal acontecimento maravilhoso de 1852.

Marx diz que o lúmpen-urbano é o fenômeno da desclassificação dos sujeitos sociais na sociedade de classes moderna.

O político brasileiro tem se tornado o efeito do fenômeno de desclassificação lúmpen-urbano em tela. Se o político é da plebe como força prática sgrammaticatura, isto é, lúmpen-político, tal político não pensa, ele é apenas pensado pela cultura nacional. Sobre tal fato, nada ele pode fazer!   

Não há pensamento lumpesinal da política nacional, pois, pensar significa pensar a política como um todo nacional, a política como serva pública da NAÇÃO. O pensamento da realidade dos fatos nasce como pensamento público da realidade da nação, na história universal do Ocidente.

O ERSATZ de pensamento do político brasileiro é um simulacro de simulação de pensamento real da realidade nacional. Tal fenômeno é a falta de pensamento na vida da política lumpesinal.

Carioca e paulista, a televisão do Sudeste é a tela [ERSATZ DE GRAMATICA EM NARRAÇÃO DE PENSAMENTO DA NAÇÃO] em narrativa grau zero de narração da política verdadeira. Em uma vivência Intencional alegre, gozosa e colaborativa, a TV em tela é a tela ersatz gramatical da sociedade do burguês rico ariano carioca e paulista - que governa o Brasil desde a época colonial, só mudando de pele em cada conjuntura gramatical da política brasileira.  

Me apresso! Corro!

SEM tal fenômeno cultural midiático eletrônico, o discurso do político burguês lumpesinal urbano se desmancharia no ar podre de Brasília. Plagiei Shakespeare? Sim! Ficou bonitinho, não?

A política factual não ex-siste (e tão pouco consiste no real da sociedade brasileira do rico e do pobre, do aristocrata-burguês e da plebe) fora da tela cultura midiática eletrônica. Eis a atualidade 2017 brasileira!

A cultura eletrônica Rio/SP domina a interpretação (leitura industrial eletrônica) da nossa política nacional, isto é, ERSATZ de política nacional. Tal domínio cultural é a dominação despótico oriental continuada por outros meios. Me refiro ao domínio como DOMINAÇÃO asiática da política “nacional” com um faz-de-conta de articulação de hegemonia nacional do país. Nunca notaram que eles fazem festa com os dirigentes do PCC no nosso Senado federal?

Fantástico demais?

Nessa articulação de hegemonia ficcional e faccional da nossa Nação, a USP e a UNICAMP se entregam (De Corpo e Alma) a um trabalho simbólico sórdido e abjeto, para a dignidade professoral e intelectual pública.

Professores titulares de ambas universidades são servos voluntários da farsa do Grupo Globo de que o Sudeste é hegemônico [em relação as regiões geográficas estabelecidas asiaticamente como periferia geopolítica cultural da Nação - Sul, Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Belo Horizonte –] porque sabe mais, é mais competente culturalmente do que os intelectuais públicos da periferia. Eis a explicação da periferia cultural se encontrar sob o comando efetivo cultural dos ricos carioca e paulista.

Estes ricos, seus jornalistas ambiciosos e cientistas de mentirinha encenam na tela eletrônica a comédia vulgar lúmpen-urbana de que eles são capazes de pensar, criar e recriar, conservar em suas mãos e pobres cabeças ocas, a ideia salvadora que vai mostrar o caminho da saída da nossa crise geopolítica gramatical nacional. Ora, o Sudeste cultural é a causa do bloqueio da solução da nossa crise.   


                                                                     III

A versão grotesca-vulgar lumpesinal uspiana/GloboNews do messianismo judaico cum leitura católica paulista da fuga do povo judeu do Imperator Despótico Egípcio [na era do profeta e força pratica gramatical judaico/israelense MOISES] nos acolhe em seu colo theologica?  

O MOISES de Freud, o leitor já leu?

O caminho do povo judeu brasileiro não é a abertura do milagre theologica da política do Deus judaico do brasileiro para seu povo israelense [do sertão moderno] escolhido?  

O que significa a divisão em dois, a passagem aberta de duas muralharas encantadas, uma de frente para a outra imobilizadas, de água do Mar Vermelho que permitiu a retirada pacífica do povo judeu, pedestremente, de seu cativeiro Oriental?

O sujeito da política gramatical em narração judaica (ou nossa) não é propriamente a abertura do Mar Egeu, e sim o fechamento do Marx para destruir o Exército negro do Faraó Ramsés – fechar só após o povo de Israel está são e salvo do lado avesso do território da subjetividade territorial geopolítico do IMPERATOR DESPÓTICO ORIENTAL

Quem é o Imperator egípcio no Brasil?

Quem é o povo israelense de nosso deserto?

O Imperator é a dominação despótica asiática da cultura do Sudeste (Grupo Globo mais USP e UNICAMP e satélites irmãos paulistas eletrônicos e universitário) sobre as outras regiões geopolíticas culturais da Nação. 

A saída da geo-dominação cultural eletrônica universitária egípcia oriental passa necessariamente pela destruição do exército despótico asiático do Faraó? Sim! Claramente e conceitualmente lunar!   

Se o leitor se considerar parte do povo judeu (criatura do nosso deserto de Rosa] no cárcere asiático a céu aberto do rico burguês carioca e paulista, aí, ele precisa pensar [deixar de rezar pedindo chuva para o nosso deserto] como o Mar Vermelho vai destruir, com sua política theologica saecularis real nacional, a política ideológica idololatria da lógica facciosa e ficcional do exército negro do Faraó. 

Tal exército asiático cultural do Diabo Fairfax é ancilar à sociedade de significantes burguês rico ariano do espetáculo carioca e paulista.

O PAPEL DA IDOLOLATRIA DA TELA ELETRÔNICO-MUSICAL

Há uma lógica cultural da música da TV por assinatura em relação à política de Brasília?
Os canais de TV de música se multiplicaram em um curto espaço de tempo em uma conjuntura econômica depressiva para a mercadoria música industrial. Logo, tais canais nada têm a ver com lógica da mercadoria eletrônica industrial, enfim, com o mercado.

Trata-se do milagre da transformação dos barris de água doce em vinho abençoado por Jesus Cristo dos ricos paulista e carioca para as massas. Esse vinho é a droga idolalatria (ideologia eletrônica ópio-do-povo de Marx) da sociedade de narcose freudiana mundial para os de baixo!

O aceleramento e o fim próximo da NAÇÃO do Sudeste no COMANDO cultural da política brasileira {todo heteróclito} é a causa do milagre cristão da transubstanciação de água podre radioativa eletrônica em vinho-ópio do povo distribuído para a multidão de todas as regiões geopolítica cultural do país.

O político feudal do Nordeste, do Centro-Oeste, Norte e Sul mais Minas Gerais não é um traidor de sua pátria geopolítica cultural regional?

 Se o latifundiário Bossa Nova Aécio Neves fosse hoje o presidente da República negra, ele estaria governando tendo como TUTOR a lúmpen-política cultural eletrônica Rio/SP. Afinal, a tal cultura lúmpen-eletrônica não governa o país fazendo pendant com a antinacional lúmpen “classe política” de Brasília?

Esse governo Rio/Brasília/SP não seria possível e efetivo sem a atividade dos músicos (artistas em geral) na tela eletrônica musical da TV-por-assinatura.

Tal classe artística se tornou uma força prática cultural na política nacional com a entrada para a facção-fração mafiosa da CIA Frank Sinatra. Trata-se de uma fracção do Imperator Criminostat Fairfax Asiático, desprovida de senso moral ou ético público. Para tal fração musical só importa o sucesso e os prazeres que sua atividade glamorosa pode lhe proporcionar.

A fração bossa nova Fairfax Sinatra é o sujeito gramatical Delfim Neto na hora agá sinistra da instalação do Estado Militar negro 1968. Delfim para os generais golpistas dentro do golpe: às favas senhor general Frank bossa nova tropicalista, esqueça os pruridos morais.    

A bossa nova foi o caminho para criar uma maravilhosa burocracia Fairfax mundial do artista (inclusive ela foi o instrumento para a CIA invadir o meio musical do Japão, elevadores, por exemplo), entre nós, e além, que decide quem será do conjunto estrela, celebridade e, principalmente, comandante-em-chefe da sociedade dos significantes da música do Sudeste. Essa sociedade faz do artista en masse das outras regiões geopolíticas musicais funcionários da burocracia Fairfax do Sudeste.  

Tal burocracia musical é uma força prática poderosa na política da cultura nacional? Recentemente, tal força compeliu o governo Temer a criar um Ministério da Cultura. Este é um nome fantasia da política da cultura brasileira estatal. O nome real do mistério da cultura Temer é Ministério da burocracia Fairfax do artista da música sediado no Sudeste eletrônico.

A ideia de estabelecer a tela musical da corporação capitalista eletrônica como comando da cultura mundial é do Imperator Criminostat Fairfax - governado pela CIA.

Uma hipótese para o assassinato teleguiado do débil mental executor de John Lennon é o sujeito gramatical cinematográfico disco M para matar. A causa é Lennon ter se recusado a fazer parte da Burocracia Imperator Criminostat Fairfax. Lennon rechaçou, peremptoriamente, a vida, na América, como espião da CIA, espionando o meio artístico musical mundial.   

A história da música mundial tem que ser narrada a partir do lugar do músico exitoso (carreira burocrática musical orbital) na BUROCRACIA FAIRFAX CRIMINOSTAT ORBITAL MUNDIAL.
Terríveis músicos de rock adoradores do Diabo (propagandistas de vanguarda da sociedade de narcose freudiana na América) jamais foram incomodados pela CIA na América, na Europa ou no Japão! Nem pela INTERPOL!


Freud diz que é, talvez, o fenômeno musical de o ESTRANHO para inglês ver!

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