sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

A NOVA ERA ZAVASCKI FURTA-COR



 JPBandeira

O ADEUS AO CAMARADA DE ARMAS FURTA-COR

Les problèmes de la culture. Un débat Foucault-Preti

AO inesquecível juiz furta-cor do STF. O Segundo Estado pensou em uma bela morte e honrada a ser doada à cabeça militar furta-cor. Não deu a ele a morte feia e indigna pulverizando seu corpo em uma implosão atmosférica paulista, e, assim, subtraindo [de sua família, netos e a fantasia familial lacaniana do futuro, amigos e camaradas de armas] sua alma, que será imortalizada na cultura dos homens livres e normais da política mundial. Não esquecer tal ato magnânimo do Segundo Estado ALIEN!  
                                                                   A CABEÇA MILITAR DA FURTA-COR

A morte de Teori Zavaski é o signo de um mundo impius?

Meu rhetor percipio Heidegger diz:
“Lo que es de por si, según su esencia, un algo que sañala, lo llamamos un signo. Mas porque este signo señala hacia lo que se sustrae, no señala tanto lo que alli se sustrae, cuanto el mismo sustraerse, o sea, que el signo queda sin interpretación”. (Heidegger: 15).

Digo que a era da cultura do signo-heideggeriano é finito. Ela teve seu início na década de 1950 e seu fim com a morte gloriosa da cabeça militar teológica da furta-cor na paradisíaca Paraty da minha alegre adolescência de amor sexual.

Meu (a) Deus ao meu teólogo gramatical militar TEORI ZAVASCKI.  

Teori conhecia seu destino de ser o signo sacrificial de uma nova era de cultura livre da política burocrática industrial despótica asiática mundial?   

No Brasil, O Segundo Estado foi derrotado inteiramente no terreno da articulação da hegemonia da nova tela gramatical em narrativa teológica da esperança:
“Ce qui signifie qu’il est dans la nature même de l’homme de ne se prononcer qu’à partir de l’avenir...A L’absense de futur, considèrant que le seul destination de l’homme est le néant. Mais: que les morts enterrent leurs mortes”. (Bloch: 11).   

 O politburo culto do Segundo Estado (Cultura Burocrática Imperator Criminostat Industrial Orbital) tomou a difícil decisão de desbaratar a física teológica gramatical do Primeiro Estado (Estado gramatical teológico liberal Hegel/gramsciano) como força prática militar teológica gramatical?

A cultura gramatical teológica da cultura burocrática política mundial é o problema gravíssimo de nossa era? O modo como ela trata o sujeito, a moral, a ética, o Estado e a sociedade, enfim, o sexo, eis o enigma a ser decifrado - ou então devoro-te! 

A cultura burocrática industrial despótica asiática afeta nosso país com a ideia de que ele deve se constituir em várias nações independentes. A era das nações continentais chegou a o fim. O elo mais fraco dessa nova era é o Brasil. O elo mais forte é a China comunista burguesa. A América se dobrará com sua sabedoria federalista a transformação dos EUA em inúmeras repúblicas Estado-nação americano?
                                                       FOUCAULT E O SIGNIFICANTE CULTURA

O súbdito é um efeito do significante cultura burocrática orbital - significante sem significado:
“Le réseau dispersé , encore non structuré des éléments, s’articule en struture ‘rationnelle’ à travers l’irruption d’une élement foncièrement ‘irrationnel’ qui est dans sa fonction le $1, le signifiant-maître, sans signifié, et dans sa donné matérielle l’imbecillité pure du réel, un déchet contingent – le monarque hégélien, par exemple, ce petit bout du réel tout à fait arbitraire, déterminé par la logique totalement non-racionalle de l’hérédité, qui néanmoins, ‘est’ dans sa présence-même l’effectivité, l’actualisation de l’Etat en tant que totalité rationnelle, c’est-à-dire, dans lequel l’Etat atteint son être-là”. (Zizek: 42-43).           

Na cultura atual, o Imperator Industrial Orbital é o monarca hegeliano; o real imbecil é a sgrammaticatura da realidade do real hegeliano onde o ser do significante $1 toma vida material metafísica na physis da sociedade do laço gramatical teológico significante sexual:
“C’ est vrai, mais je considère  que le désir de se libérer des tabous sexuels a toujours existé à toutes les époques. L’homme a toujours été affamé, d’une point de vue sexual; il n’existe pas de société sans réglementation de la sexualité et donc sans tentatives d’échapper aux règles établies. Il s’agit de voir quelle forme cette revendication assume aujourd’hui. Il est vrai qu’aujourd’hui on soutient Juliettte contre Justine. Mais, en agissant ainsi, ne finit-on pas peut-être par admettre, par adopter un type de sexualité qui va au-delà du sujet, qui se trouve, en quelque sorte, derrière le moi, que le dépasse? Aussi le type de sexualité que l’on réclame aujourd’hui contribue-t-il, dans  la pratique, à la dissociation du sujet, du moins dans la forme où on l’entend depuis Descartes. Il est clair, en effet, que le thème fondamental de la Juliette de Sade est le suivant: ˂Moi je ferai de toi tout ce que voudra mon désir, mais il est entendu que tu agiras de même avec moi.  Aucune partie de toi n’échappera à mon désir, mais cela est valable aussi en ce qui me concerne>. Ainsi, aucun des deux ne contrôle plus son propre corps, et l’éros de l’un communique avec l’éros de l’autre sans que le sujet même n’exerce un contrôle véritable. C’est justement ce que caractère orgiaque de la sexualité contemporaine qui finit par remettre em question la position du sujet”. (Foucault: 376-377).

A cultura moderna burguesa do sujeito de Descartes atravessa desvãos aonde Descartes se torna apenas um leve vestígio na areia do deserto do homem. Norbert Elias esclareceu que o sujeito da psicologia homo clausus é a peste moderna e o cárcere cultural burguês da ideologia a céu aberto de homens, mulheres e crianças.

O total assujeitamento do indivíduo à cultura da burocracia burguesa industrial é o sujeito como súbdito de um senhor: o discurso do político do burocrata. Althusser não consegui ver tal fenômeno no seu ensaio de filosofia estruturalista sobre a ideologia e o Estado burguês da sociedade europeia da década de 1970. (Althusser. 1976: 97-125).    

O apogeu de tal sujeito althusseriano encontra-se na psicanálise da leitura lacaniana de Freud. Trata-se do sujeito como efeito de estruturas metafísicas psicológicas homo clausus: sociedade de significantes, ou de neurótico, ou de perverso ou de psicótico.

Para Freud e Lacan não há a menor possibilidade de uma era onde a junção physis e mataphysis da sociedade dos significantes sexual burguesa não seja o efeito da cultura do significante burocracia no sujeito burguês como sujeição ou súbdito. Mas essa não é a cultura burocrática burguesa como tela ideológica althusseriano?   

O sujeito em Marx é o proletariado como força prática comunista em junção com o Evangelho de Marx (Lacan. Encore: 32). Trata-se de metafísica? Claro, mas da metafísica social como laço gramatical teológico de uma força prática da spaltung da cultura burocrática do burguês industrial.

Lenin foi o sujeito biográfico soberano rehtor percipio que transformou a essência da cultura burguesa liberal ativa, alegre e positividade teatral em política, em cultura burguesa da política como política sans phrase, sem estética, política como lógica fática do Rés da rua burguesa onde o medo do proletariado domina o sujeito burguês, sem proteção arquitetural.

O burguês americano da segunda metade do século XX é mais realista do que o rei burguês europeu industrial liberal de Marx. Então, ele escolheu criar um Criminostat a ceder o domínio burguês da sociedade industrial à fantasia lacaniana do futuro, a saber: sociedade comunista da industrialização furta-cor.

Integrar na sociedade de significante o burguês lumpesinal, criar uma lúmpen-elite do poder, ambos são efeitos da cultura burocrática industrial americana orbital da televisão e depois ALIEN com a internet.

A nova burguesia orbital digitalis invadiu o território da subjetividade biográfica dos povos e subtraiu o conceito de fronteira da tela gramatical em narrativa teológica ocidental. A partir de 1990, a cultura burocrática industrial orbital cultiva o efeito fim do povo nacional. Nas relações internacionais, a nação continental vê sua linha de força gramatical teológica quebrada por uma força prática ideológica que a move em direção a um destino inexorável, irrevogável, irreversível.

O defeito na teologia ideológica de Lacan é o conceito sempre festejado pelos psicanalistas: o sujeito é o efeito do significante (cultura burocrática burguesa industrial). O Lacan comunista de mai 1968 é um grito de desespero e revolta do alto iluminismo cristão europeu contra tal estado de coisa que se evadiu do livro Discurso da servidão voluntária do senhor burguês burocrático orbital.

Lacan diz que o discurso de Marx nasce articulado à gramática luta de classes, e, no entanto, se cultiva um saber que a linguagem política chama de burocracia. (Lacan: S. 17: 34, 33). Do oceano evangélico de Marx um peixe pula para fora d’água insalubre: a burocracia. Tal peixe nasce da leitura que o jovem Marx faz de Hegel. Na teologia do Estado de Hegel nota-se a falta do sujeito gramatical teológico burocracia:
“Lo que Hegel dice acerca del poder gubernativo no merece el nombre de una exposición filosófica. La mayoría de estos párrafos podrían perfectamente figurar en el código del Derecho nacional prusiano y, sin embargo, no cabe duda de que la administración propiamente dicha constituye el punto más difícil de todo el problema.
Como Hegel ha reivindicado ya para la esfera de la sociedad civil el poder ‘policiaco’ y el poder ‘judicial’ tenemos que el poder gubernativo no es otra coisa que la administración del Estado, que él desarrolla como la burocracia. (Marx: 357).

A burocracia é o poder governativo como um saber, uma língua não-natural. Agora ela é a cultura burocrática sem significado. O poder governativo que não precisa de significado para se legitimar. Trata-se do sujeito gramatical poder burguês narrativo ideológico grau zero de narração como rede de significações metabolizável pelo mundo-da-vida do homem comum. Trata-se da cultura do significante burocracia autônoma em relação à forma ideologia ou visão-de-mundo burguesa.

Na atualidade atual, a burocracia digitalis e orbital faz pendant com o desejo sexual Alien: desejo da Coisa burocracia orbital. Então, o sujeito deixa de ser o objeto sexual do desejo da política, na medida em que a política não tem mais sujeito humano (direitos humanos) ou sujeito da sociedade de classes revolucionário, isto é, o proletariado industrial da luta de classes. (Althusser. 1973: 24,25).

A era foucaultiana é da dissipação do sujeito em massas? (Idem: 26)                                         

A física da dissipação diz que se trata de fenômenos do não-equilíbrio. Não consiste no real da realidade da sociedade dos significantes burguesa - onde o ser do sujeito se forma ou como physis ou metaphysis – a forma do sujeito não-equilíbrio: 
“Descrevíamos o papel construtivo dos fenômenos irreversíveis (sujeito da luta de classe) e os fenômenos de auto-organização (massas althusseriano) que se produzem longe do equilíbrio. Discutíamos o papel que podem desempenhar as ‘estruturas dissipativas’ na compreensão da vida” (Stengers: 12) da sociedade de significantes sexual burguesa.

Há um salto gramatical da física do não-equilíbrio para a física gramatical teológica?

Na física gramatical o sujeito marxista luta de classe muda de vida, parte para outro território da subjetividade territorial burguesa. Ele não se encontra na atualidade atual no conjunto fenômeno irreversível. O sujeito marxista da luta de classe é o sujeito de uma metapsicologia, sujeito da ideologia metafísica. Esse fenômeno é irreversível.

O sujeito da física gramatical é um sujeito gramatical teológico da matéria como tal da physis e da matéria metaphysis da sociedade de significantes sexual alien: desejo sexual como efeito da cultura da burocracia industrial orbital.
“Mais quand je parle des formes particuliéres qu’assume l’érotisme aujourd’hui, je ne veux pas dire qu’il est le seul à conduire à une dissolution de l’individu. Je croix que nous sommes en train de vivre une profonde crise de la société au cours de laquelle on remet en question le sujet, la personne individuelle dans leur sens traditionnel”. (Foucault: 377).

Foucault jamais se recusou a pensar a crise das décadas de 1960 e 70 sem olhar para os fenômenos reais que se articularam como política do sujeito sexual, principalmente na América, que se realizou em forma concreta sublimatória na civilização do multiculturalismo.

No entanto, Foucault põe e repõe a política da sociedade de classes burguesa no comando da cultura rechaçando o sujeito ideológico althusseriano antes deste se estabelecer como a forma da política, por excelência, na América Latina da era do bolivariano. Antes do desastre da política ideológica do bolivariano no Brasil e na Venezuela.

O sujeito bolivariano faz entrar pela porta da frente o estado de guerra lumpesinal colonial do mundo-da-vida na política nacional. Ele o bolivariano é uma máquina de guerra da política ersatz de gramática em narração ideológica esquerda versus direita, ricos versus pobres; Estado bolivariano dos pobres contra a sociedade dos ricos Rio/São Paulo.

O bolivariano significa o fim da auto ilusão da alta burguesia cultural de São Paulo encarnada no PSDB. Tal partido é uma máquina de guerra burguesa ariana como efeito caipira da cultura da política burocrática orbital.

Aliás, enquanto tiver no comando dele biografias como o Príncipe negro José Serra, o ersatz de padre da Opus Dei Geraldo Alckmin, Mateus convertido em burguês público/privado terrorista envergonhado, arrependido, agora senatorial reacionário, e, para não dizer que não falei do Príncipe da sociologia, o velho político FHC velho, pois, um ser pré-diluviano da política mundial orbital.

 Com certeza como dois e dois são 5, o PSDB usará da violência real fática do poder político estatal sem limite para se apossar do poder nacional; tal poder está derretendo a céu aberto da tela eletrônica nos estados do ersatz de federação americana como manteiga na torrada do alto verão carioca do café-da-manhã do pobre.  

O país se tornou um ersatz de pobre república federativa de uma elite no poder mafiosa eletrônica na realidade do real da política nacional fazendo pendant com a política local. Não há gangsterismo político sem gansgsterismo jornalístico. Trata-se de uma máquina de guerra da política sgrammaticatura xifópaga carioca e paulista.

Entre nós, o sujeito ideológico althusseriano é witz pois, há sujeitos gramaticais teológicos da alta política lumpesinal e da baixa lúmpen-política com vontade de poder sgrammaticatura soberano para sitiar grandes cidades, fazer refém a cultura nacional da burocracia estatal e lançar para as calendas gregas a narrativa gramatical teológica como o sujeito gramatical em direção a pacificação da política como tal e da política no mundo-da-vida urbana das grandes capitais.

Na atualidade atual, a política é a plurivocidade de sujeito gramatical soberano: máquina sexual de guerra freudiana lumpesinal em cima e em baixo; a burocracia como poder governativo hegeliano da leitura de Marx cultura da burocracia  cujo desejo sexual por estar e conservar o poder nacional subtrai qualquer possibilidade do nosso povo ser o povo/nação soberano de uma ordem liberal hobbesiano com democracia gramatical teológica furta-cor. Teori Zavascki não era  a fantasia lacaniana soberana desse nosso futuro agora e amanhã de manhã.
                                                                      III                 

O que nos aconteceu sem que o desejasse. O sujeito burguês liberal idealmente ficcional jurídico moderno da Constituição 1988 é subtraído da vida real. A política brasileira se torna o mundo sem sujeito burguês?

De fato, na tela gramatical da política em narração teológica negra, a política no mundo invisível da tela evoca a fantasia lacaniana do futuro de Maquiavel:
“Deve, pois, um Príncipe não ter outro objetivo, nem outro pensamento, nem ter qualquer outra coisa como prática, a não ser a guerra, seu regulamento e sua disciplina, porque essa é a única arte que se espera de quem comanda. É ela de tanto poder que não só mantém aqueles que nasceram Príncipes, mas muitas vezes faz com que cidadãos de condição particular ascenderem àquela qualidade. Ao contrário, vê-se que perderam seus Estados os Príncipes que se preocuparam mais com os luxos da vida do que com as armas. A primeira causa que te fará perder o governo é descurar dessa arte e a razão de poderes conquistá-lo é o professá-la. (Maquiavel: 34).

A política em Foucault é a guerra de classe, pois Foucault é da linhagem da filosofia da guerra com seu patriota Alexis Philonenko. Foucault diz:
J’appele ˂politique > tout ce qui concerne la lutte des classes et ˂social > tout ce qui en dérive comme conséquence dans les rapports humains et dans les intitutions.
Si nous donnons au terme ˂politique> le sens que vous lui attribuez, vous, lequel est plus précis (je dois le reconnaître) ma définition n’est plus valable. Moi aussi, j’attribue à la politique le sens de la lutte pour le pouvoir; mais il ne s’agir pas d’une pouvoir entendu au sens de gouvernement ou d’Etat, il s’agit d’un terme qui comprend aussi le pouvoir économique”. (Foucault: 379, 380).

Tomando o conceito de Foucault de política fazendo pendant com a geopolítica teológica gramatical da crítica da economia política, a leitura da nossa política torna-se simples. Quem possui o poder econômico nacional no Brasil?

A economia política Rio/SP se desintegra aceleradamente. Entretanto, a elite do poder Rio/SP possui o monopólio cultural burocrático teológico gramatical da apropriação e expropriação da riqueza nacional da physis e da metaphysis da nossa sociedade burguesa sexual. Claro que a elite RJ/SP se encontra no comando da cultura do poder burocrático governativo, poder nas mãos e nos pés do PSDB/PMDB/DEM. 

Trata-se da política no comando da economia, pois, por uma leitura de ciência econômica ortodoxa o poder nacional deveria ser agora possuído pelo capitalismo de commodities do Centro-Oeste, Sul e Nordeste. Tal capitalismo não foi ainda agarrado, desbaratado pela crise brasileira enquanto a economia industrial urbana de São Paulo é apenas um fantasma exitoso no passado.

Se a política fosse um problema econômico factual, o capitalismo de commodities produziria o efeito salutar de deslocar o poder nacional da sociedade burguesa urbana caipira RJ/SP para a sociedade caipira urbana do Centro-Oeste. Não acontece porquê?

A política é um fenômeno da tela gramatical cultural burocrática em narrativa teológica geopolítica nacional fazendo pendant com a geopolítica internacional e/ou mundial orbital. Como tudo isso é muito novo, termino dizendo que a morte física de Teori Zavascki é um fenômeno que é a assinatura da força prática urbana SP/RJ ersatz de gramática de dominação e domínio, de fato, um simples fantasma do passado da soberania (sobre as outras regiões culturais da política) da cultura burocrática subindustrial paulista:
“ce qui nous importe c’est que l’on saisisse comme langage tout conduit porteuse de signitications suscetible d’être comprises par un autrui quelconque.
Si nous définissons en ces termes la langage, en quel sens devons-nous définir la guerre? La guerre n’est pas lutte. Le propre de la guerre est d’être une action violent s’incrivant dans une histoire. Le terme qui doit retenir l’attention dans cette définition est le moit histoire. La guerre ne se sépare pas de  l’histoire et touts les actions violentes ne sont pas pour autant des actions de guerre. Tout les actions qui ne débouchent pas sur l’histoire doivent être rangées sous le concept de lutte. C’est ainsi qu’il n’y a pas, stricto sensu, de guerre animal; il existe seulement des luttes animales et l’on pourrait reprocher à la philosophie hégélianne d’avoir mis sur le même plan la lutte du maître et des l’esclave et la guerre propriamente dite”. (Philonenko: 35-36).

Há uma gramatica em narração teológica distinguindo guerra e luta, entre nós. Sim!

A passagem da tela gramatical em narrativa teológica da política como luta para a inscrição da política como violência real sem limite em uma história nacional é um efeito do agir com cultura burocrática industrial da violência real sem limite do soberano. Agir do monarca imbecil hegeliano urbano caipira para subtrair da política o competidor (agora o Inimigo), subtraindo sua vida biológica da phyisis e às vezes, também, da metaphysis da sociedade do homem.

O Brasil entrou por uma estrada que não é a da luta da política hegeliana senhor versus escravo, geopolítica gramatical teológica entre o SENHOR RJ/SP e o escravo as outras regiões da cultura burocrática de economia política nacional.

Ao contrário, RJ/SP se tornou um fenômeno irreversível do não-equilíbrio dissipativo da política nacional ao se auto subtrair da nossa política como tal como articulação da hegemonia nacional. Imperdoável é o modo mafioso americano de se inscrever na nossa história como a memória gramatical da máquina de guerra colonial entradas/bandeiras. RJ/SP simplesmente existe só se faz guerra como tal aberta ou dissimulada às outras regiões geopolíticas da economia política brasileira: Centro-Oeste, Sul, Nordeste, Norte, Belo Horizonte!                         

ALTHUSSER, Louis. Réponse a John Lewis. Paris: Maspero, 1973
ALTHUSSER, Louis. Positions. Paris: Editions Socialis, 1976
FOUCAULT, Michel. Dits et écrits. 1954-1988. Vol. II. 1970-1975. Paris: Gallimard, 1994
HEIDEGGER, Martin. ¿Que significa pensar?
LACAN, Jaques. Le Seminaire. Livre XVII. L’envers de la psychanalyse. Paris: Seul, 1991
LACAN, Jaques. Le Seminaire. Encore. Livre XX. Paris, Seuil, 1975
 MAQUIAVEL. O Príncipe e Escritos Políticos. SP: Folha de São Paulo, 2001
MARX e Engels. Carlos Marx e Frederico Engels. Obras Fundamentales. Marx. Escritos de Juventude. V. 1,. México: Fundo de Cultura Económica, 1982
PHILONENKO, Alexis. Essais sur la philosphie de la guerre. Paris: Libraire Philosphique J. Vrin, 1976
STENGERS E PRIGOGINE, Isabelle e Ilya. Entre o tempo e a eternidade. SP: Companhia das Letras, 1992
ZIZEK, Slavoj. Le plus sublime des hysteriques. Hegel passe. France: Point Hors Ligne, 1988   
             
        
  
                             



        

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