sábado, 31 de dezembro de 2016

CHATÔ - Imperator bonapartista Fairfax do Brasil


 José Paulo Bandeira

31/12/2016


                                                                   I
Todos já sabem que a história universal acabou como o aparecimento no planeta da fantasia lacaniana weberiana do Imperator Egípcio burocrático como sintetização da burocracia pública e privada. Para Weber este acontecimento gramatical é o signo do fim irreversível da história universal.

Parece que o desejo sexual profético racional de Weber é a única realidade consistente no real onde se forma a physis e a metaphysis do inconsciente do discurso do político do físico gramatical gramsciano da sociedade dos significantes universal. Trata-se do inconsciente que reina na tela gramatical em narração teológica (na superfície invisível) política mundial.         

                                                                     II
“TV Cultura (ou apenas Cultura) é uma rede de televisão pública brasileira com sede em São Paulo, capital do estado homônimo. Emissora de televisão pública e comercial de caráter educativo e cultural, foi fundada em 20 de setembro de 1960 pelos Diários Associados e reinaugurada em 15 de junho de 1969 pela Fundação Padre Anchieta, sediada na capital paulista, gerando programas de televisão educativos que são transmitidos para todo o Brasil via satélite e através de suas afiliadas e retransmissoras em diversas regiões do Brasil. É mantida pela Fundação Padre Anchieta, uma fundação sem fins lucrativos que recebe recursos públicos, através do governo do estado de São Paulo, e privados, através de propagandas, apoios culturais e doações de grandes corporações.

No dia 30 de janeiro de 2015, o instituto de pesquisa britânico Populus divulgou que a TV Cultura é o segundo canal de maior qualidade do mundo, atrás apenas da BBC One”. (Wikipédia).

Hoje de madrugada foi impossível dormir devido à força do calor. Trabalhei um pouco em um texto sobre as últimas ações Fairfax da GloboNews e, em seguida, zapeei a TV aberta. Ao assistir um programa da TV Cultura tive a certeza sensível de que se trata de uma corporação burguesa privado/pública nacional eletrônica súbdito do IMPERATOR CRIMINOSTAT FAIRFAX MUNDIAL.

O IMPERATOR CRIMINOSTAT do americanismo industrial heideggeriano é a realização da profecia racional weberiana do surgimento de uma TRANS-SUJEITO Imperium mundial sob comando de uma BUROCRACIA Egípcia da modernidade moderna (sintetização de burguesia capitalista cum burguesia comunista) que dominaria o século XXI. Tal burocracia é a sintetização maoísta burocracia privada e burocracia publica:  
“Una vez eliminado el capitalismo privado, la burocracia estatal dominaría ella solo. Las burocracias privada y publica, que ahora trabajan una al lado de la otra y, por lo menos posiblemente, una contra a otra, manteniéndose, pues, hasta cierto punto mutuamente en jaque, se fundirían en una jerarquía única; a la manera, por ejemplo, del Egipto antiguo, sólo que en forma incomparablemente más racional y, por tanto, menos evitable”. (Weber. Economia y Sociedad: 1074. Fondo de Cultura Economica. 1944).

A ideia de Weber é uma fantasia lacaniana do futuro em realização no IMPERATOR CRIMINOSTAT FAIRFAX - SINTETIZAÇÃO PUBLICO/PRIVADO DA BUROCRACIA HIPER-RACIONAL MUNDIAL.

O futuro weberiano é o futuro do século XXI. Trata-se de um campo de poder hobbesiano/gramática em narração de física teológica voz reflexiva, forma verbal futuro simples para o sujeito súbdito gramatical do discurso do político do trans-sujeito servidão voluntária:
Eu me ajoelhar
Tu te ajoelhares
Ele se ajoelhar
Nós nos ajoelharmos
Vós vos ajoelhardes
Eles se ajoelharem

Para o sujeito dito gramatical como tal, a vontade gramatical da voz reflexiva Infinitivo do presente impessoal é soberana teologicamente – ... se ajoelhar    
   
Já nos encontramos vivendo (um gozo gozoso deliciosamente sgrammaticatura jardim das delícias desejante sexuais agramaticais do Diabo) intencionalmente o futuro do presente de um sujeito gramatical locução adverbial sgrammaticatura imperator criminostat. Tal fenômeno gramatical é a fusão subatômica adverbial de dúvida (ele realmente ex-siste?), adverbial de intensidade (desejo sexual muito pouco excessivamente ou demasiadamente fraco?), adverbial de lugar (está abaixo, acima, além, longe de perto, perto de longe, é pedestre ou orbital?).  Ele é possuído por um desenvolvimento acelerado transdialético weberiano/maoísta de sintetização Ocidente e Oriente da tela gramatical da política planetária como sintetização do mundo privado com o mundo público.

A gramática em narração sem narração tempo verbo auxiliar SER (ou SEER) do IMPERATOR CRIMINOSTAT FAIRFAX planetário é aquela do discurso do político sgrammaticatura do weberiano cum um grano dialético di sali maoísta ˂pazzo gramsciano>.  

O que me levou a escrever esse texto foi um programa da TV Cultura sobre longevidade e terceira idade. Ao ver na tela eletrônica uma notável espiã ariana de Fairfax paulista do clã fascista alemão da psiquiatria industrial (esta é uma rede industrial da medicina Fairfax bem conhecida), vi que o Grupo Globo não é a versão mais completa do Imperator Criminostat Fairfax na América Latina.

A medicina da longevidade foi uma área pioneira do Imperator fascista alemão criminostat. Por quê? é a política medicinal sgrammaticatura criminostat fascista alemã cuja finalidade é prolongar a vida do Führer e do politburo do partido nazista. 

O Grupo Globo é uma burocracia burguesa privada subcapitalista. Trata-se de uma burocracia burguesa ersatz de burocracia capitalista eletrônica mundial. Ele é odiado pela sua história natural política ligada ao Imperator Criminostat Fairfax. Mas notem bem! Ele só agora passou a usar táticas lumpenfascista Fairfax. Este fato se deve a revelação de sua ligação gramatical orgânica com a estratégia do Imperator Fairfax de dominação cum hegemonia do Oriente asiático (China comunista burguesa) sobre o Ocidente.  

No último programa da GloboNews, o Sem Fronteira entrevistou o escritor Mario Vargas Llosa. O jornalista entrevistador se esforçou, inclusive com mímica, para revelar que Llosa é um velho espião baseado na Europa ocidental Fairfax. Por exemplo, ele perguntou a Mario em qual capital do mundo Fairfax Llosa estava baseado agora, como se ele, o jornalista, não soubesse.

Este jornalista é um espião Fairfax das antigas do jornalismo transatlântico que faz questão de demonstrar ao entrevistador que espionou toda a sua vida passada, presente e futura. Eu só não sabia que sabia que se tratava de um espião de um dos muitos lumpenclãs Fairfax latino-americano asiático negro.        

Esta é uma diferença primeva entre a burocracia privada eletrônica Grupo Globo e a burocracia fantasia lacaniana weberiana como sintetização burocrática público e privado TVCULTURA. Agora que a TV Cultura se tornou TVCULTURA FAIRFAX, ela se tornou o alvo nacional da Comunidade da Física Gramatical Gramsciano.

Tal rede nacional eletrônica usa imediatamente, vergonhosamente, tática lumpenfascista alemã. Ela revelou, sem nenhum pudor, que o Prêmio Nobel, comunista, stalinista, romancista português José Saramago é um antigo espião português europeu Fairfax.

Mario e José tem uma única coisa em comum: eles são escritores Prêmio Nobel. Isso é mais do que uma sombra de suspeita lançada sobre o Prêmio Nobel. Grupo Globo e TVCULTURA dizem que o Prêmio Nobel é um súbdito do IMPERATOR CRIMINOSTAT FAIRFAX ASIÁTICO. Trata-se do signo da sintetização completa entre Ocidente e Oriente em prol do domínio Fairfax do Ocidente pelo Oriente negro asiático. Pelo amor de Deus, não poderia, ao menos, ser o domínio da Ásia japonesa?

No Sem Fronteiras em tela, aparece a imagem do escritor Gabriel Garcia Marques dando, pulinho, e adeus na tela da GloboNews. Ele deu adeus para quem, exatamente? A oposição clandestina cubana andava atrás de turistas no Malecon (Havana), em uma atitude entre o desespero e a melancolia, para revelar que Gabriel Garcia Marques é um espião da ditadura castrista, há décadas.     

O desassombrado e porra louca jornalista Marcelo Lins fez uma passagem ao ato na tela eletrônica ao associar Mario Vargas Llosa com Gabriel Garcia. Ele induziu Mario a dizer que ele Vargas e Gabriel eram amigos e guardavam segredos para serem revelados em uma biografia a ser publicada após a morte de Mário.  Trata-se obviamente do segredo de polichinelo de que Gabriel era um espião duplo -  espião cubano e espião Fairfax.

Então, todas as dúvidas de que se trata do Prêmio Nobel Fairfax se dissipam, como se por encanto. Gabriel recebeu seu Prêmio Nobel Fairfax em literatura, em 1982. Claro que mereceu!

Na era do   Imperator Criminostat Fairfax, o Prêmio Nobel Fairfax se tornou o signo de distinção gramatical sociológica (estudada por Pierre Bourdieu no seu livro de sociologia encantatória - La distinction. Critique sociale du jugement, 1979) do escolhido como pertencente ao creme de la creme da alta aristocracia secular sociológica sgrammaticatura do alto clero Fairfex.             
           
O sistema universitário público federal e estadual têm sido objeto de uma invasão do Imperator Fairfax desde a década de 1960, pois, a universidade pública forneceu os quadros teóricos da guerrilha urbana e rural da esquerda brasileira. Aliás, a universidade pública é um ninho de espiões Fairfax concentrados na área de ciências humanas. Então, por que tal universidade jamais investigou o Imperator Criminostat Fairfax na América Latina?

Homo Brasiliensium Inhumanum?  

Há uma ideia Fairfax radioativa em ação do governo Fairfax, governo que governa o pais fazendo pendant como o impossível governo freudiano Michel Temer. Toda a governamentalidade do território nacional taticamente importante da política internacional é um efeito do Imperator Criminostat Fairfax. A ideia Fairfax é reduzir a pó o sistema nacional universitário público. A lata de lixo radioativa na qual se transformou a UERJ se tornou o exemplo a ser seguido nacionalmente em toda a América Latina.

O golpe de Estado político sgrammaticatura no primeiro presidente eleito (Fernando Collor) do Regime liberal constitucional 1988 foi uma ideia do Imperator Criminostat Fairfax

Assumiu a presidência o vice-presidente Itamar. Tratava-se de um espião mineiro Fairfax (mineiro como quieto) convencido, facilmente, a entregar o governo econômico do país a um queridíssimo espião Fairfax dos americanos, ex-professor da USP.

De Itamar Franco até hoje, há o governo nacional e o governo da CIA (que governa a capital Fairfax do Imperator Criminostat Fairfax mundial), que partilham o  governo do Estado integral brasileiro  e, consequentemente, da mente e do coração dos brasileiros.

O governo nacional é o governo pedestre sem nenhuma ideia no cérebro oco nacional. A escola -fábrica de ideia radioativa industrial Imperator Criminostat Fairfax fornece toda e qualquer ideia a seu usada pela política nacional.     

O Imperator Fairfax adora o Rio!

De quem foi a ideia radioativa da greve nacional da universidade pública? Dos espiões Fairfax que deram o exemplo para a esquerda se tornar terrorista na década de 1960? Espiões Fairfax planejaram e executaram as primeiras ações terroristas no eixo Rio/SP na sinistra, obscura e coisa em si FAIRFAX kantiana década Fairfax 1960. 
                                                                                   II                        

Na América-Latina, mesmo os excepcionais, ou professores de literatura, ou críticos literários, ou historiadores da cultura ainda não entenderam que o Imperator Criminostat Fairfax fez da nossa alta cultura política econômica o território de uma guerra gramatical em narração sgrammaticatura do discurso do político do espião escritor Fairfax.

O Prêmio Nobel Fairfax é a mais poderosa arma gramatical RSI (Real/Simbólico/Imaginário) do Imperator Criminostat Fairfax. Todo vencedor do Prêmio Nobel Fairfax foi selecionado pelo governo da CIA, governo da cidade-Estado Fairfax (Virgínia/América).

O maior romancista da história gramatical em narrativa física teológica da literatura de todas as Américas é, sem dúvida alguma, Roberto Bolaño fazendo pendant como o brasileiro Guimarães Rosa. Rosa é o criador da tela romanceada em narrativa física gramatical teológica secularizada gramsciano da literatura universal nas Américas. Não estou imaginarizando o sujeito gramatical físico teológico Rosa e, tão pouco, Bolaño. Ouviu, Isabel Logikine!

A física Rosa se sintetiza em uma fórmula teológica gramatical sobre o fim da vida na terra:
“O sertão está em toda a parte”. (Rosa: 11. RJ. Nova Aguilar, 1994).

O sertão está em toda a parte é o sujeito gramatical rosa que significa na tela gramatical em narração teológica da minha física: a Terra se tornou um deserto em toda a parte no planeta? Rezem para que esta visão teológica da física Rosa seja apenas simples literatura.

E depois ajoelhem, rezem novamente e rezem mais ainda, encore!     

O livro 2666 contém abertamente - no seu Título - a ideia de uma física teológica que fale do Diabo lacaniano. O 2666 fala do Diabo R (real) lacaniano da trindade teológica sacrossanta cristã primitiva Pai (Simbólico), Filho (o Imaginário do cristianismo primitivo) e o Espirito Santo.

Eis a encarnação gramatical em psicologia da incognoscível coisa em si kantiana, isto é, o R lacaniano. Na gramática em narrativa teológica secularizada da psicologia matematizada, topologicamente, por Lacan, o Espírito Santo sgrammaticatura é o próprio Diabo do romantismo alemão do século XIX. Lacan domina a alta cultura romântica alemã, como ninguém!

Mario Vargas Llosa deveria todo ano, no dia da morte de Bolaño, levar flores recém colhidas no jardim das delícias da literatura mundial, e depositá-las no túmulo frio de Bolanõ. Ele poderia, por algum tempo, falar carinhosamente com Bolaño, fazer a leitura de trechos dos romances da mais maravilhosa pessoa/romancista da vida das Américas na segunda metade do século XX.

Por que Bolaño não é um Prêmio Nobel Fairfax? Porque 2666 é a primeira invasão gramatical em narrativa da física teológica romanceada ao território do TRANS-SUJEITO universal weberiano Imperator Criminostat Fairfax.

Por que se trata de física gramatical gramsciano?

O Diabo é a matéria (o Real) como tal da física como matematização da physis em si da sociedade dos significantes moderna de Galileu a Lacan. 

E quanto ao infame espião duplo Gabriel Garcia Marques? queime eternamente no fogo da física de Heráclito refundada como física gramatical a partir da descoberta da matéria metafísica da língua (GRAMATICA Deus) e da matéria como tal (Diabo) da physis do laço gramatical língua escrita na Colômbia. Então, digo que o Diabo do realismo fantástico colombiano do Imperator Criminostat Fairfax Pablo Escobar fará companhia no inferno ao Gabriel.  

A profecia weberiana da teologia gramatical de Bolaño diz:
“ A Universidade de Santa Tereza parecia um cemitério que imprevistamente se pusera em vão a refletir. Também parecia uma discoteca vazia”. (Bolaño. 2666: 186. Companhia das Letras, 2010).

A universidade parecia um cemitério não é o sujeito gramatical bolaño em uma fórmula encantatória da física gramatical em narrativa do fim do Ocidente cultural político econômico intelectual comandado por grandes universidades americana e europeia? 
                                                                 III

A Comunidade da Física Gramatical Gramsciano está preparando a invasão gramatical em narrativa física gramatical gramsciano, factualmente, da cidade-Estado paulista eletrônico TVCULTURA Fairfax. Pois, ela é a súbdita encarnação cristã teológica lacaniana do trans-sujeito Diabo do americanismo em narração sem narração (narração em língua inglesa industrial) do violado romantismo alemão original.

Trata-se da invasão de uma fortaleza/cidadela tática do Imperator Criminostat Fairfax, que se encontra no comando político/cultural/econômico do planeta de alfa a ômega.
Primeiros estampidos da INVASÃO da fortaleza/cidadela eletrônica do território do trans-sujeito Imperator Criminostat Fairfax no Brasil.
Wikipéia:
“A trajetória dos Diários Associados começou em 1924 quando o jornalista Assis Chateaubriand Bandeira de Mello investiu em O Jornal, publicação que circulava no Rio de Janeiro. Empreendedor, Chatô, como era conhecido, tinha apenas 32 anos quando fundou o grupo. Com o sonho de integrar os brasileiros por meio dos veículos de comunicação, adquiriu outras empresas de mídia impressa, rádio e televisão e o grupo se tornou um dos mais importantes do Brasil. Em 1928, fundou a empresa gráfica O Cruzeiro e, em 1934, adquiriu a revista A Cigarra. Em Minas Gerais, desde 12 de maio de 1929, já existia o jornal Estado de Minas. Pouco tempo depois, em 1931, nascia o Diário da Tarde. Chatô fundou ainda, no Rio de Janeiro, a Agência Meridional e a Rádio Tupi. A elas se juntaram a Rádio Tupi de São Paulo, e a Rádio Educadora, rebatizada de Tamoio, no Rio.

A televisão veio em 1950: a TV Tupi de São Paulo, primeira emissora da América Latina. Em Minas fundou as rádios Guarani e Mineira e, na década de 50, a TV Itacolomi. A TV Alterosa foi adquirida posteriormente e agregada ao grupo mineiro. Antes de falecer, Chateaubriand criou o Condomínio Acionário e distribuiu as cotas das empresas para 20 amigos, entre eles vários dirigentes dos veículos de comunicação do grupo, e seus filhos. Eles passaram a ser condôminos, respondendo pela posse das empresas.

O número de condôminos não pode aumentar e quando algum vem a falecer outro executivo é eleito para ocupar sua vaga no condomínio. Ousadia, modernidade e espírito nacionalista foram fundamentais para a criação de diversos veículos que colaboraram para o desenvolvimento econômico e social do país, entre eles a TV Tupi, primeira emissora de televisão brasileira. A trajetória ultrapassa os limites dos fatos que geraram um grupo de comunicação composto por empresas de diversos segmentos: jornais, emissoras de rádio e televisão, revistas, portais de internet e uma fundação. Os Diários Associados revolucionaram a comunicação no Brasil, não apenas registrando história, mas fazendo história”.

A vida cultural, política e econômica dos Diários Associados não se parte e reparte em dois grandes períodos. Ele não é um fenômeno witz rocambolesco e grotescamente vulgar do baixo lúmpen da classe simbólica da sociedade burguesa ariana rica carioca/paulista?

É um fenômeno da tela gramatical em narrativa sgrammaticatura historial nacional (semblância nacionalista homo ideologicis CHATÔ - clown tropicalista a mano Caetano) fazendo pendant com a política mundial?

Nossa história se inicia em 1924 na fundação dos Diários Associados.  Chatô era apenas o desejo sexual gramatical infantil de uma fantasia do futuro lacaniana. Introduzir na sociedade dos significantes brasileiro o discurso do político do espião Chatô - discurso do espião Chatô Fairfax!   
Em 1950, Chatô usa uma ideia radioativa do Imperator Criminostat Fairfax. E, assim, a montagem da grande indústria midiática nacional Diário Associados do Imperium Criminostat Fairfax se realiza.

Qualquer criança brasileira normal sabe que o jornalista Assis (ChatÔ)briand é um crápula e, fundou, entre nós, a escola em jornalismo nacionalista para fabricar jornalistas como gangster de um populismo mafioso:
 “A televisão veio em 1950: a TV Tupi de São Paulo, primeira emissora da América Latina. Em Minas fundou as rádios Guarani e Mineira e, na década de 50, a TV Itacolomi. A TV Alterosa foi adquirida posteriormente e agregada ao grupo mineiro. Antes de falecer, Chateaubriand criou o Condomínio Acionário e distribuiu as cotas das empresas para 20 amigos, entre eles vários dirigentes dos veículos de comunicação do grupo, e seus filhos. Eles passaram a ser condôminos, respondendo pela posse das empresas”.     

Como espião súbdito do Imperator Criminostat Fairfax, ChatÔ se empoderou da vida pública, da política paulista e da vida cultural nacional como: Chatô - o nosso imperador Luís Bonaparte Fairfax.

Chatô será, eternamente, no inferno dos espiões criminostat - Imperator bonapartista Fairfax do Brasil.   

A juventude brasileira odeia a história brasileira. Por quê?    



   
                                                              
               
     

   
    



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