domingo, 17 de abril de 2016

POR UMA NOVA INTERPRETAÇÃO DO BRASIL

17/04/2016
No livro “ A revolução brasileira”, Caio Prado Jr. disse: “ Realmente, na ausência de uma tal teoria, e incapacitados por isso de conduzirem na complexidade dos fatos reais que não se ajustem a seus esquemas teóricos sem correspondência com a realidade, as esquerdas brasileiras não podiam, como de fato não lograram mobilizar efetivamente as verdadeiras forças revolucionárias” (Prado Jr. 1987: 23-24). A primeira edição do livro é de 1966. 
Em 1977, Caio Prado dizia que o Brasil continuava escravo de um sistema colonial:
“ Embora em mais complexa forma, o sistema colonial brasileiro se perpetuou e continua muito semelhante. Isto é, na base, uma economia fundada na produção de matérias-primas e gêneros alimentares demandados nos mercados internacionais. É com essa produção e exportação consequente que sobretudo se mantém a vida do país, pois é basicamente com a receita daí proveniente que se pagam as importações essenciais à nossa subsistência e ao funcionamento da economia, bem como os dispendiosos serviços dos bem remunerados trustes imperialistas – designação clássica das empresas estrangeiras, hoje eufonicamente crismadas de ‘multinacionais’ – aqui operando. Vem a ser isso, no essencial, a economia brasileira. E como reflexo de uma tal infraestrutura econômica, o que temos é uma ordem social que se caracteriza pelo extremo afastamento material e cultural, entre si, das categorias sociais, com a grande massa da população reduzida a ínfimos níveis. O que se reflete, como consequência, e não podia deixar de ser, na mediocridade do conjunto, com exceção mínima dos reduzidos setores no ápice da pirâmide social” (Idem: 240).
Trata-se da averbação na tela gramatical marxista brasileira de que o Brasil não é uma Nação na década de 1970.
O Brasil continuava economicamente colonial, ou seja, subjugado ao discurso do senhor colonial oligárquico (mundo tradicional). A nossa trans-subjetividade permanecia tradicional sustentada por uma economia política   colonial em uma era onde predominava a necessidade da instalação do discurso moderno (e da modernização) para a América Latina desde a década de 1950:
“ O que se pode resumir muito simplesmente nesta observação e conclusão quase truística, de que não é possível com a miséria física e moral da grande massa do povo brasileiro, e a mediocridade de quase todo o restante, construir uma grande nação moderna que ofereça para todos, num futuro possível, segurança, bem-estar e prosperidade” (Idem: 182).
Caio Prado pensava a nação como um significante da economia política das massas sujeito zero tradicional. Ou melhor, ele deixa no ar a ideia maravilhosa de um significante técnico literário nação da cultura política econômica moderna. A geração de Fernando Henrique Cardoso foi trans-subjetivamente modelada pelo texto gramatical (paradigma normativo da trans-subjetivação política das massas intelectuais latino-americanas) condensado em Caio Prado. 
Texto gramatical (tela gramatical) não é pensamento político intelectual. Este nunca existiu entre nós com cultura intelectual. Até o surgimento da física geopolítica historial no século XXI não existia pensamento político brasileiro. No entanto, existia uma tela gramatical de uma cultura política conservadora neopombalina:
“A democracia, numa fase mais recente, partiria de um patamar democrático, de base liberal, como valor permanente e não meramente instrumental. O quadro seria, em outra paisagem, o de nível europeu, sem que uma reivindicação, por mínima que seja, abale toda a estrutura de poder. O Estado seria outro, não o monstro patrimonial-estamental-autoritário que está vivo na realidade brasileira. Da incongruência da dinâmica do pensamento político, resultou que todas as fases suprimidas se recompõem como substitutos numa realidade absolutista, ainda que reformista, neopombalina em um momento, industrialista em outro, nunca com os olhos voltados para o povo brasileiro, primeiro no respeito aos seus direitos, depois ás suas reivindicações” (Faoro: 85).
Rymundo Faoro foi da ABL e integrou em 1972 o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, na condição de representante da OAB. Participou da decisão desse colegiado que por 8 votos a 1 arquivou a denúncia de tortura e morte de Stuart Edgar Angel Jones, seguindo o voto do senador Filinto Müller.    Em 1989, após quase uma década de amizade e debates políticos, Lula propôs que Faoro fosse vice em sua chapa presidencial, mas o convite foi recusado. O discurso de Faoro fala de uma tela gramatical de uma cultura política dominada pelo significante neopombalismo. Do que se trata na década de 1990? Exatamente da cultura do simulacro de simulação da liberal-democracia condensado na forma política objetiva Constituição de 1988. Tal forma política teria que regular um Estado patrimonial-estamental-ditatorial e se defrontar com a ausência de realidade trans-subjetiva liberal-democrática nas massas. Nota-se a ausência da necessidade do significante nação no discurso de Faoro.
A sociologia bolivariana de FHC naturalizou o significante economia nacional no início da década de 1970. A nação é percebida mais como um artefato simbólico da ideologia dominante da América Latina do que como um significante técnico literário. Ela é um significante ficcional da tela gramatical da cultura política brasileira intelectual:
“ ii) no plano interno se estabelece basicamente a ‘ordem nacional’ e cria-se um Estado através de lutas e alianças com as oligarquias excluídas do setor exportador, ou que desempenharam nele um papel secundário. Forma-se, assim, uma aliança entre o que sociologicamente podemos chamar de ‘plantation’ ou a fazenda moderna, com sua expressão urbana e seus grupos comerciais e financeiros, e a ‘fazenda tradicional’. Foram essas as duas formas básicas da estrutura social que, durante o período compreendido entre o fim da ‘anarquia’ (1850) e a crise do modelo de crescimento para fora (1930), constituíram os pilares da organização social e política dos países incorporados ao mercado mundial através do controle nacional das mercadorias de exportação” (Cardoso: 46).
A Revolução de 1930 só é importante por ser o berço do populismo. O populismo é a nossa Igreja profana pela inclusão das massas na tela gramatical da cultura política populista/nacionalista (Cardoso: 103, 114). FHC opera com o significante Estado-populista (Idem: 121) das nações periféricas que será substituído pelo Estado empresarial da era do capital dependente e associado (Idem: 128, 132). A crise de 1964 teria como causa a tentativa de construção de um Estado nacional-populista (com João Goulart, Miguel Arraes, Celso Furtado, Darcy Ribeiro) que foi destronado pela revolução civil-militar que instalou um regime autoritário-corporativo. 1964 foi um “golpe militar” de uma revolução do capital dependente e associado:
“ O último ponto é decisivo. De fato, a passagem do regime democrático-representativo (que de uma ou de outra forma sobreviveu como Estado  desenvolvimentista e com a política de massas durante o período  inicial da expansão industrial) ao regime autoritário-corporativo, que se apresenta como alternativa possível nas condições políticas e econômicas atuais, faz por intermédio de uma revolução nas quais são as grandes corporações nacionais, como o exército e a burocracia pública, mais que as burguesias nacionais ou internacionalizadas, que atuam e se reorganizam” (Idem: 134) em um bloco-no-poder nacional. O choque transdialético materialista entre tais forças do bloco-no-poder foi a causa do golpe militar de Estado de 1968:
“Com efeito, na medida em que  se forma essa espécie de tecnoburocracia de países dependentes, baseada no potencial de decisão e organização dos  setores modernos  da burocracia militar e civil, esta passa a sofrer dois tipos de pressão: uma a favor do desenvolvimento racional e moderno, estimulada pela grande corporação industrial-financeira, geralmente internacionalizada, e outra que insiste no caráter cada vez mais excludente, em termos relativos, do desenvolvimento capitalista em países dependentes e enfatiza o caráter nacional das tarefas e problemas a serem cumpridos e resolvidos no curso do desenvolvimento. Este último ponto de vista encontra apoio em frações das Forças Armadas e da tecnocracia estatal” (Idem: 135). A ditadura militar de 1968-1969 foi uma ditadura nacionalista em oposição ao regime autoritário/corporativo de 1964-1968 e depois de 1969- 1988. O governo Sarney pode ser incluído na era autoritária-corporativa sem grandes dramas.
A associação do significante nação com a ditadura militar como tal de 1968 explica o ódio que as massas passaram a ter por tal significante. Ele se tornou propriedade dos generais (e dos chefes das outras armas) que tomaram o poder nacional atribuindo ao aparelho repressivo de Estado a função de caçar, capturar, prender e assassinar a oposição e fazer uma repressão rigorosa das massas sujeito zero militar. Regime autoritário-corporativo é um eufemismo do significante (ao se diferenciar da ditadura militar aberta,1968-1969) ditadura militar representativa, ditadura militar liberal, ou melhor, ditadura militar neopombalina. Trata-se de um simulacro de simulação de democracia, ou seja, uma ditadura militar com semblância autêntica de democracia neopombalina.     
Sobre a ditadura militar aberta, FHC diz: “ Nesse meio tempo, os setores que mantêm as reformas em nome da Nação, acima das classes, têm justificativas para crer que podem transformar sua ideologia em verdade de todos” (idem: 136). Tal lógica da ruína do significante nação na tela gramatical da cultura política brasileira seria suprassumida pela tela gramatical do capital dependente e associado: “ o novo setor econômico, onde preponderam as empresas monopolísticas internacionalizadas e o setor financeiro que surge vinculado ao mercado interno, procura exercer uma influência fundamental sobre as decisões econômicas” (idem: 133). A tela gramatical econômica suprassume a tela política.  
FHC opera com o significante capitalismo industrial e o conceito de modo de produção capitalista: “ Por outro lado, os grupos dominantes buscam a reorganização do próprio regime político para permitir que a centralização autoritária, que facilita a implantação do modo e produção capitalista de produção nas economias dependentes, possa consolidar seu domínio” (Idem: 132).
FHC opera com significantes ficcionais (capital industrial, modo de produção capitalista), pois, a realidade do real (dos fatos) da América Latina é articulada pelo significante subcapital industrial moderno, ou seja, um ersatz de capital industrial moderno em um modo de produção subcapitalista, sem capitalismo como tal.
A tela gramatical bolivariana é a tela da cultura política bolivariana criada na (sociologia econômica) política da era FHC. Ela tinha como semblância a imagem gramatical ficcional de que o Brasil é um pais capitalista periférico, mas com semelhanças basais com os EUA e países centrais da Europa. Portanto, o discurso FHC não se livra do vaticínio de Caio Prado sobre o marxismo brasileiro: “ Derivou daí um esquema teórico plainando em boa parte na irrealidade, e em que as circunstâncias verdadeiras da nossa economia e estrutura social e política aparecem com frequência grosseiramente deformadas” (Prado: 29).
Na década de 1970, Celso Furtado viu a criação de uma tela gramatical do capital corporativo transnacional. Tal evento alterou substantivamente o significante economia nacional: “A experiência dos últimos decênios pôs em evidência que o marco nacional, ao qual coube papel básico no desenvolvimento, transformara-se em obstáculo à plena utilização da tecnologia já disponível” (Furtado: 126).
O significante capital corporativo transnacional define uma nova era da cultura política econômica mundial: “ se a grande empresa cresce mais rapidamente no plano nacional, é em parte porque está se expandido no exterior. Em outras palavras, são as empresas que se transnacionalizam as que mais rapidamente aumentam sua participação nos respectivos mercados nacionais” (Idem: 126).
Celso Furtado estabeleceu com seu conceito de invenção/criatividade a ideia de que a reprodução ampliada do capital não se restringe a um conceito de economia política. Ao enveredar pela física da economia política, ele definiu que na reprodução ampliada do capital deveria ser levado em consideração a reprodução do capital como cultura política econômica:
“ O novo excedente constitui, portanto, um desafio à inventividade. De um ângulo de observação distinto, não podemos deixar de notar que se os agrupamentos humanos se empenharam por toda parte para ter acesso a novo excedente é porque a vida social gera uma energia potencial cuja liberação requer meios adicionais. Em sua dupla dimensão de força geradora de novo excedente e impulso criador de novos valores culturais, esse processo liberador de energias humanas constitui a fonte última do que entendemos por desenvolvimento” (Idem: 111-112). Um outro trecho ilumina a ideia supracitada; “ Não se trata de postular a existência de um sujeito transcendental, anterior à realidade social. O que importa é identificar o espaço dentro do qual se exerce a criatividade, concebida no seu sentido amplo de invenção da cultura” (Idem: 116). Trata-se, portanto, da cultura política econômica mundial reterritorializada no território trans-subjetivo nacional.  .
A crise brasileira pode ser observada pela tela gramatical CelsoFurtado? O Brasil bolivariano foi construído baseado na cultura política econômica do capital dependente e associado agora em uma crise final como forma econômica. Na década de 1970, Furtado já pensava a era do capital corporativo transnacional como fato cultural político econômico. Logo está em estado prático em seu discurso a ideia de que a reprodução do capital se fazia também pela reprodução ampliada da cultura política econômica. Com efeito, ele só esqueceu de apontar a forma concreta de tal fenômeno. Trata-se do capital corporativo transnacional eletrônico como força dominante no bloco-no-poder mundial. A classe dirigente cede seu lugar hegemônico ao capital eletrônico transnacional que faz a gestão do pathos das massas, nacionalmente.
Na década de 1990, há a entrada no bloco-no-poder mundial do capital corporativo digital mundial. Este sobredetermina o capital eletrônico transnacional que se transforma em capital eletrônico corporativo mundial. Ambos trabalham com processos de trans-subjetivação das massas (homo simulacrum e homo digitalis) como parte da reprodução do capital como cultura política econômica mundial.
Deste platô de observação podemos dizer que a crise brasileira significa o desencaixe da economia brasileira da cultura política econômica mundial digitalis. Entre nós, o capital corporativo eletrônico mundial se condensa em uma subcapital eletrônico (a vanguarda é o Grupo Globo) que mantem o pais distante da reprodução do capital como cultura política econômica mundial? Fazendo pendant com o regime de 1988, a nossa tela política gramatical eletrônica está envolvida com a elaboração de um sistema político inédito que se ergue a partir da emergência do significante nação do século XXI. Tal significante assume nas massas sujeito zero bolivariano as cores verde e amarela em contraposição a cor vermelha das massas bolivarianas petista.
O sistema político é uma criação da era Collor que estabeleceu uma instituição da ditadura militar na tela gramatical do regime 1992 de Fernando Collor de Mello/Itamar Franco/Classe política/ STF. O sistema político 1992 inscreve na tela gramatical eletrônica que o vice-presidente pode almejar o poder nacional através de uma eleição presidencial realizada em um ersatz civil de Colégio Eleitoral da ditadura militar. O Congresso Nacional passa a funcionar como ersatz do Colégio Eleitoral da ditadura militar. Itamar Franco e Michel Temer são os dois eventos de realização efetiva dessa cultura política gramatical. Nessa cultura em 2016, o significante massas sujeito zero mundial emerge como um processo de trans-subjetivação nacional das massas. Trata-se de uma reterritorialização das massas como sujeito zero mundial como movimento do homo digitalis.
Tal processo está se desenvolvendo e ele está em consonância com os movimentos da cultura política econômica mundial que, após concorrer para a desterritorialização acelerada do Estado nacional, recua nessa estratégia e inicia a reterritorialização da nação com a construção de um novo Estado-nação do século XXI. Trata-se do Estado nacional de uma tela gramatical transcultural, como anteviu Octávio Ianni (Ianni: 218-231).
Tal pensador brasileiro viu a era do capital corporativo digital mundial (fazendo pendant como o capital eletrônico) como desterritorialização do território trans-subjetivo nacional: “ A partir da eletrônica, compreende-se a telecomunicação, o computador, o fax e outros meios, o mundo dos negócios agilizou-se em uma escala desconhecida anteriormente, desterritorializando coisas, gentes e ideias” (Ianni: 15).
Porém, a desterritorialização faz pendant com a reterritorialização na forma objetiva e como trans-subjetivação do território existencial nacional:
“ Na medida em que se movimentam e dispersam as empresas, corporações e conglomerados, promovendo uma espécie de desterritorialização das forças produtivas, verifica-se uma simultânea reterritorialização em outros espaços (...) Ao romper as fronteiras nacionais, atravessando regimes políticos, culturas e civilizações (...) as forças produtivas e as instituições que garantem as relações capitalistas de produção reterritorializam-se em outros lugares , em muitos lugares simultâneos, revelando-se ubíquas. Graças aos recursos tecnológicos propiciados pela eletrônica e informática, ocorre todo um vasto rearranjo do mapa do mundo” (Ianni: 16).
O Brasil resolveu seguir a cartilha da tela gramatical bolivariana de FHC (e de seu discípulo Lula da Silva) ignorando Celso Furtado e Octávio Ianni e Caio Prado. Talvez tenha chegado a hora de escutar quem pensou o século XXI como um mundo que é o avesso da tela eletrônica gramatical de FHC.
Fernando Collor disse para amigos que as besteiras de Itamar Franco iam reconduzi-lo ao poder nacional. As besteiras de Itamar eram a fabulação de um sistema político inédito que incluía a construção do Estado nacional do século XXI. Tais fenômenos são a reterritorialização que pode ser vista, hoje, na atividade do Câmara nacional como ersatz de Colégio Eleitoral da ditadura militar elegendo Michel Temer ou reelegendo Dilma Rousseff.  O Congresso nacional é reterritorialização nacional da trans-subjetivação das massas sujeito zero da tela gramatical da cultura política do capital corporativo digital mundial.
A propósito, a nova interpretação é a vontade de interpretar a história da cultura política brasileira a partir da transdialética materialista entre a Vice-presidência e a Presidência dos regimes pós era monárquica!
O modelo de transdialética para a cultura política brasileira foi estabelecido por Gilberto Freyre: "Considerando de modo geral, a formação brasileira tem sido, na verdade, como já salientamos, às primeiras páginas deste ensaio, um processo de equilíbrio de antagonismos. Antagonismos de economia e de cultura. A cultura europeia e a indígena. A europeia e a africana. A africana e a indígena (...) O bandeirante e o senhor de engenho (...) o bacharel e o analfabeto . Mas predominando sobre todos os antagonismos, o mais geral e o mais profundo: o senhor e o escravo" (Freyre: 53). O antagonismo  senhor versus escravo é aquele que articula a nossa cultura política à cultura política universal.
A transdialética materialista é das Ding da física heraclitiana traduzida para a física geopolítica historial: " Não compreendem como o divergente consigo mesmo concorda; harmonia de tensões contrárias, como de arco e lira" (Os Pré-Socráticos: 84)               
CARDOSO e Faletto, Fernando Henrique e Enzo. Dependência e desenvolvimento na América Latina. Ensaio de interpretação sociológica. RJ: Zahar, 1972
FAORO, Raymundo. Existe um pensamento político brasileiro? SP: Ática, 1994
FREYRE, Gilberto. Casa-Grande e Senzala. R: José Olympio, 1975
FURTADO, Celso. Criatividade e dependência na civilização industrial. SP: Companhia das Letras, 2008
IANNI, Octávio. A era do globalismo. RJ: Civilização Brasileira, 1996
OS PRÉ-SOCRÁTICOS. Heráclito. Os Pensadores. SP: Abril Cultural, 1978
PRADO JR, Caio. A revolução brasileira. Perspectivas em 1977. SP: Brasiliense, 1987  

                              
                                     
                    
                        
          

                                      

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