quinta-feira, 10 de março de 2016

ARQUITETURA MODERNISTA POPULISTA DITATORIAL

No Brasil, a elucidação da lógica de sentido gramatical da arquitetura modernista como cultura política intelectual populista ainda não existia até agora na construção da teoria da ditadura ocidental. O leitor diria que é estranho que não se deva poder dizer essas palavras e a dar-lhes significação (meinen) sem tudo o que as cerca. Meu texto sobre o apogeu narcísico da ditadura brasileira civil com Juscelino Kubitschek (JK) é tudo que cerca as palavras supracitadas.
A classe política autointerpreta o mundo político através da relação da soberania política com a comunidade política. Ela mapeia e compreende o mundo político com base na teoria política da soberania (Smith: 66). Tal autointerpretação constitui a vontade da classe governante ao sustentar a comunidade política do Estado constituída pelas massas da classe política sujeito zero social (grau zero social), falta de subjetividade social.
A cultura política do direito moderno que se preze vê a representação política como grau zero da sociedade de classes e das massas sujeito zero social. O Estado-nação é o ente que exerce a autoridade sobre um determinado território em uma geografia política jurídica. Tal imagem conceitual é muito apropriada para pensar e investigar a classe governante no espaço nacional. Porém, a geografia política trans-subjetiva das massas foi alterada com a desterritorialização das massas nacionais devido ao surgimento do movimento das massas transnacionais. Surge aí as massas sujeito zero nacional e o novo problema da soberania popular (Idem: 67).
Para a finalidade deste texto, é preciso atenção para a associação entre soberania política e soberania popular pós-pós-modernista. Não se trata da soberania das massas líquidas de uma simpática sociologia polonesa, pois, pois!
Trata-se da soberania das massas sujeito zero líquidas, massas que ex-sistem como um corpo político real solidamente constituído como uma força do campo de poder. Trata-se de uma força democrática combatida (em um território trans-subjetivo do campo de poder ditatorial) por máquinas de guerra partidária, eletrônica (midiática) e policial/militar. A finalidade maior de qualquer campo de poder ditatorial consiste em excluir as massas sujeito zero ditatorial de tal território trans-subjetivo (e físico). A arquitetura e o urbanismo modernistas se definem por abolirem a rua (Jameson: 128), a história (Karl: 558) e as massas reais sujeito zero representativo no espaço político representativo.
O modernismo é o espaço político sem massas reais; é o grau zero da representação das massas reais substituídas pelas massas virtuais eleitorais. Trata-se de um espaço urbano abstrato que o modernismo de Lúcio Costa e Oscar Niemeyer realizaram na construção de Brasília. É a cultura política intelectual como abstração das massas reais sujeito zero abstrato.
A arquitetura modernista é o discurso que elucida a essência da cultura política representativa. Esta se define como uma linha de força que instala a transdialética materialista da política vivenciada pelos significantes técnicos ditadura e democracia sobreposto na território trans-subjetivo das massas sujeito zero, ou democrático, ou ditatorial. A linha de força democrática quer afirmar e reafirmar a presença das massas no campo de poder traçando o rumo do acontecimento político.
A linha de força ditatorial se define pela ação de poder contínua de exclusão das massas democráticas sujeito zero ditatorial do território como processo de trans-subjetivação político das massas democráticas. A Revolução Francesa é o acontecimento inicial da instalação da cultura política intelectual das massas como espetáculo a ser autointerpretado pelas massas intelectuais, ou pela lógica de sentido democrática, ou pela lógica ditatorial.
O modernismo que criou Brasília constrói tal cidade com um desenho arquitetônico e urbanístico cuja lógica de sentido é a falta das massas reais na geografia política espacial abstrata. A epistemologia política de Brasília é o anverso da epistemologia da polis grega da antiguidade. Nesta a geografia política é feita para as massas sujeito zero ditatorial decidirem o rumo historial da cultura política. Trata-se de uma cultura política intelectual das massas gregas. A cultura política sofística não transformou a politeia em uma farsa pelo uso da retórica democrática. Ela inscreveu nas massas a necessidade da política como doxa metafísica.
A epistemologia de Brasília não é uma epistemologia arquitetônica democrática. Trata-se de uma epistemologia ditatorial, pois, se define pela exclusão das massas reais democráticas da polis. Brasília é uma polis ditatorial arquitetônica que aboliu na classe política o temor das massas. A leveza da arquitetura monumental dos poderes da República desprotegida da tempestade trans-subjetiva das massas reais define um belo arquitetônico populista ditatorial que encantou o Ocidente. A falta de rua para o movimento de massas reais define o urbanismo populista ditatorial de JK/Lúcio Costa.
As massas sujeito zero é uma totalidade lacaniana; ela significa a falta de subjetividade (de sujeito), a morte real do sujeito; não se trata da morte do sujeito da cultura política pós-modernista (Jameson: 129). A totalidade incompleta (furada) para se constituir como uma força no campo de poder necessita ser completada pelo objeto de desejo (objeto a lacaniano). Por vias misteriosas (par mim, é claro) políticos populistas ditatoriais como Perón, Getúlio e JK sabiam disso.
Peron fez de Evita o objeto de desejo ditatorial das massas populistas argentinas. Evita era o objeto a que completava as massas como totalidade e que a definiam como uma força que se move no campo de poder ditatorial justicialista. Getúlio criou o direito trabalhista como objeto de desejo das massas que a constituíram como massas do populismo trabalhistas. JK foi mais longe e inventou um objeto de desejo para as massas (a polis brasiliense) que significa a exclusão definitiva delas da geografia da cultura política brasileira. E é verdade que o mineiro como quieto, pois JK escondeu até de d. Sara K (a general de JK) a lógica de sentido da construção de Brasília.
Tal lógica de sentido é a redução da polis (capital do campo de poder político) a um paraíso artificial da política, pois se trata da geografia política sem massas reais; lógica da geografia política que constitui o campo de poder apenas com as massas do significante técnico representação política. Claro que se trata do campo de poder constituído pela soberania popular das massas virtuais (eleitorais). Aí sim cabe dizer que a retórica democrática é o invólucro arquitetônico (Jameson: 123) de um campo de poder ditatorial.
A soberania popular é virtualmente democrática e uma lógica fática ditatorial sem a real ação das massas democráticas sujeito zero ditatorial na geografia do espaço político. Por que JK resolveu engabelar as massas reais democráticas e se tornar o ditador como apogeu narcísico da história da ditadura brasileira civil? JK é o ditador mais ditatorial que o próprio ditador, pois ele definiu a linha de força ditatorial como a linha que moveria a política (e a cultura política das massas) a partir da década de 1960. JK preparou o território trans-subjetivo e físico para ao golpe militar de 1964, e, mais consistentemente, para a longa duração da ditadura militar.
Com Brasília, a ditadura militar criou uma ditadura representativa com - eleições, Congresso nacional, funcionamento quase normal do poder judiciário e partidos. Por isso, o general Castelo Branco dizia que a ditadura militar só existiu com a Junta Militar ente dezembro de 1968 e outubro de 1969, quando o general Médici foi eleito pelos partidos, indiretamente no Colégio Eleitoral, presidente da República.
A ausência das massas democráticas na polis brasiliense (tais massas se encontravam no Rio até 1968) permitiu que os generais governassem sem oposição real das massas até 1984. A propósito, a ditadura militar inventou um objeto de desejo para as massas ditatoriais do trabalho intelectual. Trata-se do significante técnico milagre econômico, admirado pelos economistas de direita e de esquerda da época e, depois, pelo bolivarianismo petista.
Sobre o objeto a (de desejo), o suicido de Getúlio é a transformação do corpo do rei em um cadáver místico. O corpo político de Getúlio era a Igreja populista como corpo mítico populista Cristo/Getúlio (Kantorowicz: 146-147). Getúlio doou-se como cadáver objeto de desejo para as massas populista em um ritual de necrofilia mística permanente que levou o populista mineiro JK ao governo nacional.
Carregando o cadáver místico de Getúlio, as massas enfurecidas destruíram imóveis no Rio, queimaram estabelecimentos comerciais e carros. Empastelaram o prédio do Jornal do PCB, pois acreditavam que este partido traíra e conspirara para o fim do líder mais adorado que criou o populismo ditatorial da nossa história. As massas getulistas interpretaram corretamente a ação antigetúilo do PCB como um golpe de Estado nas massas populistas como tais. Com Oscar Niemeyer, o PCB voltaria com JK para desfechar o golpe e Estado geográfico político nas massas sujeito zero ditatorial, usando a arquitetura modernista como arma ditatorial que estabeleceu a linha de força historial que traçou o destino da vida política brasileira cujo apogeu é o bolivarianismo ditatorial petista.
Porém, JK iniciou a revolução populista moderna internacionalizando a economia brasileira. Ele acreditava nisso!  No entanto, a realidade econômica é bem outra como demonstro em inúmeros textos. Mas JK é o significante técnico transbiográfico criador da classe dirigente brasileira moderna (classe política em interseção com a classe simbólica). Pela primeira vez o bloco-no-poder populista usou massas intelectuais (do campo estético) para exercer sua hegemonia sobre as massas como tais. Artes plásticas, arquitetura, teatro, cinema e música (bossa nova, por exemplo) foram armas estéticas da hegemonia sobre as massas intelectuais populistas e também sobre as massas como tal. Trata-se de um fenômeno da cultura política intelectual que podia se tornar uma trans-subjetivação democrática das massas da elite e do povo.
A música (e o cinema) como objeto a (de desejo) das massas é um dos motores da construção do território trans-subjetivo que concorreu para a mudança do populismo como tal para o populismo bolivarianista ditatorial de um Glauber Rocha (1967) e da Tropicália bolivariana de Gil e Caetano, vice-versa. Glauber elogiou o general presidente Geisel, por saber que ele Glauber tinha se tornado o teórico político do cinema populista (bolivariano) ditatorial civil. Ao contrário da esquerda bolivariana, Glauber não era cínico, ou hipócrita, ou sonso. A partir daí a esquerda bolivariana passou a fazer um terrorismo branco com o mais genial cineasta das Américas.
A revolução populista moderna não foi interrompida com a construção de Brasília? Brasília, uma obra de magnitude stalinista inspirada no império URSS. Não foi um acaso, Oscar Niemeyer ser escolhido como o arquiteto que pôs acima da estátua de JK uma foice e um martelo. O jornalismo do partidão (PCB) controlava as redações dos jornais e criou a lenda de que JK não sabia da arte do arteiro Oscar N., um dirigente do comitê central do PCB. A imprensa marrom passou a tratar a estátua como um artefato da cultura política witz comunista brasileira. Algo para não ser levado a sério, uma pilhéria do velho partidão.
Com efeito, a estátua é o símbolo plástico do golpe de Estado geográfico político de JK sobre as massas democráticas sujeito zero ditatorial. Trata-se de um símbolo consistente da exclusão stalinistas das massas reais da política e da cultura política por décadas. O agir das massas no acontecimento do suicídio de Getúlio convenceu JK que a classe governante deveria governar sem a presença real (física) das massas na superfície política do campo de poder estatizado. Aliás, JK cuspi no próprio parto que comeu!
O Plano Piloto Lúcio Costa não foi um raio em um céu azul. Em 1936, Lúcio consegue convencer Le Corbusier a vir ao Brasil avaliar o projeto para o edifício-sede do Ministério da Educação, no Rio de Janeiro. Em 1938 projeta, ao lado de Oscar Niemeyer, o pavilhão brasileiro da New York World's Fair. Lúcio Costa era um getulista da sociedade civil intelectual do PCB.
O desenho de Brasília original não tem ruas. Trata-se da abolição da rua da ideologia modernista arquitetônica. Brasília é construída como um paraíso artificial urbanístico do hiperespaço sem mundo-da-vida comunitária. O povoamento da cidade seguiu a lógica de estabelecimento de uma classe governante como expressão do inconsciente nietzschiano ariano, incapaz de integrar as massas mestiças sujeito zero ariano à cultura política brasileira.
A arquitetura de Brasília é o anverso da arquitetura Casa-Grande e Senzala ou do urbanismo da capital do pais (Rio) da qual Brasília usurpou o lugar. O Rio parece uma cidade feita para o espetáculo político das massas. É uma cidade aberta a trans-subjetivação democrática. Ao contrário, Brasília é um território citadino trans-subjetivo ditatorial, por excelência. Um território do qual as massas – sejam elas de qualquer espécie - não estão convidadas a entrar. O leitor já se convenceu que JK é o ditador-mor da nossa cultura política ditatorial?
O golpe militar/lacerdista de 1964 pôs nas ruas do Rio 1.000.000 de pessoas. Tal fato era a prova que o Rio era a capital política real trans-subjetiva das massas sujeito zero populista como tais; e Brasília era a capital ficcional trans-subjetiva das massas da classe governante sujeito zero democrático. No território trans-subjetivo da política, as massas de soldados e oficiais das Forças Armadas (as Forças Armadas brasileiras são uma instituição de uma cultura política intelectual ditatorial desde a fundação da República) se constituíram como uma força armada no campo de poder da democracia populista e iniciaram a destruição de João Goulart única força presidencial democrática durante toda a República.
João Goulart condensava a revolução populista democrática em uma polis (Brasília, a capital do país) sem massas reais para se contrapor transdialeticamente à classe política constituída ainda por massas oligárquicas sujeito zero democrático. Esta era a classe governante do golpe de 1964 que seria invadida por militares e tecnocratas como Delfim Neto e Mário Henrique Simonsen.
O Rio foi a polis real da luta das massas contra a ditadura militar que acabou com o golpe militar dentro do golpe udenista-militar em dezembro de 1968. Tal golpe significou o fim das lutas de massas até 1984. Em janeiro de 1984, aproximadamente 300.000 pessoas se reuniram na Praça da Sé, em São Paulo. No dia 10 de abril, um milhão de cidadãos tomou conta do Rio de Janeiro e uma semana depois, cerca de 1,7 milhões de pessoas se mobilizaram novamente na Praça da Sé (São Paulo) no movimento diretas já. Se a capital fosse ainda no Rio, as massas poderiam ter tomado de assalto os prédios dos poderes da Republica ditatorial militar A política contra a ditadura militar não aconteceu em Brasília, a não ser quando a classe política derrotou a vontade das massas de pôr um fim ao campo de poder ditatorial militarizado. A arquitetura modernista populista serviu para os militares se manterem no governo nacional até 1985.
Em 1984, Tancredo Neves conduziu as massas para a derrubada da ditadura militar. Morreu antes de assumir o governo nacional e em seu lugar assumiu o oligarca maranhense José Sarney. Este instalou um campo de poder ditatorial civil rico na sua relação com as massas sujeito zero ditatorial. Em 1987, tais massas incendiaram o centro do Rio com o objetivo tático de derrubar Sarney e instalar estrategicamente um campo de poder trans-subjetivo das massas sujeito zero ditatorial. Enquanto isto, Brasília continuava sendo o paraíso artificial da política. A arquitetura modernista ditatorial continuava determinando a cultura política brasileira na relação das massas com o campo de poder estatizado em Brasília.
A primeira eleição direta para presidência da República aconteceu em 1989 com a vitória de Fernando Collor de Mello mais o Grupo Globo. As massas virtuais de eleitores se constituíram em massas ditatoriais agenciadas pelo capital eletrônico instalando o ditador pós-moderno eletrônico. Como as massas reais queriam um campo de poder democrático trataram de derrubar Collor que caiu pelo impeachment da classe política hegemonizada pela fração bolivariana de FHC e Lula. Foi um duplo golpe de Estado da classe política: um em Collor e o outro nas massas democráticas. Estas queriam a instalação de um campo de poder democrático que o governo do mineiro Itamar Franco desconsiderou. Ao chamar FHC para ser chefe da economia, Itamar iniciou o longo período do campo de poder ditatorial bolivariano protegido e embalado pela arquitetura modernista ditatorial de Brasília.
As massas sujeito zero ditatorial voltaram ao palco político em um movimento que levou 1.400.000 pessoas à Avenida Presidente Vargas no Rio em junho de 2013.  Tais massas foram duramente combatidas pela Polícia Militar do PMDB e pelo jornalismo da Globo News que só noticiava o espetáculo da violência produzida entre o choque real das massas com a máquina de guerra militar do governo peemedebista do Rio de Janeiro.
De tal espetáculo eletrônico (midiático) surgiu a ideia de Sérgio Cabral e Dilma de fazer uma lei “antiterrorista” para encarcerar a vanguarda das massas. A lei foi para o Senado e se transformou em uma lei terrorista de Estado que chamamos de lei Mateus em homenagem a seu criador, o senador Aloísio Nunes Ferreira (PSDB). A lei tem um claro propósito de varrer do mapa do Rio e de São Paulo as massas sujeito zero ditatorial de junho de 2013.
Com o aprofundamento da crise brasileira, a “classe política” poderá partir para a convocação do Conselho da República para fazer intervenção federal no Rio (ou/e em São Paulo) ou convocar o Estado de Defesa e depois seu corolário o Estado de Sítio?  Tanto o Estado de Defesa quanto o Estado de Sítio estão previstos nos artigos 136 a 141 da Constituição de 1988 e representam situações de restrição aos direitos fundamentais em nome da preservação do próprio Estado. Mas o governo certamente não obedecerá às leis que regem estas situações jurídicas, transformando-as em um estado de exceção de fato, ou melhor, em um campo de poder ditatorial puramente fático livre da regulação do direito da Constituição de 1988.  
Trata-se de um passo na estatização do campo de poder ditatorial transformado em estado de exceção constitucional como aconteceu recentemente na França. No Brasil, o único terrorismo político existente é o terrorismo de Estado. Mas o governo Dilma (e o Grupo Globo) insiste na necessidade de proteger o pais das Olimpíadas carioca do terrorismo islâmico. De fato, o governo quer usar sua máquina de guerra terrorista contra as massas sujeito zero bolivariano se elas ousarem atrapalhar as Olimpíadas.
Leitores, o problema brasileiro a partir de JK sempre foi excluir as massas sujeito zero ditatorial do campo de poder ditatorial. A crise brasileira tem dois caminhos abertos. No primeiro, o campo de poder ditatorial destrói o país assim como está fazendo com a Venezuela em um ritmo acelerado. O segundo é a instalação de um campo de poder tendo como motor as massas sujeito zero ditatorial que será a causa da fabricação de uma nova classe governante.
Esta é a única saída sigilosa para a crise brasileira! 
Porém, o velho recurso evolutivo PACTO OLIGÁRQUICO da transação política é o espectro que ronda a política brasileira!    
JAMESON, Frédéric. Pós-modernismo. A lógica cultural do capitalismo tardio. SP: Editora Ática, 1996
KARL, Frederick R. O moderno e o modernismo. A soberania do artista (1885-1925). RJ: Imago, 1988
KANTOROWICZ, Ernest. Les deux corps du roi. Paris, Gallimard, 1989
SMITH (ORG). Geografia humana. Sociedade, espaço e ciência social. RJ: Jorge Zahar Editor, 1996                                
            
             
                            

         

                                                                                      

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